Autor: Sherazade
7.0
Estou sempre bronzeada, adoro praia e foi numa manhã ensolarada e quente que tudo começou. Eu estava de biquíni na piscina do meu tio quando um rapaz passou pelo portão. Como eu adoro me exibir, comecei a nadar de um lado para o outro bem devagar. Mas o filha da puta nem ligou e simplesmente foi direto para dentro da casa. Percebi então que ele conhecia todos ali, menos a mim. Sem demora, o bonitão saiu e passou novamente por mim, só que dessa vez parou para conversar.
- Tu deves ser a Sherazade, a estudante de artes. Seu tio César me falou de ti. Espero que estejas apreciando a passagem por aqui, já que o movimento na cidade não é dos melhores nessa época. Ele se apresentou e beijou a minha mão. Fiquei louca por aqueles olhos castanhos e meti na cabeça que tinha que dar pra ele! À noite Antonio veio tomar um uísque com meu tio e aproveitei para ouvir a conversa dos machos. Ele era mais alto que o meu tio, com mais de 1,81m. Nossa, só de olhar para aquele nordestino safado fiquei molhadinha.
Fui para o quarto colocar um robe, pois no Maranhão faz um calor dos infernos e eu já não usava mais calcinha. Quando voltei para a sala, Antonio estava sozinho no sofá e disse que meu tio tinha acabado de ir para o quarto dormir. Levantei uma perna, quase mostrando a xoxota na cara dele e mandei: - Tu estás querendo dizer que o resto da noite é nossa? Para minha surpresa, ele respondeu: - Não sabia que a sobrinha de um grande amigo meu podia ser uma vagabunda oferecida. Mas eu não dispenso uma loirinha gostosa...
Então Antonio me pegou pelo cabelo e me levou até um sofá enorme. Ali ele me arregaçou e começou a chupar minha boceta como nunca tinha sido chupada. Depois de algum tempo com aquela boca me matando de luxo, passei para cima dele e começamos um 69 absurdo. Gente, que cacete! Aquele homem tinha no mínimo 21cm de pau! Quando comecei a chupá-lo, já preparava a alma para recebê-lo. Gozei na boca de Antonio e fiquei toda arrepiada. Ele me deu um tapa tão forte na bunda que fiquei com medo do meu tio ouvir.
Aí lembrei que o quarto dele ficava do outro lado da casa e desandei a gemer alto. Sentei no cacete do macho e rebolei muito antes de mudarmos de posição. Fodemos gostoso de todas as maneiras possíveis e Antonio meteu no meu buraquinho durante mais de uma hora. A trepada estava me consumindo de tanto prazer. No fim, voltei para o meu quarto e Antonio foi embora. No dia seguinte agimos como se tudo não tivesse passado de um sonho, do jeitinho que eu esperava...