Autor: Beth
9.4
Vocês que leram o troco da traição se lembram das duas surras que levei, uma consentida e a outra forçada pelo meu ex-namorado, Paulo. Fiquei semanas sem querer saber de sexo, pois fiquei traumatizada e chateada com ele e os amigos. Afinal de contas eu fiquei muito exposta aos comentários e juízos de valor da parte da turma deles. No início achei que iria superar, mas no dia-a-dia a minha vontade de me afastar foi ficando cada vez mais intensa. Não posso dizer que, sexualmente, eu não fiquei satisfeita, apesar de passar alguns dias com ardência e dores provocadas pelo grande número de penetrações que levei.
O tempo foi passando e a minha rotina de trabalho foi me consumindo. De vez em quando eu passava pelo Wander (lembram?), que tinha me comido junto com o Renato, no Hotel. Como havíamos combinado, não tocaríamos mais no assunto. Muito embora o Renato sempre que me via me dava uma piscada de olho e me lançava um sorriso sem vergonha. Já o Wander fingia que nunca tinha tido qualquer contato comigo. Achava legal da parte dele, mas algumas vezes me sentia meio, digamos... desprestigiada por ele, que tinha a fama de ser garanhão. Assim procedemos por diversos meses. Acontece que a minha abstinência estava começando a me deixar meio louca. A ponto de eu começar a me masturbar cada vez com mais freqüência, tendo, inclusive, comprado um pequeno vibrador, que eu usava, ultimamente, para introduzir no meu cuzinho.
Um dia, ao entrar no elevador, indo embora para casa, dei de cara com o Wander, que me esboçou um sorriso singelo. Como era final de expediente, boa parte do pessoal do prédio estava deixando os seus escritórios e a cada parada que o elevador fazia ia enchendo mais. Meio sem querer acabei ficando de costas para o Wander e encostei minha bunda nele. Bastou para que a minha xaninha ficasse piscando e em brasa. Senti, também, o volume que se formou a sua frente. Mais uma parada e aconteceu o inevitável: o Wander, delicadamente, e sem que ninguém percebesse, me puxou ao encontro dele, segurando a minha virilha com as suas mãos. Não resisti, e também sem deixar que ninguém no elevador percebesse, apertei a sua perna direita. Foi o sinal verde para que iniciássemos uma conversa bem animada, do tipo... “não parei de pensar no que fizemos”. Cascata dele, por que tinha uma namorada muito bonita, que eu tinha visto algumas vezes.
Mas o meu atraso sexual estava tão grande que resolvi achar que minha oportunidade seria aquela. Até porque o Wander havia se mostrado mesmo muito confiável, ao contrário do Renato, que embora não tivesse também me falado mais nada, se pudesse me comeria a qualquer momento que eu sinalizasse. Mas, como falei anteriormente, o meu cargo na empresa é de Secretária de Diretoria e preciso manter o meu nível de libido sob controle, para não entrar em furada como certas colegas que são chamadas de galinha prá baixo.
Após o Wander ligar para a sua namorada, dando uma desculpa qualquer, dirigimo-nos cada um para o seu carro. Combinamos de nos encontrar no meu apartamento. Enquanto estava dirigindo, o telefone tocou; era o Wander perguntando se não queria que ele levasse algum vinho, ou coisa parecida. Falei que tudo bem, eu não tinha preferência, mas que ele ficasse à vontade.
Cheguei em casa e deixei recado com o porteiro que meu primo iria me visitar e que o deixasse subir, sem precisar tocar o interfone. Na verdade eu queria me preparar. Corri para o banho e fiquei imaginando aquela pica maravilhosa me rasgando toda. Afinal de contas, não via um pênis de verdade há bastante tempo. Me perdi no tempo e fui ficando muito excitada. Comecei a me masturbar no chuveiro, quando, de repente, ouvi um barulho e abri os olhos. Para a minha surpresa o Wander estava totalmente nu, com a pica quase varando o teto de tão dura se dirigindo a minha direção. Abri a porta do Box e deixei-o entrar.
Nos atracamos num beijo molhado e, sem a menor cerimônia, o Wander foi metendo aquela rola maravilhosa na minha boceta. Levantei a perna um pouco e fui sentindo, primeiro a cabeça e depois aquele mastro que parecia não ter fim: grande, grosso, macio, quente. Não precisou mais do que três estocadas bem lentas e eu gozei muito, mas muito mesmo. Urrei que nem uma cadela no cio e chupei a língua dele pra dentro da minha boca de tal jeito, que eu me senti totalmente preenchida por cima e por baixo.
Mas não deixei ele sair do box. Ainda com o chuveiro aberto e com aquela água morna caindo em cima da gente fui ajoelhando até alcançar aquela rola que mais parecia um salame. Botei a cabeçorra na minha boca e dei uma mamada que fez ele urrar de prazer. Depois fui cuspindo e tentando engolir aquele monumento. Segurei as bolas e juntamente com o pau apertei contra o meu rosto e comecei a punhetá-lo. Engolia, tirava e punhetava. Cuspia na cabeça do pau, engolia e deixava na minha garganta até não conseguir respirar. O Wander começou a urrar e, de repente, eu só senti o leitinho quente dele na minha garganta.
O safado agarrou minha cabeça e não deixou eu tirar o pau da boca, de modo que, enquanto ele gozava, eu fui obrigada e tomar aquela porra todinha. Mas engoli tudinho com prazer. Só deixei um pouquinho de sacanagem, para beijá-lo e fazê-lo sentir o gostinho da sua porra. Levantei e fui direto beijar aquela boca macia (o Wander não é um sujeito muito bonito, mas é muito tesudo). O sem vergonha simplesmente topou a sacanagem e engoliu, comigo, o restante do seu leitinho que ainda estava na minha boca. Adorei, porque achei muito desprendimento dele.
Corri para o quarto totalmente molhada e ele, sem se fazer de rogado, foi atrás de mim. Antes que eu chegasse à cama, ele me agarrou por trás e começou a mordiscar o meu pescoço e enquanto me bolinava, foi se jogando e me jogando na cama. Uma loucura! Para a minha surpresa a pica dele estava ficando dura novamente e ele não titubeava um só instante. Tomava todas as iniciativas. Começou a me dar um banho de língua maravilhoso.
Beijou minha boca, meu pescoço, sem deixar de bolinar os meus peitos e minha xaninha, que estava novamente em brasa. Mamou meus peitos e mordiscou os mamilos, o que me fez dar vários gritos de tesão. Eu estava perdendo totalmente o controle da situação, como da outra vez. Mas o Wander era cruelmente delicioso e foi descendo, beijando o meu ventre, minhas virilha, minhas coxas e sem piedade enfiou um dedo na mina xana, enfiou um segundo e, maldosamente, foi direto no meu grelinho e chupou ele como se chupa um pau. Que canalha! Fui à loucura.
Não satisfeito, sem parar de me bolinar, foi dando um jeito de me botar de quatro. Não sei como conseguiu, mas a verdade é que ele começou a bolinar o meu cuzinho, ao mesmo tempo em que me chamava de safada, puta, gostosa, piranha. Aquilo foi me deixando louca de tesão e meu cuzinho começou a piscar. O safado falou pra mim: “pede pra eu comer teu cuzinho, pede?”. Achei muita sacanagem, mas não resisti. Gritei: “Me come, come esse cuzinho que está louco pela sua vara, vai, safado, me rasga com essa piroca.”. Aí quem enlouqueceu foi ele.
Começou a cuspir no meu cuzinho, enquanto ia abrindo-o com um, depois dois, três e... quatro dedos! O safado foi me rasgando com a mão, até que fez um caminho para a pica entrar. Eu estava implorando e ele começou a penetrar nas minhas entranhas devagar, mas aos poucos, para o meu desespero de dor e prazer, foi bombando sem piedade. - Geme, cadela! Diz que me quer... safada, piranha. Você é minha... ta ouvindo?
Ao mesmo tempo dava tapas na minha bunda. Fui gostando daquela putaria e entrando na provocação. Estava adorando e tive orgasmos sucessivos tal era a habilidade do Wander. Parecia que ele tinha me comido a vida inteira, tal o seu domínio sobre mim. Ele parecia adivinhar o meu desejo.
Após mais de quinze minutos, acredito eu, ele finalmente falou que ia gozar. Então eu pedi a ele para inundar o meu rabinho, que a essa altura não tinha mais nenhuma prega, tal a violência com a qual ele me deflorou. Quando ele gozou eu senti aquela porra quente invadir as minhas entranhas... Que delícia! O Wander gozou tanto que o seu leite escorreu pelas minhas pernas.
Quando ele terminou, deitamos e ele me deu um beijo molhado e carinhoso e perguntou: “posso dormir aqui, hoje?”. Fiquei meio assustada, mas assenti. Pensando bem, até que foi bom, pois, o que iriam pensar os porteiros se o vissem saindo após algumas poucas horas. Melhor foi, realmente, ele sair depois de mim, como saiu no dia seguinte.
Tomamos uma banho bem gostoso e emprestei um robe meu. Ele ficou lindo de rosa... Pedimos uma pizza. Mas o Wander estava insaciável. Enquanto a pizza não chegava ele foi lá dentro da sala, pois tinha trazido um vinho italiano e abriu. Parecia o dono da casa tal a desenvoltura que ele achou o abridor e as taças, no meu pequeno bar. Brindamos, mas para a minha surpresa o Wander não bebeu na taça. Ficou de frente prá mim, já que eu estava recostada na guarda da cama, e foi despejando o vinho delicadamente na minha barriga, de modo a permitir que escorresse até a minha pélvis e caiu de boca na minha boceta. Me fez gozar na sua boca, ao mesmo tempo que servia o vinho. Fiquei louca, mas ele não parou por aí.
Tirou a taça da minha mão e me virou, tão rapidamente, que quando vi estávamos fazendo um sessenta nove. Abocanhei aquela rola com vontade e bolinei o seu saco até o pau dele não caber mais na minha boca. O safado continuou mamando minha xana e enfiando o seu dedo ora na minha xana, ora no meu cuzinho, ora botando um dedo em cada orifício. A posição fazia com que eu pudesse engolir com muita facilidade o pau dele. Gozei mais uma vez e quando pensei que ele estava satisfeito, ele mais uma vez, sem a menor cerimônia gozou na minha boca. Dessa vez segurei e direcionei os jatos para o meu rosto. Caímos um para cada lado quase desfalecidos.
Mas por pouco tempo, pois o entregador da pizza chegou. Jantamos a pizza e descansamos um pouco, enquanto víamos um pouco de TV. Agarradinhos, abraçadinhos. Estávamos mais para namoradinhos do que para amantes naquele momento. Dormimos.
Quando foi por volta das quatro da manhã acordei para ir ao banheiro e reparei que o Wander estava dormindo mas o seu pau estava duro feito pedra. Levantei. Quando voltei, aquela pica continuava dura. Pensei: pode ser só hoje... amanhã não tem mais... e... não me fiz de rogada. Segurei aquela rola, e fui sentado em cima, centímetro por centímetro até que minha xota ficou totalmente preenchida. O Wander foi acordado literalmente sendo comido por mim. Meio zonzo de sono ele tentou alguma reação para me ajudar, mas não precisava. Gozei rapidamente, bem gostoso e deitei novamente. Adormeci feliz da vida.
Quando acordei o Wander estava de pé e tinha feito um café bem gostoso. Tomamos café juntos e começamos a conversar um pouco. Ele perguntou se, antes de ir eu não gostaria de transar só mais um pouquinho... Qual vocês acham que foi a minha resposta? Claro que sim. Deixei o Wander me usar do jeito que ele quis e o sacana me usou bem.
Comeu minha xota, comeu meu cuzinho, bem gostoso, meteu muito em mim e eu gozava transloucadamente. Levamos mais de uma hora transando, até que ele me pediu para gozar na minha boca. Abri a boca e ele, sem cerimônia, mais uma vez, fez questão de jorrar o seu leitinho todinho dentro dela. Depois se abaixou e me beijou. Bebemos aquele líquido juntos, como se fosse uma taça de champanhe. Me vesti primeiro, saí e deixei a chave para ele entregar ao porteiro. No almoço nos encontramos e ele dessa vez deu uma piscada para mim.