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Madrasta gostosa
Autor: O menino
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8.6

Meu pai está separado e sozinho há seis anos. Há pouco tempo, arrumou uma namorada - Denise - que foi morar lá em casa. Nem dei muita idéia, afinal é uma pessoa de boa aparência, bons modos, discreta, que fica na sua e nunca me incomodava. Meu pai tem uma vida amorosa meio devagar, por causa da idade e do trabalho, que toma seu tempo todo, e o faz viajar muito. Até ai, tudo bem.

Uma noite, eu fui a uma balada dançar com uns amigos e, ao chegar, vi o João, amigo de faculdade, com uma gata muito bem vestida e toda produzida. Quando me aproximei mais, ele me viu e veio falar comigo e apresentar sua nova companhia. Assim que cheguei perto, vi que era Denise. Quando ela me viu, parou, ficou muda e sua expressão mudou na hora. Eu fiquei na minha e levei a conversa na boa. Mais tarde, João veio me dizer que estava quase levando a Denise para a casa dele. Eu não falei nada, e fui embora. Quando cheguei à minha casa, Denise estava me esperando, querendo se explicar, mas nem dei bola, e fui dormir.

No dia seguinte, assim que acordei, fui para a piscina. Lá encontrei a Denise nadando, e comecei a reparar mais nela, e vi que possui um belo corpo. Mudei de idéia, não entrei na piscina e fui tomar o café da manhã. Meu pai voltou no mesmo dia e não ficou sabendo de nada. Na mesa, enquanto almoçávamos, Denise mal me olhava.

No mês seguinte, meu pai viajou de novo e na mesma época fiquei sem namorada. E aí me veio Denise à cabeça, sem mais nem menos...Nesse mesmo dia, ela chegou das compras, e me trouxe um presente, uma camiseta de malha muito bonita. Agradeci, e fui para o quarto. Aí pensei: "Se ela faz com o meu amigo, por que não faria comigo?". Entrei em seu quarto, e disse que contaria a meu pai sobre a balada e o João. Ela ficou apavorada. Como não trabalhava e não tinha renda, pediu pelo amor de Deus para ele não ficar sabendo... Então dei a cartada: "Só depende de você. Está na sua mão! Pense, e me fale no jantar".

No jantar, com somente nós dois, ela ficou muda, sem tocar no assunto. Cheguei perto e coloquei minha mão na sua perna. Ela pediu que eu a tirasse, mas coloquei ainda mais para cima e apertei, já com um tesão louco. O tesão era poder comer uma mulher que estava morando conosco e, ainda por cima, ela ser namorada de meu pai. O perigoso e o proibido é que me excitavam cada vez mais... E era gostoso provocá-la...

Ela me olhou nos olhos e disse que aquilo seria impossível. Daí, respondi que com João também era, e tentei beijá-la. Ela virou o rosto, eu segurei seu queixo e falei que se ela colaborasse, seria mais fácil. Levei-a para o sofá, e comecei a tirar seu robe devagar. Ela relutava, mas deixava, meio contrariada, mas não tanto. Quando Denise ficou só de calcinha, pedi que se levantasse. Ela se ergueu, e eu tirei a pequena peça com os dentes. Sentei-a no sofá, e comecei a chupar seus peitos, um mamilo de cada vez... Depois mordia, suavemente, os seios e passava a mão pelas coxas dela. Apertava e chupava, e assim fui chegando até a virilha, quando percebi que Denise estava molhadíssima.

Puxei suas pernas, abrindo-as, e joguei seu tronco para trás... Comecei a chupar aquela bocetinha molhada, quente e cheirosa. E ela se segurava para não gemer ou ter qualquer reação. Quando enfiei um dedo na xoxota, ela não resistiu, gemeu baixo mas com tesão, e eu disse: "Pode se soltar, pois vou te comer de qualquer jeito, gostando ou não!". Não é que a putinha sorriu pra mim, e disse: "Então manda ver, pois seu pai foi embora, e nem me comeu antes de sair...".

Não agüentei, joguei-a no tapete e pincelei o meu cacete na porta de sua linda bocetinha. Num entra-e-sai delicioso, fui entrando devagar. Quando estava todo dentro, ela sorriu, gemeu, e falou no meu ouvido, baixinho, que queria ser fodida pelo filho de seu namorado, mas tinha medo, não sabia se eu aceitaria, sabia que era mais que proibido, mas agora que o cacete havia entrado, que se fodesse, e fodesse bastante...

Foi uma foda ardente: ela gemia alto, pedia para mudar de posições, fazia cara de safada, uma puta de verdade. Até que a fiz gozar, comendo o cuzinho dela, com ela de quatro e passando a mão em sua bocetinha... Ela gemeu, tremeu toda e pediu para que eu desse muita porra para ela... Perguntei onde queria que eu gozasse - ela respondeu que queria na boca. Quando estava quase lá, virei-a e coloquei-a deitada de barriga para cima. Na hora em que ela sentiu meu cacete inchar e ficar mais duro, disse: "Vem, me dá essa porra quente e gostosa, meu menino, me dá!”. Aí esguichei tudo naquela boca gostosa. Ela bebia tudo, lambia todo o cacete, engolia tudo até o pau ficar limpinho...

Fomos dormir juntos, e fodemos mais uma vez, até de manhã. Quando meu pai voltou, não suspeitou de nada. Às vezes, eu a comia enquanto ele tomava banho. Era aquela foda rápida, tipo põe em pé escorada na mesa com a bundinha empinada e mete por trás. Quando ia gozar, ela se virava rápido, ajoelhava e bebia toda a minha porra. Eu delirava com aquilo.

Certa vez, comi Denise na cozinha, enquanto ela preparava um lanche para meu pai, que esperava na sala assistindo à TV. Eu lanchava sua mulher com muito tesão, e ela também adorava...

Uma vez, ela acordou de noite, foi ao meu quarto, entrou devagar, levantou o meu lençol e começou a me chupar. Foi muito bom! Quando comecei a gozar, ela abocanhou meu pau inteiro, sugando tudo, e depois me lambeu até caralho ficar limpo. E foi dormir, contente... Ela já me acordou de manhã assim também, dizendo, depois de engolir a minha porra toda: "Adoro te acordar, e te fazer gozar logo de manhã. Se teu pai não estivesse aí, eu te chuparia de novo! Adora a sua porra!".

Já faz dois anos que transamos, e ninguém sabe.

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