Autor: Márcia
8.8
Quando voltamos da praia fui direto pro chuveiro. Tomei um banho frio e consegui acalmar os ânimos. Estava até meio tonta, já que nunca mais tinha olhado pra outro homem. Chegou a hora de dormir e minhas filhas, empolgadas com a prima, foram fazer bagunça no quarto dela. Minha cunhada é daquelas pessoas que dormem às 22h e já estava mais pra lá que pra cá, então resolvi assistir um pouco de tevê antes de pegar no sono.
Fui para a varanda do quarto do Ju e ficamos conversando até tarde, pois eu estava toda queimada, sem conseguir achar uma posição confortável e cheia de más intenções. Comentei que estava ardida e meu sobrinho logo se prontificou a pegar um creme hidratante e passar nas minhas costas. Quando ele voltou do banheiro, me encontrou deitada na cama, de costas para cima. Coitado... ficou todo sem jeito, tentando passar o creme por debaixo da camisola de seda.
Foi aí que comecei a provocação... “Deixa eu tirar a camisola pra você passar melhor. Vira de costas um minutinho”. Ele virou e eu fiquei só de calcinha fio-dental. Quando o garoto me olhou teve um verdadeiro surto, mas aproveitei e disse “Pode ficar tranqüilo... essa calcinha não é menor que o meu biquíni.” O coitado estava branco. Aí ele começou a me acariciar, passando as mãos nas minhas costas de um jeito super delicado e gostoso. Foi quando explodi de tesão. Já estava toda molhada e há dois anos nenhum homem colocava as mãos em mim.
Com uma vozinha rouca de tesão pedi a ele que passasse creme nas minhas pernas também, e meu sobrinho começou nos calcanhares. O safado foi subindo pela panturrilha e parou nas coxas. Daí não saiu mais. Dei mais um incentivo: “Vai mais pra cima, para com essa vergonha, sou sua tia!” As mãos dele estavam tremulas quando as segurei. Fingi que não percebi e as coloquei bem em cima da minha bunda, que é durinha de academia. “Passa mais creme”, falei. Quando terminou a deliciosa tortura eu me levantei do nada e agradeci com um beijinho na bochecha.
Quase encostei no cantinho da boca. Meu sobrinho estava travado, petrificado, e decidi dar a cartada final. Tinha que fazer aquilo. Ju continuava sentado na cama quando eu disse “Vamos, levanta.” Ele respondeu que não dava, bastante envergonhado... aí percebi que o garoto tinha ficado de pau duro. Resolvi brincar com a situação: “Que moleque sem vergonha, se excitando com a tia!” Então ele me pediu mil desculpas e ficou quieto. Passei a mão nos cabelos dele e falei “Não desculpo não, trate de vir aqui e acabar esse serviço”.
Meu sobrinho não entendeu nada e antes que ele pudesse reagir puxei o guri e dei um longo beijo. Em seguida tirei seu short e pude ver aquele pau enorme e robusto. Não tive dúvidas... caí de boca na vara, que latejava de tesão. Podia sentir a pulsação dele. Aí partimos para um 69 delicioso. Como aquele menino chupava bem... parecia até um homem experiente. Em poucos minutos gozei na boca dele e fiquei de quatro. Então apontei para a minha xaninha e falei “Vem comer a titia!”
Ele se posicionou atrás de mim, ajeitou a pica na entrada da minha xoxota e deu uma estocada. Aí passou a meter mais rápido. Quando vi que meu sobrinho já não agüentava mais, deixei se acalmar um pouquinho, virei de quatro de novo e disse “Volta pra cima da titia”. Ele já estava metendo na minha xana quando eu falei “Aí não, bota no cuzinho”. O garoto quase endoidou... meteu com calma e depois que a vara entrou inteira ele passou a meter alucinadamente, batendo na minha bunda e segurando meu quadril com força.
Fiquei com a bunda toda vermelha e percebi que ele estava prestes a gozar. Então me agachei e comecei a chupar. Nem deu tempo para muita coisa, pois logo senti aquele jato de porra quente descendo pela minha garganta. Engoli o leite todo e no final nós ainda nos beijamos como loucos. Nessa noite ele me comeu mais três vezes. E por todo o mês que passamos lá meu sobrinho me deu um chá de pica. A propósito, estamos escrevendo esse texto juntos. O Ju já está de pau duro de novo, me masturbando e eu não consigo escrever mais nada... hummm...