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A sobrinha da namorada
Autor: Gustoso Floripa
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

7.9

Sou o Luiz Gustavo, tenho 26 anos e namoro há cerca de seis. Minha namorada tem um sobrinha, a Manoela, que sempre foi uma menina muito linda. Quando a conheci ela era bem novinha e mesmo assim já chamava muita atenção. Mas como não sou louco nem nada, nunca demonstrei o que achava. A garota foi crescendo e sempre me tratou com muito carinho. Pensava que era pelo fato da gente ser meio “parente” e nunca dei bola.

Então chegou o aniversário de 18 anos da Manoela, que estava louca para sair, já que seus pais eram muito conservadores e nunca permitiram que a menina fosse a uma balada. Nessa época eu e minha namorada já morávamos juntos e dissemos que levaríamos Manoela a um show que ia acontecer na cidade. Depois combinamos que a menina dormiria na nossa casa, que ficava mais perto do local. Durante o show, Manu despertou o interesse de muitos homens, mas dava para ver que ela não estava afim de nenhum deles.

Para dispensar o carinhas, ela fingia que nós éramos um triângulo amoroso e começava a me abraçar, beijando meu rosto e me deixando louco de tesão. Para piorar, ela estava num vestidinho preto que tinha um decote maravilhoso. Num certo momento minha namorada decidiu ir ao banheiro e chamou Manoela para ir junto, como é de costume entre as mulheres. Só que a ninfeta disse que preferia ficar ali comigo. Então ficamos só nós dois por um tempo.

A safada começou a se esfregar em mim enquanto dançava, me provocando de uma maneira inexplicável. Até que um cara chegou, convidando Manu para dançar. Ela deu um sorrisinho sacana e respondeu que já estava acompanhada. Então se virou e me deu um baita de um beijo. Segundos depois minha namorada apareceu e nós agimos como se não tivesse rolado nada. Como nós não estávamos mais acostumados a sair pra balada, decidimos ir embora.

Para meu espanto Manu achou uma boa idéia e fomos para casa. Cheguei morrendo de fome e fui direto para cozinha. Minha namorada foi direto para a cama, pois estava exausta, e dormiu em seguida. Manu falou que também estava com fome e veio me acompanhar. Ela ainda estava com aquele vestidinho curto e os seios maravilhosos à mostra. Foi quando a gata perguntou o que eu tinha achado do beijo e veio se aproximando de mim.

Não perdi tempo e a agarrei, beijando-a loucamente e acariciando seus lindos seios. Depois mamei aqueles peitões maravilhosos. A safadinha tirou minha roupa e começou a me chupar. Ela fazia tão bem feito que eu quase não acreditei. Deixei a menina mamar por um tempo e a coloquei em cima da mesa, retribuindo a chupada. Manu gemia muito gostoso e não demorou para gozar. Logo depois segurei minha pica, que latejava de tão dura e comecei a esfregar naquela bucetinha linda, até a gata implorar para eu meter com força.

Fodemos muito gostoso até a hora em que não agüentei mais e gozei em cima dela. Mal acabei de gozar e Manu já começou a me acariciar novamente. Eu nem tinha me recuperado daquela foda gostosa e ela já queria mais, então peguei a ninfeta e a levei para a sala, que era mais confortável. Coloquei a garota de quatro sobre o sofá e comi aquele cuzinho apertadinho, enquanto apertava aqueles peitos. Ela queria mostrar que sabia fazer tudo, então não negou nada do que pedi.

Meti devagar no início, mas conforme o rabinho ia se acostumando, eu aumentava o ritmo até ficar num vai-e-vem frenético. Enfiei cada vez mais fundo e cada vez mais forte, tapando a boca da Manu com uma das mãos. O quadril dela ia para frente a cada investida minha, até que gozei dentro dela. Preocupados em não fazer muito barulho, resolvemos acabar a noite por ali. Ela se despediu com um beijo quente e foi se deitar. No dia seguinte agimos como se nada tivesse acontecido e até hoje, meses depois, espero uma nova oportunidade.

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