Autor: Wallace
8.3
Já a minha titia tinha só 28 anos e era a segunda mulher do meu tio, casada com ele há apenas 5 anos. Tudo começou com uma brincadeira dos meus primos. Estávamos na piscina do clube quando eles viram o volume do meu instrumento e começaram a fazer piadinhas. Quando voltamos pra casa eles quiseram me matar de vergonha e continuaram com as piadinhas. Fiquei sem jeito, mas meu tio pareceu não se incomodar. Então percebi que a Mara, minha tia, estava com um sorriso maroto no rosto.
Para piorar, meu tio disse que ia dormir fora para resolver um negócios em BH e insistiu para eu ficar na casa dele. A noite chegou e fomos todos pra sala assistir a um filme. Meus primos acabaram dormindo no meio, pois já estava tarde e tia Mara disse que minha cama estava pronta para quando eu quisesse me deitar. Fui para o quarto e dormi. Mais ou menos uma hora depois despertei com a porta abrindo. Quando abri os olhos vi minha tia enrolada num cobertor.
Ela falou meio sussurrando, com uma voz de puta: - Pensei que você estava com frio e trouxe essa manta. Agradeci, mas já estava desconfiado e com medo dos meus primos aparecerem. Mas antes que eu pudesse reagir Mara jogou a coberta por cima de mim e na maldade desceu a mão até o meu pau, que já estava duro. – Hummm... os meninos não estavam mentindo, hein. – ela completou. Puxei a titia pra cima de mim e já fui passando a mão na bucetinha, mas ela nem me deixou brincar muito: - Eu quero ser arregaçada por essa jeba enorme! A pica do seu tio não é nem a metade da sua.
Ai, me deu uma vontade louca de arrebentar aquela puta safada, então coloquei Mara deitada de frente pra mim, no tradicional papai-mamãe e abri as pernas dela. Chupei aquele grelinho que já estava todo melado e fui metendo a vara lentamente, mas sem parar. Ela respirava fundo com os olhos fechados, parecendo asfixiada, enquanto eu empurrava cada centímetro de pica. Quando meti tudo ela me abraçou forte e disse: - Fica assim um pouco para eu relaxar. Dava para sentir a buceta pulsar na minha pica.
Mara começou a rebolar gostoso e logo senti que ela estava gozando. Então coloquei a gata em cima de mim deixei ela cavalgar um pouco. A putinha subia e descia sem parar, gemendo de tesão e apertando minha cabeça contra os peitos. Quando já estava quase gozando parei, coloquei Mara de bruços na cama e cheguei por trás, beijando seu bumbum. Fui acariciando o cuzinho e ela me chamou de louco, dizendo que não ia agüentar. – É só relaxar, respondi, e fui metendo o dedo devagar.
Depois de lubrificar bem o cuzinho com uma bela cuspida, deitei sobre ela e segurei seus braços, assim a gata não poderia escapar. Fui enfiando e logo senti a cabeçona entrar inteira. Mara começou a espernear e aproveitei para socar quase tudo. Ela soltou um gemido tão alto que quase acordou os meninos. Então ficou parada por uns instantes e falou: - Mete com vontade, seu pauzudo! Arrombei aquele cu e bombeei até encher o rabo da putinha de porra. Depois tirei a pica e vi meu leite escorrer pelo buracão.
Mara não reagiu e continuou deitada. Segurei o cabelo dela, puxei o rosto da gata para perto do meu rosto e falei baixinho: - Tá satisfeita agora, putinha? Ela respondeu exausta que por hoje sim, então saiu e voltou para seu quarto. No dia seguinte me levantei, tomei um banho e fui receber meu tio querido que estava chegando para o almoço. Mas a história não termina aqui...