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Sexo e vingança
Autor: Paulo J.
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8.0

Era um belo sábado de sol e eu estava com a minha amante. A gata tinha escolhido um motel requintado, com piscina, cachoeira, teto solar, sauna... e disse que era tudo por conta dela. Logo no carro começamos a nos beijar loucamente, o que se desdobrou num belíssimo boquete ali mesmo. Reduzi a velocidade e engatei uma 2ª marcha para não correr risco de causar acidentes. Chegamos no motel às 08h da manhã e começamos a transar no estacionamento do quarto.

Apoiei a safada no capô do Vectra, meti gostoso e liberei a tensão. Então subimos, tomamos um banho e continuamos a foder em todos os cantos do quarto. Perdi a conta de quantas vezes minha putinha gozou, e só paramos de meter depois que esporrei quatro vezes. Saímos do motel por volta das 14h e a deixei em casa. Parei no primeiro boteco, tomei duas cervejas para deixar o bafo de álcool bem forte e fui pra casa com o álibi perfeito.

Quando cheguei minha querida esposa me recebeu toda carinhosa e instigante. Tentei despistá-la fingindo que estava bêbado, mas ela falou que era a cura para a minha bebedeira. Então me arrastou para o quarto, abaixou minha bermuda e começou um boquete profissional, comandando cada movimento. Nunca tinha visto minha esposa tão ativa, pois sempre precisei pedir para ela me chupar ou tomar a iniciativa. Durante a chupada ela estranhou que minha rola estava bem vermelha, aí perguntou o que havia acontecido.

Falei que tinha tomado uma bolada forte que quase me fez desmaiar. “Coitadinho”, ela disse, mas não parou de me chupar. Começamos a transar e ela ficou mudando direto de posição. Eu estava exausto, mas quando menos esperava minha senhora colocou a mão na cabeceira da cama, e pegou um tubo de KY. Depois me pediu para comer seu cuzinho com vontade. Como nunca neguei fogo, não seria agora. Aquele cuzinho lindo, rosadinho e a bundinha arrebitada levantaram minha disposição e lá fui eu com a rola toda esfolada.

Minha esposa estava muito diferente, pedindo para eu bater com força na bunda e na cara e xingá-la de cachorra, vadia, vagabunda. Fiz tudo isso e meti gostoso. Quando achei que estávamos chegando no gran finali, com ela apertando meu pau com força e gritando de prazer, a campainha tocou. Não entendi nada. Ela vestiu a camisola preta e foi lá atender, apesar dos meus protestos, dizendo para eu ficar em silêncio. Eu estava tão cansado que acabei cochilando.

Então senti aquela boca macia na cabeça do meu pau. Não quis nem abrir o olho e fiquei curtindo. Aí senti uns lábios grandes e macios encostarem na minha boca. Não hesitei em passar a língua e fizemos um 69 alucinante, mas quando abri o olho levei um susto. Tinha uma loura de olhos azuis chupando minha vara e olhando para mim. Tentei me controlar, pois estava com vontade gritar, mas por fim soltei um “pelo amor de Deus, parem! Deixem para outro dia!”

Minha esposa me deu um tremendo tapa na cara, se levantou e pegou um envelope que tinha várias fotos minhas e da minha amante, inclusive as do nosso último encontro. Ela ficou muito séria e começou a falar alto: - Você não é o machão que não consegue ver um rabo de saia? Então, seu pervertido, termine o serviço pois eu ainda não gozei e a Micheli está louca de tesão! Pode continuar trabalhando, pois você não está tão cansado assim, já que não foi jogar bola nem encheu a cara coisa nenhuma.

Neguei, neguei muito, então ouvi uma voz forte e grossa vindo da sala. Era um crioulo de mais ou menos 1,90m de altura, largo como um guarda-roupa. Ele entrou no quarto e disse: - Minha esposa, Micheli, está louca de tesão e eu quero vê-la gozar muito. Senão vou ser obrigado a meter minha mandioca no seu cu branco, afinal, não tenho e nunca tive medo de homem nenhum. Apesar de cansado, comecei a xingar o sujeito, mas ele ameaçou me dar uma surra.

Parei, pensei e comecei a foder as duas. Minha pica estava latejando, minhas pernas estavam bambas, mas lá fui eu firme e forte. Gozei outras duas vezes mas sem porra nenhuma, pois não tinha mais o que sair. Minha esposa gozou duas vezes e Micheli gozou três. Quando a suruba acabou, as duas ficaram se beijando na minha frente. Nessa hora pensei que nada mais podia acontecer, mas o crioulo veio e me agarrou. Ele me pegou no colo e senti meu cu tão trancado que não passaria nem uma agulha.

Chegamos no banheiro e ele falou: - Relaxa, branquinho... - e me jogou no chão do box. Depois abriu o chuveiro frio e me deixou lá. Pensei comigo “realmente Deus existe” e nem vi mais o casal bizarro. Eles foram embora e minha esposa apareceu no banheiro. Ela só me olhou e disse: - Quando quiser transar fora, me avisa que eu te arrumo. Fiquei perplexo. Depois desse dia nunca mais vi minha amante. Só que desde então, pelo menos duas vezes no mês recebemos a visita da Micheli para uma transa a três.

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