Autor: Roberto
7.3
A gata estava usando uma calça jeans com a barriguinha de fora que me deixou maluco, mas controlei os olhares. Já estava ficando tarde e me ofereci pra deixá-la em casa, pois minha sobrinha tinha ido embora com o namorado. Marina concordou e entramos no carro. Quando nos afastamos da festa dei um beijo nela e fui correspondido. Vi que a coisa ia ficar boa e saí com o carro para um local deserto, pois na cidade não tem motel.
Estacionei, deitei os bancos e comecei a beijá-la, passando a mão por cada centímetro do corpo. Então Marisa enfiou a mão na minha calça e colocou meu pau pra fora. Minha vara já estava dura e a gata começou a fazer uma chupeta. Aproveitei para fazer carinhos e passei a mão por cima da calcinha, que estava bem melada. Aí meti os dedos pela lateral e vi que a garota estava mesmo toda molhadinha, uma delícia.
Tirei a roupa dela e chupei a bucetinha, que tinha um gosto muito bom. Ela segurou minha cabeça com força entre as pernas e eu lambi o grelinho até fazer Marina gozar na minha boca. Então a beijei e fiz ela sentiu o gosto da própria buceta. Deitei no banco do carro e mandei a gata sentar na minha vara. Ela veio com tudo, cavalgando como uma profissional... e foi aumentando o ritmo, sentando com vontade e gritando de tesão até gozar. Em seguida esporrei também e enchi o buraquinho dela de leite.
Como estava uma noite maravilhosa, disse pra safada sair do carro pois queria comê-la lá fora, em cima do capô. Marina deitou de barriga pra cima, com a buceta toda arreganhada e comecei a chupá-la. Então coloquei meu pau todinho dentro dela, que gemia muito e me pedia pra meter mais forte. Bombei naquela buceta por bastante tempo, até que Marina me pediu pra comer seu cuzinho. A putinha se virou e ficou com aquela bunda pra cima, empinando o cuzinho.
Foi quando molhei a mão na buceta dela e comecei a passar o dedo no cuzinho, alternando com a minha língua. A gata foi à loucura e começou a gemer alto para eu fuder o rabo dela com força. Fui forçando o pau lentamente e senti que estava arrombando o buraquinho dela. Marina gritava de tesão eu não podia acreditar que estava comendo uma garota de 19 anos. Depois de toda essa meteção, deixei a morena em casa e fui pra casa da minha irmã. Foi uma transa inesquecível.