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A mina do buzão
Autor: Pabby
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5.1

Fui pra balada com meus brothers. Cheguei lá, não tinha mulher boa. Era um pagode chatão, cheio de mulher bagaceira e com cerveja quente. Já eram duas da manhã quando decidi deixar o lugar. Estava de carona, tive de pegar um ônibus. Assim que entrei no buzão, avistei uma loirinha gostosa pra caralho sentada no último banco, ouvindo mp3 player. Porra, ela tava pedindo pra eu chegar nela, com meu pau durão de mijo, depois da cerveja quente.

Sentei do lado da mina e em seguida ela me olhou assustada, depois fingiu que eu não existia. Segurei no meu pau e disse pra ela tirar aquela merda do ouvido. O trocador e o motorista só riam. Ela tirou... e perguntou o meu nome: - Rodrigo, e o seu? Nem deixei a mina responder e coloquei a mão na coxa dela. Ela tirou imediatamente e falou: - Você quer sexo, Rodrigo?, cheia de atitude. Não me agüentei e disse: - Pô, gata, quero sexo pra caralho!, com a voz embargada de tesão.

- Então pede, ao invés de ficar se fazendo de safado! Aliás, meu nome é Elisa. A mina levantou do banco e fez o sinal pra descer. Era uma rua escura em Moema. O ônibus parou e ela me olhou, como que pedindo para que eu descesse também. Meu pau cresceu na calça e saí do ônibus com o garotão marcando presença. Chegamos na calçada e a mina me imprensou na parede, disse que tinha namorado mas que gostava de trepar na adrenalina, ainda mais com caras gostosos e bêbados como eu. Segundo ela, nós damos no couro por mais tempo e de um jeito mais gostoso.

Elisa passou a mão por baixo da minha camisa, sentiu os meus pelinhos do peito e com muito tesão mordiscou minha boca. Eu estava ficando louco e comecei a roçar o pau nas pernas dela. Ela se esfregava com força em mim, até que se abaixou e começou a morder meu pau por cima da calça. Alguns poucos carros passavam, mas ela não parecia se importar. Elisa abriu o zíper da calça e tirou meu cinto. Em seguida, começou a bater uma punheta gostosa enquanto me beijava.

Porra, mano, que tesão do caralho aquela mina fazendo aquilo. Mãos de profissa, sacas? Eu abaixei a safada com força e comecei a ser selvagem. Enfiei o pau na boca da piranha e fiquei metendo com força até entalar. Os olhinhos da gata estavam cheios de lágrimas e eu metendo com tudo. Batia a cabeça da vara na bochecha dela e ela só me olhando, calada. Joguei a mulher na parede e levantei a sainha de emo que ela tava usando. Botei a calcinha pro lado e comecei a meter que nem cachorro, cheio de tesão.

Fui enfiando com força, enquanto ela mordiscava a minha orelha. Safada a mina, safada. Tinha horas em que segurava o movimento da minha cintura e só mexia a dela. Porra, brother, só tesão nessas horas. Só tesão, a mina tinha os molejos pra fuder. Ela tirou meu pau de dentro, desceu de novo, e disse que adorava sentir o gosto da boceta dela nos paus dos caras, então começou a mamar forte. Eu estava cheio de tesão, me segurando na parede e fazendo força pra não gozar. Mas não deu, ela tinha a boca mais gostosa que já me mamou.

Esporrei incontrolavelmente e ela engoliu minha porra todinha. Aí foi subindo e lambendo o meu corpo. Que delícia, véio, que delícia. A safada deu uma limpada na boca e parou um táxi. Então ajeitou a calcinha, viu que a meia-calça arrastão tava meio rasgada e antes de ir embora disse que meu pau era pau duríssimo. Mano, eu nunca vou esquecer a foda dessa mina. Nunca. Se alguém viu por aí uma mulher loira, branquinha, de olhos claros e um corte de cabelo assimétrico, me mande um e-mail.

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