Autor: Vilma
8.9
Saí e fui ao shopping para espairecer, colocar as idéias no lugar. Nessa hora vi um rapaz ruivo e muito sorridente me seguindo. Pensei que ele estivesse de olho em uma outra moça que estava ao meu lado, mas logo tive certeza de que era comigo. O rapaz simplesmente falou: - Nossa, parece que você fez pacto com o papa-léguas. Já tem um mês que sigo você e não consigo acompanhá-la. Dei uma gargalhada e disse: - Posso saber o que o senhor deseja? Ele respondeu: - Primeiro, não sou senhor, e segundo... eu desejo você.
Fiquei assustada com tanta franqueza e o convidei para vir comigo até a loja, onde nos sentamos e contei um pouco da experiência que tinha acabado de passar. Aproveitei para falar que não estava preparada para uma segunda relação. O rapaz foi muito gentil e disse que entendia, mas não me perdoaria se eu não anotasse seu telefone. Nos despedimos e prometemos nos falar por telefone. Ficamos vários dias nos comunicando por telefone, até que a conversa esquentou a ponto deu ter vários orgasmos apenas ouvindo a voz daquele homem.
Eu já não agüentava de tanto desejo e aceitei sair para jantar. Dançamos um pouco, passeamos de mãos dadas pelas ruas, nos beijamos a cada esquina e senti meu corpo tremer. O pau dele tinha crescido e agora roçava nas minhas coxas. Minha buceta já estava super encharcada, o tesão nas alturas... aí falei: - Por que você não me leva logo para um motel? Ele me olhou com uma cara engraçada, perguntou se eu tinha certeza e seguiu com o carro. Chegando lá foi logo me beijando, tirando minha blusa e chupando os meus peitinhos.
Nossa, como eu adoroooo isso! Ele enfiava as mão dentro da minha calcinha e depois provava o gosto da minha buceta. Em seguida me beijava e apertava minha bunda com força. Então o gato ficou de joelhos, afastou minhas pernas e chupou muito gostoso a minha xana. Eu gemia de tanto prazer e acariciava seus cabelos. O ruivinho era safado e ficava enfiando os dedos em mim enquanto lambia meu grelo bem de leve. Rapidinho gozei na boca daquele homem e fomos para cama.
Nossa, como foi maravilhoso... ele chupou todos os dedos dos meus pés, lambeu minhas pernas e foi subindo, beijando minhas coxas até chegar na buceta. Aí abocanhou meus peitos e chupou meus biquinhos com força. A barba arranhava meus mamilos e me fazia delirar de prazer. Então foi com a língua até o meu cuzinho e me pediu para ficar em pé na cama. Quando me levantei ele completou: - Agora vai descendo bem devagar no meu rosto. Quando cheguei na boquinha dele ainda ouvi: - Nossa como está babadinha esta buceta...
Fiz tudo como ele mandou e não agüentei quando vi aquela vara linda, enorme e grossa na minha frente. Caí de boca naquela delícia e chupei com vontade, acariciando o saco, engolindo tudo e fazendo movimentos com a mão, até que ele gozou sujando meu rosto. Continuei chupando até o gostosão recuperar as forças, que por sinal foi muito rápido. Logo que o pau ficou bem duro ele me segurou pelo cabelo e disse: - Abre as pernas e deixa eu ver esta buceta gostosa de perto.
Rapidamente me arreganhei e ele meteu de uma vez só aquela vara grossa na minha xota. Mesmo estando ensopada, pude sentir as paredes da buceta se alargando para conseguir receber aquele cacetão. O safado foi metendo, metendo até não sobrar nada do lado de fora. Aí ficou parado, me olhando com o pau completamente atolado na buceta. O tarado me beijou e mordeu minha orelha, rebolando lentamente dentro de mim. Foi uma sensação tão gostosa que meu segundo orgasmo chegou como uma tempestade.
Um frio tomou conta da minha espinha e meu corpo todo tremeu. Comecei a gritar e a gemer dizendo que ia gozar. Ele continuou na mesma calma, apenas sussurrando: - Goza, minha gostosa. Quero você assim mesmo, bem louquinha na minha vara. Tá gostoso, tá? Tá gostando dessa pica? E assim gozei váárias vezes seguidas naquela vara grossa. Nos beijamos enlouquecidamente... nossos corpos querendo virar um só e nossas línguas se procurando.
Surpreendentemente ele me pediu para ficar de quatro e foi metendo no meu cuzinho bem devagar. Quase desmaiei com a vara descomunal, mas como o tesão era enorme, deixei ele me rasgar toda. Demorou um pouco até me acostumar e a dor foi grande por um tempo, mas depois era só prazer. Eu estava agarrada nos lençóis, tentando controlar o tesão, quando o ruivo sussurrou: - Promete que vai me dar esse cu todos os dias? Promete que você será só minha? E eu prometi.
Ele me mandou ficar de quatro na borda da cama e foi metendo mais forte, rebolando e dizendo ia gozar de novo. Então acelerou o ritmo e encheu meu rabo de porra. Foi tanto leite que descia pela buceta, escorrendo pelas minhas pernas. Depois da jorrada meu ruivão caiu desfalecido em cima de mim e ficou me beijando. A partir daí nunca mais nos desgrudamos. Já fizemos amor até no estacionamento do quartel, em cima do capô do carro. É sempre uma delícia trepar com meu macho.