Autor: Santiago
6.1
Algum tempo depois já sabia que ela era casada há dez anos e após muitos papos ela me disse que estava insatisfeita com a vida monótona que levava naquela cidade. Então falou que a única coisa diferente que tinha visto nos últimos anos era eu. Quando escutei isso fiquei excitado e imaginei como ela deveria ser na cama. Por isso, um certo dia depois do almoço lhe convidei para ir até a academia. Nessa tarde ia ser feita a manutenção dos aparelhos e não haveria aula já que essa função era atribuída a mim.
Para minha surpresa Clarice disse que iria e me pediu para aguardar um pouco, pois tinha alguns pagamentos para fazer. Ela fez questão de falar que tinha curiosidade de conhecer o meu local de trabalho e pela primeira vez a vi dando um sorriso cínico. Por volta das três da tarde já estava desanimando, quando escutei a campainha tocar. Clarice apareceu com um vestidinho preto e os seios quase saltando. Dava para ver o sutiã meia-taça. Nós nos cumprimentamos e a convidei para entrar.
Fui logo dizendo que lhe mostraria algo bem diferente do que estava acostumada a ver e ela me respondeu com um sorriso. Então a levei para o lugar mais confortável da academia: a sala de massagem. Mal entramos lá e ela se transformou. A gata pegou na minha vara com firmeza e disse que queria aproveitar cada minuto. Tirei o vestido dela e vi que estava certo sobre o corpo exuberante. Clarice tinha um peitinho médio e bicudo, uma bucetinha aparada que deixava apenas um filete de cabelo e uma bunda redondinha, grande e gostosa.
Comecei a mamar naqueles peitinhos e ela gemeu de um jeito tão sensual que só aumentou o meu tesão. Dei um banho de língua na safada e fui explorando cada centímetro daquele corpo. À medida em que eu a chupava, ela dizia que queria ser penetrada como uma puta. Clarice também pediu que eu batesse muito no rabo dela. Pedido feito, pedido cumprido. Meti minha vara na boca da safada e vi que Clarice ficou fascinada com o brinquedo grande e grosso. Ela se engasgou várias vezes com as estocadas e com os tapinhas que eu dei. Quando via que ela não conseguia mais engolir, empurrava mais fundo ainda.
Quando já não estava mais agüentando mandei o primeiro jato de porra naqueles peitinhos lindos e bicudos, mas a foda estava apenas iniciando. Mandei ela chupar a cabeça da minha pica enquanto batia uma punheta e logo a pica endureceu de novo. Deitei a gata de quatro e comecei a penetrá-la lentamente no rabinho. A cada centímetro ela urrava, mexendo o quadril de um jeito sexy. Dei alguns tapas na cara da putinha e disse que ia arrombá-la muito nessa posição.
Foi quando ela se esquivou e me pediu para meter gostoso na bucetinha pequena e apertada, pois queria sentir minha pica arrombando tudo. Meti como se mete numa cachorra, e a cada bombada a vadia gritava como se estivesse levando pau no útero. Após várias bombadas e uma meteção intensa enchi a gata de leite e caímos desfalecidos, mas satisfeitos. Hoje Clarice agora está grávida de seis meses e o marido nem desconfia que sua mulherzinha foi arrombada e engravidada por mim na academia...