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Sexo gostoso
Autor: Penélope
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7.3

Em junho de 2007 meu irmão contratou um rapaz para fazer a instalação da nossa empresa. Confesso que quando o eletricista chegou eu fiquei intrigada, pois era um rapaz de corpo atlético, bem afilado, bronzeado, com uma boca carnuda e tudo o que uma mulher poderia esperar de um homem gostoso. Não conseguia acreditar que aquele pedaço de mal caminho ia ficar o dia todo trabalhando bem na minha frente.

Agora tinha uma boa desculpa para passar a tarde no prédio, “verificando como estavam sendo feitas as instalações”. O dia foi passando e algumas horas depois subi a rampa que dava para um dos quartos da casa. Lá encontrei aquele espécime belíssimo e totalmente concentrado no trabalho. Precisava falar com ele e inventei uma desculpa, perguntando se sabia onde estava o meu irmão. O rapaz se virou, me olhou e respondeu: - Ele não está aqui, mas se você estiver precisando de ajuda é só falar.

Ficamos nos olhando e tentei perceber o que ele queria... parecia carente e louco pra me comer. Não resisti. Ali mesmo dei um beijo que calou sua voz. Nos abraçamos com força, nossos corpos colados, as bocas se procurando num desejo louco e ele me jogou em cima dos materiais de instalação. Entre beijos e amassos abri o zíper da calça e puxei seu pau para fora. Fui descendo e beijando cada centímetro daquele corpo forte até me ajoelhar. Então caí de boca e chupei, chupei... enquanto o bonitão soltava gemidos de prazer.

O sujeito me pediu para ficar de costas, aí levantou minha saia, puxei minha calcinha para o lado e viu minha boceta toda molhadinha. Então encostou a cabeça da pica na entrada e meteu os 25cm lentamente. Ele enfiava bem devagar e tirava, me fazendo ver estrelas. Estava bom demais. Ficamos nesse tira e bota durante bastante tempo, até que ele pediu baixinho pra botar só cabecinha no meu cu. Falei pra ele que tinha medo pois a pica era muito grande, mas me convenceu que ia fazer sem dor.

Depois de muitos sussurros e lambidas no meu ouvido, eu já louca para gozar, aceitei e tentei relaxar. Ele veio todo dengoso e foi metendo no meu rabinho. O prazer era tanto que em questão de segundos eu gozei. O bonitão continuou bem devagar e disse que agora já podia me esporrar todinha. Não resisti e deixei que ele gozasse dentro do meu cu, para depois ficar olhando a porra escorrer pelas minhas coxas. Gostamos tanto da brincadeira que até hoje repetimos. Sempre que nos encontramos é certeza de muitas gozadas, chupadas e muita rola no cuzinho... uma delícia.

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