Autor: Pedro
7.6
O pai do Carlos mora numa cidade próxima, por isso meu amigo o visita uma vez por mês. Bem, num sábado qualquer o pessoal me ligou para jogar bola e aceitei na hora. Me vesti e quando estava saindo lembrei que minha bola tinha ficado na casa do Carlos. Como ninguém mais tinha uma bola boa, precisei passar lá para buscar... e eu sabia que justo nesse fim de semana meu amigo estava viajando.
Quando cheguei na casa dele toquei a campainha e a coroa atendeu. Ela apareceu com uma camisola branca bem curtinha e transparente, cheia de sorriso no rosto. Expliquei que tinha vindo buscar a bola e ela me convidou para entrar. Então disse que achava que a bola estava em cima do armário. Antes que eu pudesse me oferecer, a coroa colocou uma escada em frente ao armário e subiu. Vi que ela estava sem calcinha e fiquei com o pau duro no mesmo instante.
Ela ainda se esticou um pouco para procurar a bola e eu pude ver com detalhes a bucetinha peluda da mãe do meu amigo. Quando a safada começou a descer, me aproveitei da situação e dei aquela encoxada. Eu estava com um calção de futebol bem solto e ficou evidente o meu pau duro. A coroa não reagiu e dei uma mordidinha no pescocinho dela. Percebi que ela ficou excitada e continuei investindo, até que a gata se virou e começou a me beijar loucamente.
Ficamos nos amassos por um tempo e fomos para o quarto. Lá recebi um boquete fenomenal e acabei esporrando na cara dela, deixando o rostinho da coroa coberto de porra. Daí ela falou: - Vem chupar essa bucetinha. To molhadinha te esperando. Atendi ao pedido e caí de boca. Chupei gostoso e dei uma atenção especial, passando a língua do cuzinho até o grelo. Fiquei nesses trabalhos por alguns minutos e ela acabou gozando na minha boca. Então dei aquela pegada na cintura e virei a coroa de quatro.
Meti a vara sem dó até o talo e fiquei bombando com força, arregaçando aquela bucetinha carente. A cachorra gemia alto, rebolando na pica e falando sacanagem, até que ela pediu: - Mete na minha bocetinha e enfia o dedinho no meu rabo! Nossa... quando botei o dedo do rabinho dela quase gozei. O cuzinho da coroa piscava, pedindo para ser fodido. Continuei bombando, bombando e gozei. Fiquei no desejo de comer o cuzinho dela, mas meu pau não agüentava mais.
Deitei na cama e ela veio por cima, esfregando a bundinha na minha cara. Nossa... meu pau levantou na mesma hora. Peguei a gata de jeito, botei sentadinha no meu colo e comi até nós dois gozarmos. Nesse dia meus amigos ficaram furiosos pois eu não apareci no jogo, mas nem dei bola. Carlos também nunca soube e nunca vai saber de nada. Desde então eu visito a mãe dele sempre que ele vai visitar o pai.