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Momento de loucura
Autor: Não creditado
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8.6

O que vou contar não tem nenhuma vírgula que não seja verdade. Eu sempre li esses contos e me deliciei com muitos deles, mas ficava pensando... “alguma história tem que ser verdadeira. Ninguém fala mentiras com tantos detalhes.” Por isso resolvi contar o que aconteceu comigo no ano passado. Tudo começou quando minha filha chegou para mim e disse: - Mãe, faz um lanche bem gostoso porque vou apresentar meu namorado para vocês. Então fiz suco, broa de milho, tapioca, pamonha, queijo qualho, tudo o que há de melhor aqui no nordeste.

Mais ou menos às três da tarde a campainha tocou e toda família ficou numa expectativa só. De repente entrou um rapaz moreno claro, tipo Antonio Bandeiras, com cabelos lisos e compridos, um corpo que dava uma vontade louca de abraçar, um perfume delicioso... fiquei alucinada com aquele homem. Simplesmente não conseguia vê-lo como meu genro, o que era terrível. Eu não conseguia mudar meu pensamento e senti que estava traindo minha filha.

O tempo foi passando, eles ficaram noivos, se casaram e eu continuava pensando naquele homem. Meu deus, que loucura! Eu tentava controlar, mas era mais forte que eu. O pior de tudo é que eu sentia que ele sentia o mesmo por mim. Tinha certeza de que ele amava minha filha e também me desejava. Ele sempre me abraçava forte, beijava meu rosto, meu pescoço e me deixava toda arrepiada. Até que numa manhã de sol minha filhota me ligou e me chamou para ir ao clube, para colocarmos a conversa em dia.

Tudo combinado e falei que iria no meu carro, para poder voltar na hora que desejasse. No clube, juro que não fiz nada de propósito, tudo aconteceu naturalmente. Eu vestia um biquíni fio-dental branco e como já estava bronzeada, a cor do biquíni realçava ainda mais o bronzeado. Ele se aproximou de mim e falou: - Mi sogrinha descoloriu sus pelos, que linnndoooo. Aquilo me envaideceu de uma forma descomunal, mas fiquei no salto, não podia vacilar.

Mais tarde nós já estávamos pra lá de Bagdá com tanto whisky na cabeça. Minha filha foi o banheiro e ele aproveitou o momento para falar: - Vou deixar a Lucinha em casa e depois vou na sua casa. Preciso te falar uma coisa muito séria. Respirei fundo, quase sem ação, e disse: - Tudo bem. Horas depois ele tocou a campainha. Quando abri a porta meu genro me abraçou de um jeito diferente. Parecia que dançávamos um tango... minha coluna virou um arco quando ele me jogou para trás e beijou meu pescoço.

Ui! Dei uma risadinha sem graça e fui me afastando, mas ele me puxou pelo braço e me tascou um beijão de língua. O safado roçava o cacete nas minhas pernas e apertava minha bunda, fazendo movimentos para cima e para baixo como se fosse me penetrar com roupa e tudo. Ele me encostou na parede, puxou minha calcinha pro lado, levantou minha perna e mostrou uma pica linda linda, morena, perfeita. Então foi pincelando a cabecinha na minha buceta. Meu corpo tremia tanto que minha perna fugia da mão dele.

Ele me colocou sentada na mesa de jantar, lambuzou os dedos de saliva e ficou brincando com meu grelo, fazendo uma massagem gostosa. Fiquei toda babada e quando já estava quase gozando ele disse: - Goze em mi boca, abre su conchita por favor, mi amor. Aí meu genro se ajoelhou e meteu a boca na minha buceta. Gozei assim que senti aquela língua quente invadindo meu buraquinho. Que delícia! Depois ele me colocou no chão e me mandou ficar de bruços na mesa.

Virei de costas e arrebitei bem a bunda. Ele afastou minhas pernas e continuou me chupando, e enfiando os dedos na minha buceta e um no cuzinho. Eu rebolava como se estivesse sentada numa pica, gemendo gostoso e falando bobagens que só consigo dizer nessas horas. O rapaz me beijou e colocou minhas pernas em volta da cintura, então me levou para o quarto. Mal deitei na cama e ele arreganhou minhas pernas, caindo de boca na minha buceta melada. Nossa... para me deixar ainda mais louca ele me xigava em espanhol, com aquele sotaque sacana.

Aí senti a picona tentando entrar em mim. Ele encaixou a cabeça e foi metendo como um cavalo puro sangue, dando umas estocadas violentas e me deixando toda arrombada. Há tempos eu não sabia o que era ficar com a buceta completamente repleta de pica. Nossa... em pouco tempo fiquei toda ardida, mas o garoto era incansável e não gozava nunca. Ele já tinha esfolado meu útero e eu tinha gozado várias vezes naquela vara grossa. Ele queria me matar de prazer.

Depois de muitas estocadas minha buceta ficou toda inchada, então ele me virou de costas e lambeu meu cuzinho. O safado enfiou um dedo e fez alguns movimentos de entra e sai. Em seguida meteu aquela rola deliciosa lentamente, enquanto eu gemia sem controle. Nossa... doeu muito, mas deu para agüentar. Comecei a rebolar para tentar amenizar a dor. Ele mordia minhas costas e sussurrava bem perto do meu ouvido: - Da-me tu culo! Hummm... que esquisito! Eu não me contive e fiquei esfregando o rabo naquela tora até o talo, sem parar.

Fiquei pedindo para ele me rasgar inteira, dizendo para me fuder com força. Ele não parou um minuto sequer e acompanhou o meu ritmo, metendo e batendo na minha bunda. Meu genro então urrou alto e disse que estava gozando dentro do meu cu. Quando terminamos tomei um banho, nos abraçamos e prometemos nunca mais repetir aquilo. Fomos muito sinceros um com o outro e falei que o que aconteceu ali foi maravilhoso, mas era a nossa despedida. Nos beijamos e até choramos, mas nunca mais transamos. Hoje continuamos tentando vencer a tentação.

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