Autor: Vicente
9.1
Após a transa com Patrícia, tomei um banho bem gostoso. Na minha cabeça estava um misto de tesão, satisfação e medo. Pois, caso o Carlos viesse a descobrir que eu tinha transado com a filha deles, penso que nunca mais teria coragem de olhar para ele. Com a Marisa acho que o problema seria menor, até porque ela teria feito confidencias sobre as nossas transas de adolescentes com a Patrícia, que me pediu para que eu comesse o seu cuzinho que nem tinha feito com a mãe dela.
Passei o dia seguinte sozinho, passeando pelo sítio, conversando com alguns empregados, pois todos os familiares, Carlos, Marisa e os três filhos, tinham saído, cada um para cuidar de suas coisas particulares. Aproveitei para cavalgar um pouco. Quando a noite chegou encontrei com toda a família para o jantar.
Evitei ao máximo olhar para a Patrícia, para não me trair. Ela, parecendo antever a minha angústia, estava bem recatada, vestindo jeans e camiseta. Por duas vezes os nossos olhares se cruzaram. Todos se recolheram e eu fui para o chalé um pouco mais aliviado, pois tinha conseguido ultrapassar o primeiro desafio. Dormi pensando na transa e na Patrícia, torcendo que ela me surpreendesse e aparecesse para ficarmos juntos. Não aconteceu.
Dormi até mais tarde, pensando ainda na transa com aquela ninfeta de pele dourada. Assim que saí do banho e estava me preparando para dar um passeio pela cidade, João, jardineiro do sítio, bateu à minha porta e informou que havia um recado para mim. Me entregou um envelope lacrado e falou que a Patrícia tinha deixado e pedido para avisar que o melhor horário que ela tinha conseguido com o corretor de imóveis, amigo dela na cidade, era 2 horas da tarde.
Achei engraçado a criatividade dela, mas fingi que era verdade, já que parecia ser a forma de nos encontrarmos em algum lugar fora dali. Agradeci ao João, que, em princípio, parecia acreditar na tal história de corretor de imóveis. Abri o envelope e, realmente, tinha um endereço, com uma pequena indicação, para eu me localizar. Na realidade não era na cidade, mas ao que parecia, num sitio vizinho ao da família com quem eu estava hospedado.
Fiquei logo excitado, tentando imaginar o que a safadinha estava preparando. Para evitar qualquer problema, resolvi fazer o trajeto a pé. Andei por volta de meia hora e cheguei no lugar indicado. Vendo que eu me aproximava do portão, um rapaz, que devia ser caseiro da propriedade, veio ao meu encontro. Boa tarde prá lá, boa tarde prá cá, ele me perguntou se eu era o professor de yoga da dona Patrícia. Meio encabulado com a situação assenti com a cabeça. O rapaz então falou: “o pessoal está esperando o senhor naquela casa.”.
Fiquei meio injuriado por não ter ido a cavalo ou mesmo de bicicleta, pois a tal casa ficava a mais ou menos um quilômetro da porteira. Mas segui em frente, agora um pouco apreensivo e ainda mais excitado. Não sabia o que a Patrícia estaria aprontando. A sensação que eu tinha era a de que eu estava sendo vigiado de longe por alguém naquela casa.
Ao me aproximar, vi que tinha uma música muito alta vindo de dentro da tal casa. Quando ia chamar alguém, quase que imediatamente, uma menina linda, loirinha, cabelo lisinho e comprido, olhos azuis, quase da minha altura e um corpinho que parecia sarado, debaixo de uma bata que parecia um mini vestido de algodão que estava usando, abriu a porta e falou: Estamos te esperando, tio...
Quando entrei, para minha surpresa, além da loirinha, havia um grupo de três garotos e três garotas, uma delas a Patrícia, todos bem à vontade, numa suruba. Atrás de mim, a loirinha simplesmente tirou o vestido e encostou dois melões nas minhas costas, me abraçando e roçando a xaninha na minha bunda. Enlouqueci! Virei e tasquei um beijo bem molhado. Meu pau estava rijo como uma pedra.
A ninfetinha, então, se abaixou, abriu a minha calça com habilidade e começou a pagar um boquete de gente grande. Quando dei por mim, resolvi olhar para o lado enquanto a minha vara era quase totalmente engolida pela vadiazinha. Vi, então, a Patrícia sendo enrabada por um moleque bem-dotado. A safada somente não gritava porque estava entalada por outra pica na boca. Uma visão fantástica. Aquela menina sabia mexer as cadeiras tão bem quanto a mãe dela. Os outros dois casais estavam totalmente engatados uns nos outros.
Entrei no clima. Comecei a comer a boca da Sandrinha como se fosse uma boceta. A safada não esmoreceu e engolia o quanto podia o meu cacete. Não resisti. Gozei muito na boca e na cara da loirinha. A putinha não se fez de rogada e limpou minha pica, sugando todo o leite. Depois veio e me deu um beijo molhado. Que delicia sentir o corpo da menina.
Ela era bem alta, quase da minha altura, o que permitia um encaixe perfeito. Ficamos alguns minutos em pé, naquela posição, quando senti a Patrícia me abraçar pelas costas. Ela mordiscou o meu pescoço e minha orelha. O seu perfume era inconfundível. O tesão de saber que era ela foi elevando o meu pau novamente.
Eu mesmo acabei de tirar a minha roupa. Fomos os três nos dirigindo para o sofá. Deitei de barriga para cima. A essa altura minha pica estava latejando e dura que nem rocha. Patrícia ajeitou a boceta na cabeça do meu pau e foi descendo, lentamente, até ele sumir dentro dela. Sandrinha, era esse o nome da loirinha, ajeitou a bocetinha loura na minha boca. Comecei a mamar aquela xana retribuindo a mamada que ela tinha me dado. Enquanto isso, Patrícia mexia que nem batedeira e urrava sem parar. Sandrinha gemia gostoso.
A safada começou a balançar, de modo que eu podia mamar a sua xota e o seu cuzinho, alternadamente. A cada vez que o cuzinho ficava a minha disposição eu enfiava minha língua, cada vez mais fundo. De repente, as duas começaram a se beijar desesperadamente, balbuciando gemidos de gozo. Continuei mamando a bocetinha e senti um liquido jorrar na minha boca, enquanto o cuzinho da Sandrinha piscava sem parar.
Ela se levantou da minha cara e me deu outro beijo. Patrícia deixava a minha pica entrar e sair bem devagarzinho e foi chegando para trás, se debruçou em mim e deixou os peitões para eu mamar. Senti quando ela gozou. Ficamos os três sentados no sofá, assistindo a suruba a nossa frente, eu ainda com minha pica latejando. Foi quando um dos rapazes veio na nossa direção e, sem cerimônia nenhuma, abocanhou a minha rola.
Fiquei meio espantado, mas as meninas começaram a me bolinar. Relaxei. O moleque era experiente. Eu estava meio zonzo com a situação, mas ele simplesmente se levantou, sem largar meu pau e foi sentando no meu colo, enterrando minha vara no rabinho. O viadinho começou a rebolar e urrar, enquanto punhetava ele mesmo. Uma loucura! Quando ele gozou eu senti o seu cu piscar muito, mordendo o meu pau. Se levantou, e sem menor pudor falou para mim: valeu tiozão!
Então, Sandrinha montou em mim, enterrando minha pica na sua xana. Chamou outro rapaz, um negro com uma vara que parecia maior que a minha e pediu para ele comer o seu cuzinho. O Pedro foi metendo no cu da Sandrinha, sem dó. Eles começaram a se movimentar e eu fui no embalo deles. A Sandrinha urrava que nem uma cadela no cio. A Patrícia não parava de me beijar e fui sentido que ia gozar a qualquer momento. Dito e feito. Esporrei muito na boceta da Sandrinha, que gozou logo em seguida. O rapaz também esporrou o cuzinho dela.
Fomos tomar banho e fui apresentado a toda a turma da suruba. Pedro, que tinha acabado de comer a Sandrinha comigo, Alex, o que tinha engolido minha vara e Guilherme, o mais novo da turma. As outras meninas eram a Flavinha, outra loirinha, mas mignon e a Aninha, uma branquinha magrinha, mas com uns peitos que pareciam dois melões. Todos na faixa dos vinte e poucos anos. As meninas foram na frente e entre risos entraram no banheiro.
Os rapazes e eu ficamos esperando. Foi quando o Guilherme e o Pedro começaram a brincar de fazer sanduíche do Alex. O viadinho adorou e começou a punhetar o Pedro, enquanto encostava a bunda no pau do Guilherme. Me chamou: “vem... tio...”. Fiquei meio encabulado e eles riram. Guilherme, então, se deitou no chão e Alex, sem pestanejar sentou na vara do moleque e começou a rebolar. Pedro, que também já estava de pau duro deu a jeba para o Alex mamar. Eu já estava excitado e ia oferecer meu pau, quando uma das meninas abriu a porta do banheiro.
Quando deu com aquela cena não resistiu e me chamou: “entra aqui, Vicente”. Foi uma loucura. Elas me levaram ao chuveiro e começaram a me dar banho e me bolinar. Quando vi, a Flavinha, que estava lavando meu pau, tinha engolido a minha vara até o talo, enquanto as outras me bolinavam sem parar. A Sandrinha não se conteve enquanto não enfiou a língua no meu cu. Gozei na garganta da Flavinha...A Patrícia ria sem parar.
Quando saímos do banheiro, o Pedro estava traçando o cu do Alex, que estava de quatro, que nem uma cadela, enquanto o Guilherme observava. As meninas, então, puxaram o Guilherme e fomos juntos novamente para sala. Iniciamos outra suruba. Dessa vez, a Patrícia mostrou o seu lado cachorra e levou pica, língua e dedo de tudo quanto era jeito. Linda e safada. Comecei a querer ficar mais perto dela. Detalhe: percebi que a bocetinha ela somente deixava eu comer. O rabinho a rapaziada traçava... O Pedro e o Guilherme, inclusive, comeram o cuzinho dela ao mesmo tempo em que eu traçava aquela xota quente, que, pelo menos, por enquanto era só minha.
Transamos até umas seis horas da tarde, quando cada um precisava ir para sua casa. Como eu iria viajar em dois dias, marcamos outro encontro. Mas essa historia fica para depois.