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Brincadeiras de meninas
Autor: Kátia
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

8.2

O que estou escrevendo agora nem uma vírgula foi imaginada, é tudo real. Eu sempre gostei muito de falar de sexo quando estávamos numa rodas de amigos, e todos adoravam minhas aventuras, só umas fresquinhas que fingiam estar envergonhadas pela minha cara de pau. O que quero falar mesmo, é de uma brincadeira que inventamos, eu e mais duas amigas, Jaqueline e Paula, que era a menos tarada da turma. Combinamos de dormir cada noite na casa de uma e que cada uma iria inventar uma brincadeira sexual para passarmos a noite entretidas.

A que eu mais gostei foi a brincadeira que a Jaqueline inventou: ela pediu que cada uma levassem uma coisa que representasse um cacetão, eu levei meu shampoo, pois adorava me masturbar com ele, e Paula levou uma pobre e mixuruca cenoura. Jaqueline parecia ter passado o dia na feira até encontrar um pepino que eu nunca na minha vida tinha visto igual, parecia um braço de tão grosso e grande, sem exagero foi dos maiores pepinos que já vi, e detalhe: todas nós éramos virgens, fazíamos sexo oral, anal, mas a buceta nunca...a gente morria de medo de engravidar.

Então começamos pela cenoura. Fizemos um sanduíche com a Paula e, entre beijos e caricias, fomos metendo na Paula com ajuda de óleo mineral e dos dedos. Ela gemia e reclamava que estava ardendo, enquanto eu não via a hora de ser minha vez. Tentamos vária vezes meter na Paula, mas ela preferiu ficar só nos beijos e nas lambidas. Pedi à Jaqueline para meter em mim, que em seguida eu meteria nela.

Aí ela teve uma idéia: pegou um desodorante que tinha a mesma espessura da cenoura e falou: vamos ficar de ladinho tipo 69, você coloca sua cabeça entre minhas pernas e eu nas suas, assim vemos a buceta uma da outra. Então, enquanto Jaqueline metia a cenoura em mim, eu metia o desodorante nela e Paula se masturbava feito louca. Fomos metendo bem devagar até ficar tudo bem dentro...comemoramos a proeza, pois tínhamos acabado de perder a virgindade.

As duas gemiam com o ardor e dorzinha gostosa que sentíamos lá no fundo da buceta, em seguida fomos metendo com mais vontade e sem medo da dor, o prazer foi indescritível e quando eu estava toda molhada Jaqueline teve uma lembrança: o pepino. Ela tentou meter na minha buceta mas a entrada era menor que a cabeçona do pepino, ele era quase do tamanho e grossura de uma coca-cola. Ela sentou no chão, levantou as pernas e empurrou na buceta, mas não entrou.

Eu estava louca de desejo de meter aquele pepinão, então falei: uma vez assisti um filme com a tchutcheline e ela metia um vibrador branco que tinha este mesmo tamanho e ela fez assim: então coloquei na entrada da buceta fui me acocorando, como se fosse dançar na boquinha da garrafa, passei bastante óleo na buceta e na ponta do pepino e quando dei por mim estava entrando, enquanto entrava eu gozava e gritava “aiiiiiii como é bommmmm, eu estou sentindo algo tão estranhoooooo!”.

Perdi as forças como se fosse desmaiar e cai sentada com toda força naquela tora, eu sentir o ranger da carne rasgando, fiquei encostada na parede sem ânimo, com o pepino todo atolado na buceta que estava sangrando, enquanto as outras riam descontroladas da minha cara. Eu estava zonza, quase nem ouvia o que elas falavam, estava tudo muito distante. Jaqueline falou: “abre as pernas e deixa eu ver como ficou?”, eu não conseguia deixá-la nem tocar, minha pernas não abriam, ficaram travadas. Então fui respirando fundo e puxando devagar, colocamos um espelho para assistirmos a performance e quando eu avistei o tamanho do buraco fiquei apavorada, eu estava dando a luz e de parto normal....caramba que buracão....mas que experiência legal.

Tive que fazer muitas lavagens vaginais com água de pedra ume e com casca de aroeira para fechar um pouco o buraco, mas desde então só transo com homens acavalados, pois se não for, prefiro o pepino mesmo.

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