Autor: Jose Carlos
7.3
Neide topou na hora, o que me deixou bastante interessado. Ela deixou o caixa na garagem do coletivo e falou que ia passar em casa para tomar um banho. A gata morava sozinha em um apartamento na zona leste de São Paulo. Fomos juntos até lá e fiquei esperando na sala. De repente ela apareceu só de toalha, o que me deu um tesão danado. A safada passou na minha frente, colocou uma música ai romântica e perguntou se eu sabia dançar.
Respondi que sim, mas que gostava mesmo era de forró. Neide colocou um forrozinho e foi até o quarto. Minutos depois ela voltou com um shortinho de lycra bem colado do corpo e uma blusa sem sutiã. Meu pau ficou muito duro e não deu para disfarçar. Eu tenho um cacete grande e grosso, então mesmo dentro da calça ficou um volume enorme. Começamos a dançar bem coladinhos e de repente a gata me deu um beijo de língua demorado. Ficamos nesse amasso gostoso e vi que a coisa ia esquentar.
Percebi que ela estava se roçando no meu pau e deixei rolar. “Que delícia”, ela falou bem baixinho no meu ouvido. “Estou morrendo de tesão por você.”, confessei. A gata se ajoelhou depressa, tirou minha calça e falou “Nossa, que rola grande! Eu nunca tinha visto um pau desse tamanho!” E então começou a me chupar com vontade. Nossa... que boca quente. Neide chupava muito gostoso até as bolas, me fazendo delirar de prazer.
Tirei a blusa dela e pude ver aqueles peitinhos lindos. Tirei o shortinho dela, depois a calcinha e me deparei com uma bucetinha pequena, com poucos pêlos. Caí de boca e fui chupando com vontade, lambendo, metendo a língua e arrancando suspiros da safada. Chupei intensamente até ela gozar na minha boca. Nessa hora Neide olhou para mim e falou “Mete gostoso, meu putão... quero sentir essa rolona dentro de mim!” Fui colocando a cabeça lentamente e ouvi um gritinho: “Ai, devagar! Eu sou apertadinha!”.
Chupei mais um pouco até a gata ficar bem lubrificada e dei uma estocada forte. Em três estocadas minha rola já estava toda dentro daquela xana melada. Meti com força, bombando até o fundo, sentindo a vara encostar no útero. A menina gemia alto e se contorcia de prazer. Continuei estocando, estocando... até que gozei bastante. Foi bom demais. Nessa noite eu comi a gata umas três vezes e fomos dormir. No dia seguinte ainda dei mas uma e depois fui para casa. Desde então tenho uma buceta amiga para me acalmar na volta para casa...