Autor: Leo
7.8
Quando chegou o sábado de carnaval, minha amiga me pediu pra dormir na casa dela, pois estava carente e queria conversar. Até então tudo normal. Fui pra lá e estava na sala vendo BBB quando a garota apareceu com um babydoll curtinho. A safada me olhou e me chamou para ir com ela até o quarto, pois queria ter uma conversa particular comigo e "a família estava em casa". Entramos no quarto, ela começou a falar do relacionamento e disse que o namorado não fazia nada com ela, que só pensava nele.
Expliquei que nem todos os homens eram iguais ao namorado dela, então minha amiga falou: - Ele nunca me fez gozar. Quando ouvi isso achei a gota d'água e tive vontade de pular em cima dela para fazer tudo o que o namorado não fez, mas me segurei. Então ela se deitou na cama e eu me sentei ao lado. Então ela começou a falar que estava doida pra transar e que queria me dar. Depois de ouvir isso meu pau saiu automaticamente da bermuda. Parecia uma rocha.
Na mesma hora tranquei a porta do quarto. Minha amiga estava me olhando séria e disse: - Leo, me come! Faz aquilo que o filho da puta nunca fez! Nossa... caí de boca naquela xotinha que estava toda raspada, cheirosinha e molhada. Chupei a buceta todinha e fiquei dando mordidinhas, lambendo o grelo enquanto ela gemia baixinho pedindo para eu continuar. De repente minha amiga começou a se contorcer, segurou minha cabeça com força e em seguida ficou ainda mais molhada. A putinha tinha gozado na minha boca.
Ela ficou um tempo relaxada depois do orgasmo e então disse que gostaria de retribuir. A gata veio beijando minha boca, descendo pelo meu pescoço, passando a língua no meu peito, beijando minha barriga... e quando chegou no meu pau colocou a vara inteira na boca. Na hora senti um frio na barriga e deixei a safada me chupar. Ela mamou até deixar minha pica toda melada. Aí parou e veio subindo, passando a língua pelo meu corpo. Minha amiga ficou de quatro em cima de mim e sentou gostoso no meu pau.
Quando senti aquela xotinha apertadinha quase gozei, mas segurei firme e me deliciei enquanto ela rebolava bem devagarzinho na minha vara. A gata subia, descia e ia rebolando, fazendo minha pica entrar e sair. Depois começou a ficar mais rápido, cavalgando, cavalgando no meu pau até que pude sentir a xotinha se contrair na minha vara. A putinha estava gozando de novo! Ela não parava de quicar, gemendo gostoso de olhos fechados.
Minha amiga então saiu de cima, se deitou do meu lado e ficou me beijando durante um tempão. Aí deu um sorrisinho e disse: - Foi tudo tão bom e eu estou tão excitada que queria tentar dar meu cuzinho... Não pude acreditar que ia conseguir fazer o serviço completo assim, sem nem pedir. Na mesma hora tirei a gata de cima de mim, a coloquei de ladinho e botei a cabeça do meu pau na entrada do rabinho. Comecei a empurrar bem lentamente e ouvi a safada gemendo.Continuei enfiando com calma, forçando a entrada e aos poucos a vara entrou.
Aumentei o ritmo e minha amiga agarrou os lençóis, se controlando para não gemer alto. Fui empurrando mais rápido e a safada passou a me pedir para rasgá-la, dizendo que queria ser fodida com força. Coloquei a gata de quatro e pude apreciar a paisagem. Uma bunda na minha cara com o cuzinho todo aberto, que delícia... Meti gostoso e fui bombando cada vez mais rápido.Meti, meti e continuei aumentando o ritmo até bater meu corpo com força no quadril dela, de tão rápido que estava estocando.
Ficamos assim por um tempo, minha amiga se esvaindo em prazer, gemendo e falando sacanagens. Então ela disse que não estava mais agüentando e pediu para levar leite no cuzinho. Atendi prontamente e enchi o rabinho dela de porra. Foi um prazer indescritível. Então nos abraçamos e ficamos juntos na cama, trocando beijos. Nesse momento abriram a porta do quarto. Era a irmã gêmea dela... mas essa história fica pra próxima.