Autor: Carvalho
4.9
Em poucos dias meu príncipe me chamou para uma conversa e decidiu ir direto ao assunto: - Nós casamos por armação e eu não pretendo viver com uma beata. Vou querer que você se transforme numa escrava do sexo, fazendo tudo o que uma mulher pode fazer para agradar seu parceiro e a si mesma. Eu topei. Nossas primeiras noites foram de aprendizado: beber esperma e sexo oral completo. Fui arrombada na buceta e no cu, este último inicialmente com dores, depois com orgasmos sensacionais. Meu sexo, até então reprimido, explodiu em fúria.
Depois tratamos de meus pudores e recatos: passei a andar completamente nua em casa independente da temperatura; me masturbava a cada instante e virei fumante. Minhas roupas passaram a ser um shortinho bem pequeno e um top, sem sutiã. No início ficava corada com os olhares na rua, mas depois a vergonha se foi e levar cantadas pesadas passou a ser uma coisa normal na minha vida. Sair com o maridão também virou um tesão: meus vestidos, antes recatados, viraram coisa de puta, totalmente escandalosos e transparentes. E sem roupa de baixo.
O BDSM foi o passo seguinte: passei a dormir nua no chão de ladrilhos, usando apenas um travesseiro. A cama virou apenas um móvel para sexo. Os pregadores nos peitos me doíam como espetadas de agulhas. Que dor deliciosa... meu marido esporrando só de ver meu sofrimento. Passei por torturas nos lábios vaginais, amarrações cruéis que me deixavam com o corpo todo moído por bastante tempo, além de ser deixada amarrada ao relento com frio e chuva (que tesão) e chicotadas até gozar de dor. Isso sem falar em beber urina, beleza pura.
E a monogamia? Passamos a freqüentar clubes de swing e de BDSM, conheci dezenas de parceiros, homens, mulheres e casais... fui torturada por outros mestres além do meu marido e perdi completamente qualquer pudor. Fiz um curso de striptease e me exibi para muitas platéias – posso dizer que se sentir desejada é um tesão! E assim, através de um casamento arranjado, passei de virgem acanhada a uma mulher alucinada por sexo e totalmente sem vergonha. Se estou feliz? Sim, muitíssimo.