Autor: Vera
8.4
Abri a porta e César me olhou de cima a baixo com cara de tarado. Me senti completamente nua. Então me deu um beijinho no rosto, desses que encostam no cantinho da boca. Nesse momento não sei o que aconteceu, mas comecei a tremer e fiquei completamente molhada. Tentei relaxar e esquecer aquilo, mas César fez uma observação maldosa: - Quantos mililitros de silicone você colocou? E fez a pergunta sem tirar os olhos dos meus seios, que chegam a assar de tão grandinhos e juntinhos que são.
Respondi que coloquei uns 300ml e cortei o assunto. Resolvi tomar uma chuveirada pra acalmar pois já não conseguia mais esconder minha cara de tesão. Entrei no quarto, tirei a roupa e quando ia entrar no chuveiro César bateu na minha porta. Abri enrolada na toalha e perguntei o que era. Ele queria um cigarro, então falei para pegar na mesinha de cabeceira. Meu enteado pegou, acendeu e não saiu dali. Ficou parado, me olhando firme e sorrindo. Falei que o pai dele já ia chegar.
César, que de bobo não tem nada, disse que o pai não voltava antes das 20h... e que não chegaria sóbrio. Era tudo verdade. Falei pela segunda vez que queria tomar banho e ele não se mexeu. Aí brinquei, falando que ia tirar a toalha e tomar banho com ele. O garoto segurou o meu braço e respondeu: - É isso que estou esperando. Quando soltei a toalha, ele arregalou um olhão pra cima de mim e disse que eu era uma escultura. Sem mais nem menos tirou o short e me mostrou aquela vara enorme, grande e robusta. A cabeça parecia um cogumelo.
Liguei o chuveiro e César veio atrás de mim, encostando aquela rola ma-ra-vi-lho-sa na minha bunda. Virei pra frente e começamos a nos beijar. Podia sentir o pau dele passando na minha barriga. Ficamos nuns amassos deliciosos e ele disse: - Agora você vai ser a minha mulher. César me jogou na cama, se jogou por cima de mim e começou a me chupar. Estava me sentindo uma puta, fazendo isso sem a menor culpa. O menino me abriu como um frango assado e ficou passando a língua na minha xana, atiçando meu grelo e meu cuzinho.
Já estava ficando louca de tesão e pedi gemendo: - Come sua madrasta! Me fode gostoso... Nessa hora senti a mão de César pesada na minha cara: - Cala a boca, putinha quem manda aqui sou eu! Hummmm... fiquei ainda mais excitada. Ele colocou a ferramenta na minha boca e me fez engolir a pica inteira. Quase engasguei. Era muita coisa e eu estava louca pra ser penetrada por aquilo. Virei de frente, abri as pernas e senti a cabeça do pau rasgando minha xana. Eu estava muito molhada e quase engoli o pau dele com a xota.
Meu enteado começou a bombar e me fez ver estrelas. Ele metia com força e bem rápido e eu mal conseguia me apoiar na cama. A cada tranco meu corpo ia para frente e minha xota ficava mais e mais arrombada. Então ele tirou o pau e disse: - Vira, vagaba, quero seu rabinho duro. Falei que não tinha a menor chance dele me arrombar, pois a vara era muito grande. Tentei não deixar, mas não teve jeito. Ele queria mesmo o meu cuzinho. Então abri a gaveta, peguei o lubrificante e passei no pau dele. César se aproximou e meteu sem dó.
Senti uma dor terrível, misturada com tesão e fui me acostumando. Já estava até rebolando no pau dele, dizendo barbaridades, quando senti meu cu piscando. Eu devia estar toda aberta como uma vadia. O garoto lavou o pau na pia e começou de novo na minha xana. Que delícia... eu já tinha gozado umas duas vezes e queria mais. Foi quando César tirou o pau da minha xana, meteu na minha boca, bombou umas quatro vezes e mandou um jato quente de porra na minha garganta. Tomei o leite aos goles, tamanha era a quantidade daquela delícia.
Fiquei com a cara toda gozada, por isso me levantei e fui ao banheiro. Na volta a brincadeira começou outra vez. Paulo chegou em casa horas depois e eu ainda dei mais uma com ele, ainda estava cheirando a porra do outro. Agora meu enteado vem quase todos os dias aqui em casa para dar uma pegada na putinha dele e sujar meu rostinho de leite. Não preciso nem dizer que estou super feliz em ser essa mulher de sorte...