Hetero Orgias Lesbicas Fetiche BSDM
Melhores contos Envie o seu conto
Buscar
Conto

Título

Autor

Palavra-chave
Ok


Encontro de gerações - Parte 2
Autor: Vicente
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

9.2

Após a transa com a Patrícia tomei um banho bem gostoso, sentindo um misto de tesão, satisfação e medo. Afinal, se Carlos descobrisse que eu tinha transado com sua filha, talvez eu nunca mais tivesse coragem de olhar para ele. Com a Marisa acho que o problema seria menor, até porque ela já fez confidências sobre as nossas transas de adolescentes com a Patrícia, que me pediu para comer seu cuzinho da mesma maneira que eu tinha feito com a mãe dela.

Passei o dia seguinte praticamente sozinho, passeando pelo sítio e conversando com alguns empregados, pois Carlos, Marisa e os três filhos tinham saído para resolver coisas. Aproveitei para cavalgar um pouco e arejar a mente. Quando a noite chegou encontrei com toda a família para o jantar. Evitei, ao máximo, olhar para a Patrícia, para não me trair. Ela, parecendo sentir minha angustia, estava bem recatada, vestindo jeans e camiseta. Por duas vezes os nossos olhares se cruzaram.

Mais tarde todos se recolheram e eu fui para o chalé um pouco mais aliviado. Nem acreditava que tinha conseguido ultrapassar o primeiro desafio. Dormi pensando na transa com aquela ninfeta de pele dourada, torcendo que ela me surpreendesse e aparecesse para ficarmos juntos. Mas isso não aconteceu. Dormi até mais tarde e assim que saí do banho, quando me preparava para dar um passeio pela cidade, João, o jardineiro do sitio, bateu à minha porta e informou que havia um recado para mim.

Ele me entregou um envelope lacrado e falou que a Patrícia tinha pedido para avisar que o melhor horário que ela tinha conseguido com o corretor de imóveis era às duas horas da tarde. Achei engraçada a criatividade dela e fingi que era verdade, já que era uma maneira discreta de nos encontrarmos em algum lugar fora dali. Agradeci ao João, fechei a porta e abri o envelope. Realmente tinha um endereço com uma pequena indicação, para eu me localizar mais fácil.

Na realidade o lugar era um sitio vizinho à casa onde eu estava hospedado. Fiquei logo excitado, tentando imaginar o que a safadinha estava preparando. Para evitar qualquer problema, resolvi fazer o trajeto a pé. Andei cerca de meia hora e cheguei no local indicado. Logo que me aproximei do portão, um rapaz, que devia ser caseiro da propriedade veio ao meu encontro. Boa tarde pra lá, boa tarde pra cá e ele perguntou se eu era o professor de yoga da dona Patrícia. Meio encabulado com a situação, assenti com a cabeça.

O rapaz então falou: - O pessoal está esperando o senhor naquela casa. Fiquei meio injuriado por não ter ido a cavalo ou mesmo de bicicleta, pois a tal casa ficava a mais ou menos um quilômetro da porteira. Mas segui em frente, agora um pouco apreensivo e ainda mais excitado. Não sabia o que Patrícia estaria aprontando. A sensação que eu tinha era de que eu estava sendo vigiado de longe por alguém naquela casa. Ao me aproximar vi que tinha uma música muito alta, vindo lá de dentro.

Quando ia chamar alguém, no mesmo instante, uma menina linda, loirinha e de cabelos compridos, olhos azuis, quase da minha altura e com um corpinho sarado abriu a porta e falou: - Estamos te esperando, tio... Quando entrei, para minha surpresa, havia um grupo de três garotos e três garotas. Uma delas era a Patrícia. Todos estavam bem à vontade numa suruba. Atrás de mim a loirinha simplesmente tirou o vestido e encostou os dois melões nas minhas costas, me abraçando e roçando a xaninha na minha bunda. Enlouqueci!

Virei e tasquei um beijo bem molhado. Meu pau estava rijo como uma pedra. A ninfetinha, então, se abaixou, abriu a minha calça com habilidade e começou a pagar um boquete de gente grande. Quando dei por mim, resolvi olhar para o lado enquanto a minha vara era quase totalmente engolida pela vadiazinha. Vi, então, Patrícia sendo enrabada por um moleque bem-dotado. A safada só não gritava porque estava entalada com outra pica na boca. Uma visão fantástica. Aquela menina sabia mexer as cadeiras tão bem quanto a mãe dela. Os outros dois casais estavam totalmente engatados uns nos outros.

Resolvi entrar no clima. Comecei, então a comer a boca da Sandrinha como se fosse uma boceta. A safada não arregava e engolia o quanto podia o meu cacete. Não resisti. Gozei muito na boca e na cara da loirinha. A putinha conseguiu deixar minha pica limpa, lambendo e engolindo todo o leite. Depois ainda me deu um beijo molhado. Que delícia sentir o corpo da menina. Ela era bem alta, quase da minha altura, o que permitiu um encaixe perfeito. Ficamos alguns minutos em pé, naquela posição, quando senti Patrícia me abraçar pelas costas.

Ela mordiscou o meu pescoço e a minha orelha. Seu perfume era inconfundível. O tesão de saber que era ela foi elevando o meu pau novamente. Eu mesmo acabei de tirar a minha roupa e então levei as meninas para o sofá. Deitei de barriga para cima. A essa altura minha pica estava latejando e dura que nem uma rocha. Patrícia ajeitou a boceta na cabeça do meu pau e foi descendo, lentamente, até ele sumir dentro dela. Sandrinha ajeitou a bocetinha loura na minha boca. Comecei a mamar aquela xana retribuindo a mamada que ela tinha me dado.

Enquanto isso Patrícia mexia que nem batedeira e urrava sem parar. Sandrinha também gemia bem gostoso. A safada começou a balançar, de modo que eu podia mamar a sua xota e o seu cuzinho, alternadamente. Cada vez que o cuzinho ficava à minha disposição eu enfiava a língua mais e mais fundo. De repente as duas começaram a se beijar desesperadamente e anunciaram o gozo. Continuei mamando a bocetinha e senti um liquido jorrar na minha boca, enquanto o cuzinho da Sandrinha piscava sem parar.

Ela se levantou da minha cara e me deu outro beijo. Patrícia deixava a minha pica entrar e sair bem devagarzinho e foi chegando para trás, até que se debruçou em mim e me deu os peitões para mamar. Senti quando ela gozou. Ficamos os três sentados no sofá, assistindo a suruba a nossa frente, eu ainda com a pica latejando. Foi quando um dos rapazes veio até nós e, sem cerimônia nenhuma, abocanhou a minha rola. Fiquei meio espantado, mas as meninas começaram a me bolinar. Relaxei.

O moleque era experiente. Eu estava meio zonzo com a situação, mas ele simplesmente se levantou e foi sentando no meu colo sem largar meu pau, enterrando minha vara no rabo. O viadinho começou a rebolar e urrar, enquanto se punhetava. Uma loucura! Quando ele gozou, senti seu cu piscar muito, mordendo o meu pau. Aí ele se levantou e sem menor pudor falou para mim: - Valeu, tiozão! Sandrinha veio em seguida, montando em mim e enterrando a pica na xaninha.

Ela chamou outro rapaz, um negro que tinha uma vara maior que a minha, e pediu para ele comer seu cuzinho. Pedro saiu metendo no cu da Sandrinha sem dó. Eles começaram a se movimentar e eu fui no embalo. Sandrinha urrava que nem uma cadela no cio. Patrícia não parava de me beijar e fui sentido que ia gozar a qualquer momento. Dito e feito. Esporrei muito na boceta da Sandrinha, que gozou logo em seguida. O rapaz também esporrou o cuzinho dela.

Fomos tomar banho e então fui apresentado a toda a turma da suruba. Pedro, que tinha acabado de comer a Sandrinha comigo, Alex, o que tinha engolido minha vara e Guilherme, o mais novo da turma. As outras meninas eram a Flavinha, outra loira, e a Aninha, uma branquinha magrinha que tinha uns peitos que pareciam dois melões. Todos na faixa dos vinte e poucos anos. As meninas foram na frente e entre risos entraram no banheiro.

Os rapazes e eu ficamos esperando. Foi quando Guilherme e Pedro começaram a brincar de fazer sanduíche do Alex. O viadinho adorou e começou a punhetar o Pedro, enquanto encostava a bunda no pau do Guilherme. Um deles me chamou. Fiquei meio encabulado e eles riram. Guilherme se deitou no chão e Alex, sem pestanejar, sentou na vara do moleque e começou a rebolar. Pedro, que também já estava de pau duro, deu a jeba para o Alex mamar.

Foi uma loucura! Quando eu ia dar meu pau para alguém chupar uma das meninas apareceu na porta do banheiro e me chamou. Quando entrei no chuveiro elas começaram a me dar banho e a me bolinar. Quando vi, Flavinha já tinha engolido minha vara até o talo, enquanto as outras me beijavam e mordiam meus mamilos. Sandrinha não se conteve enquanto não enfiou a língua no meu cu. Acabei gozando na garganta da safada, que parecia não cansar nunca. Enquanto tudo acontecia Patrícia ria sem parar.

Quando saímos do banheiro, Pedro estava traçando o cu do Alex, que estava de quatro, que nem uma cadela, enquanto o Guilherme observava. As meninas, então, puxaram o Guilherme e fomos juntos para sala. Iniciamos outra suruba. Dessa vez Patrícia mostrou o seu lado cachorra e levou pica, língua e dedo de tudo quanto era jeito. Linda e safada. Comecei a querer ficar mais perto dela... então percebi que o rabinho a rapaziada traçava, mas a bocetinha era só para mim.

Pedro e Guilherme chegaram a comer o cuzinho dela ao mesmo tempo em que eu traçava aquela xota quente, que naquele momento era só minha. Transamos até umas seis horas da tarde, quando cada um precisou ir para casa. Como eu iria viajar em dois dias, marcamos outro encontro. Mas essa história fica para depois.

Imprimir
Comentários
Dê sua nota
Ok




© 2008 Sexy Hot. Todos os direitos reservados.