Autor: Siagal
7.6
Perguntei se ela gostava de tomar uma cervejinha e começamos um papo animado. Conversa vai, conversa vem e percebi que ela estava me olhando de um jeito diferente. A gata estava com uma sainha bem curta, que mostrava as pernas lindas e bronzeadas. Nossa.... que tesão! Perguntei se ela tinha namorado e a menina respondeu que não, mas que “podia ter um agora”. Quando a safada falou isso fiquei excitado na hora. Ela percebeu que meu pau estava bem duro, dentro da calça de moletom.
Eu tenho um dote de 22cm, então faz um volume bem perceptível. A menina olhou para baixo e ficou com os bicos dos peitos duros de tesão. Eram seios pequenos, daqueles que cabiam dentro da mão. Andréia se aproximou do meu rosto e perguntou se podia me dar um beijo. Começamos a nos beijar cheios de vontade e senti meu pau pulsar. A gata estava tímida, então decidi tomar a frente da situação.
Fui passando a mão por cima da blusa dela e ouvi uns gemidos bem baixinhos. Comecei a alisar as coxas dela e vi quando Andréia abriu as pernas devagar. Esfreguei a mão de leve na xaninha e senti que a calcinha já estava ensopada. Era uma calcinha preta de renda que tirei na hora. Fiquei tocando o grelinho, atiçando a ninfeta e então passei a dar umas dedadas com vontade. Ela contraiu a xaninha e senti a pressão no dedo. Meti mais fundo e tirei. Coloquei dois dedos dessa vez e fiquei enfiando, fazendo pressão.
Abri mais as pernas e comecei a chupar a menina. A bucetinha tinha poucos pelos e era cheirosa, uma delícia. Fiquei com o rosto todo melado depois que meti a língua dentro da buceta, para sentir o gosto da safada. Fui até a geladeira e peguei uma pedrinha de gelo. Passei a chupar a gata e depois colocar gelo. Não demorou muito e ela gozou na minha boca. Nossa, como ela gritava e se contorcia! Foi uma loucura! A gata relaxou de ver e eu tirei minha calça. Quando ela viu minha piroca deu um sorrisinho sacana e disse que era grande.
Encostei a pica na entrada da buceta e fiquei encostando de leve, colocando e tirando. Aí fui metendo lentamente e sem parar, enquanto a buceta ia se acostumando. Para minha surpresa ela era muito apertadinha e só tinha dado duas vezes na vida. O pau do rapaz devia ser pequeno, pois ela estava como se fosse virgem. Quando minha vara entrou inteira, a gata pediu baixinho: - Quero que você me coma com jeitinho... Fui metendo devagar para não machucá-la e quando estava na metade ela pediu para colocar tudo.
Quando meti ela deu um gritinho e aos poucos relaxou, aí foi só prazer. Comecei a bombar naquela gata, ouvindo os gemidos de prazer. Que tesão! Continuei metendo e já não estava agüentando mais, então gozei gostoso junto com ela. Quando tirei o pau de dentro, percebi que ela estava sangrando um pouco. Acho que tirei o cabaço da ninfeta. Ficamos deitados juntinhos e voltamos a fuder. Trepamos a manhã toda e só à noite ela foi embora. Depois eu conto mais uma aventura que vivi com essa gata. Tchau, amigos.