Autor: Pabby
5.0
Sentei do lado da mina e em seguida ela me olhou assustada, depois fingiu que eu não existia. Segurei no meu pau e disse pra ela tirar aquela merda do ouvido. O trocador e o motorista só riam. Ela tirou... e perguntou o meu nome: - Rodrigo, e o seu? Nem deixei a mina responder e coloquei a mão na coxa dela. Ela tirou imediatamente e falou: - Você quer sexo, Rodrigo?, cheia de atitude. Não me agüentei e disse: - Pô, gata, quero sexo pra caralho!, com a voz embargada de tesão.
- Então pede, ao invés de ficar se fazendo de safado! Aliás, meu nome é Elisa. A mina levantou do banco e fez o sinal pra descer. Era uma rua escura em Moema. O ônibus parou e ela me olhou, como que pedindo para que eu descesse também. Meu pau cresceu na calça e saí do ônibus com o garotão marcando presença. Chegamos na calçada e a mina me imprensou na parede, disse que tinha namorado mas que gostava de trepar na adrenalina, ainda mais com caras gostosos e bêbados como eu. Segundo ela, nós damos no couro por mais tempo e de um jeito mais gostoso.
Elisa passou a mão por baixo da minha camisa, sentiu os meus pelinhos do peito e com muito tesão mordiscou minha boca. Eu estava ficando louco e comecei a roçar o pau nas pernas dela. Ela se esfregava com força em mim, até que se abaixou e começou a morder meu pau por cima da calça. Alguns poucos carros passavam, mas ela não parecia se importar. Elisa abriu o zíper da calça e tirou meu cinto. Em seguida, começou a bater uma punheta gostosa enquanto me beijava.
Porra, mano, que tesão do caralho aquela mina fazendo aquilo. Mãos de profissa, sacas? Eu abaixei a safada com força e comecei a ser selvagem. Enfiei o pau na boca da piranha e fiquei metendo com força até entalar. Os olhinhos da gata estavam cheios de lágrimas e eu metendo com tudo. Batia a cabeça da vara na bochecha dela e ela só me olhando, calada. Joguei a mulher na parede e levantei a sainha de emo que ela tava usando. Botei a calcinha pro lado e comecei a meter que nem cachorro, cheio de tesão.
Fui enfiando com força, enquanto ela mordiscava a minha orelha. Safada a mina, safada. Tinha horas em que segurava o movimento da minha cintura e só mexia a dela. Porra, brother, só tesão nessas horas. Só tesão, a mina tinha os molejos pra fuder. Ela tirou meu pau de dentro, desceu de novo, e disse que adorava sentir o gosto da boceta dela nos paus dos caras, então começou a mamar forte. Eu estava cheio de tesão, me segurando na parede e fazendo força pra não gozar. Mas não deu, ela tinha a boca mais gostosa que já me mamou.
Esporrei incontrolavelmente e ela engoliu minha porra todinha. Aí foi subindo e lambendo o meu corpo. Que delícia, véio, que delícia. A safada deu uma limpada na boca e parou um táxi. Então ajeitou a calcinha, viu que a meia-calça arrastão tava meio rasgada e antes de ir embora disse que meu pau era pau duríssimo. Mano, eu nunca vou esquecer a foda dessa mina. Nunca. Se alguém viu por aí uma mulher loira, branquinha, de olhos claros e um corte de cabelo assimétrico, me mande um e-mail.