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Encontro de gerações
Autor: Vicente
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8.9

Há coisas que acontecem na vida da gente e que nos deixam intrigados, pois ocorrem de uma maneira que não conseguimos explicar. Por isso resolvi dividir com vocês esta experiência que aconteceu comigo há cerca de um mês. Meu nome é Vicente, tenho trinta e nove anos, sou alto, com cerca de 1.80m, atlético e com uma vasta cabeleira aloirada, que procuro manter bem cuidada. Trabalho como analista de dados e sistemas numa multinacional.

Sou viúvo há quatro anos e a partir daí não quis viver com mais ninguém. Sou muito liberal e prefiro relacionamentos curtos e intensos. Mas como tenho viajado muito a trabalho, estou preferindo ficar só. Moro num bom apartamento em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Fui criado no interior do Estado e trago boas lembranças daquela época. A aventura que vou lhes contar tem, inclusive, relação direta com o meu tempo de adolescência.

Há cerca de três meses encontrei com um casal de amigos que estavam passando as férias no Rio. Foi absolutamente por acaso, num shopping da cidade. Foi um encontro fantástico, pois há mais de 20 anos, quando deixei a cidade onde morávamos para vir estudar no Rio fomos perdendo o contato. Como os meus pais faleceram, eu nunca mais tive vontade de voltar à minha cidade natal. Mas na adolescência vivemos momentos intensos, principalmente durante a puberdade.

Carlos e eu sempre fomos vizinhos e crescemos juntos. Já a Marisa entrou na nossa vida depois. Fiquei surpreso e feliz ao ver que eles ainda estavam juntos, casados e com filhos praticamente criados. No interior da minha cidade natal, à noite, geralmente após o jantar e antes de dormir, por volta das 10 horas da noite, costumávamos ir à beira do rio para conversar e nos divertir sem a presença dos adultos, que eram muito repressores. Era lá que a garotada fazia suas descobertas sexuais. Os mais velhos e espertos ensinavam aos mais novos as sacanagens.

Geralmente os meninos mais novos e calouros sexuais eram obrigados a ceder aos desejos dos mais velhos, até que um mais novo entrasse na turma. Ou seja, tanto eu quanto o Carlos nos vimos obrigados a bolinar e sermos bolinados entre outras sacanagens. As nossas primeiras experiências sexuais foram, vamos dizer assim, um pouco doloridas, pois quem quisesse fazer parte da turma tinha que tocar muitas punhetas nos colegas e dar os respectivos rabinhos para a rapaziada. Mas também comemos muito cuzinho virgem. A nossa primeira escola da vida sexual foi intensa.

Após esse período, íamos aos bailes e estávamos preparados para pegar as meninas. No caso da Marisa, ela freqüentava muito as festinhas e sempre foi safadinha, mas tinha muito medo dos pais. Por isso não confiava em ninguém, principalmente os meninos que eram bem linguarudos. Mas ficamos amigos, os três, graças à nossa boa índole em nunca expor as meninas a vexame ou contar vantagens. O interessante é que Carlos foi quem conseguiu tirar o cabaço da Marisa. Nós dois tínhamos apostado quem iria conseguir.

Depois que conhecemos Marisa não precisamos mais recorrer à turma masculina, pois após alguma insistência convencemos a nossa amiguinha a dar aquela bundinha deliciosa para nós. Como o pau do Carlos era um pouco menor que o meu e mais fino, ela preferiu começar com ele. Foi assim: depois da aula nos encontramos na casa do Carlos, pois os pais dele trabalhavam fora. Eu fiquei beijando a Marisa, metendo a língua fundo naquela boquinha maravilhosa enquanto o Carlos, que tinha arrumado um pote de vaselina, foi lubrificando o cuzinho dela. Aos poucos ele enfiou os dedos e rasgou as preguinhas da ninfeta.

Quando chegou a minha vez foi mais fácil, embora Marisa tenha reclamado de dor. Mas depois desse batismo ela virou a nossa putinha. Num dos encontros seguintes a gata decidiu liberar a xaninha. Foi lindo... Ela ficou de quatro, chupando o meu pau, enquanto Carlos foi rasgando o buraco virgem da nossa vadia. O meu pau abafou os gritos dela, que a essa altura sabia mamar uma pica como ninguém. Mas durante todo o tempo em que ficamos juntos, Marisa nunca deixou a gente fazer uma dupla-penetração.

Cada um tinha que comer a safada separadamente, embora ela não dispensasse uma pica na boca. Aprendemos muito juntos ninguém nunca ficou sabendo de nada. Eles se casaram, eu também e nunca mais nos vimos até o fatídico encontro. Essas reminiscências vieram à tona e foi muito divertido. Como eu estava com férias marcadas para o mês seguinte, combinei de passar uma semana com eles na nossa cidade natal. Quando o dia chegou fui encontrá-los no sitio, que ficava um pouco afastado da cidade.

O lugar era muito bem cuidado, com piscina, lagos artificiais, um espetáculo para quem gosta do interior. Conheci também os filhos do casal, todos muito bonitos. Fiquei surpreso especialmente com a beleza da Patrícia, uma morena de 19 anos, alta, de cabelos longos, seios fartos e um corpo escultural – que ela herdou da mãe. Como eles estão acostumados a receber muita gente, construíram quatro chalés perto da casa principal. Num deles eu fiquei instalado.

Durante o fim de semana ficamos todos juntos e no domingo à noite meus amigos voltaram para a cidade, pois tinham que trabalhar. Na segunda-feira de manhã fui tomar um banho de piscina. Estava absorto nos meus pensamentos quando, de repente, Patrícia apareceu enrolada numa canga. Fiquei até meio tonto, pois a menina é realmente um espetáculo. Mas consegui segurar minha onda e evitei ficar olhando para ela. Depois de uma conversa animada a gata resolveu dar um mergulho.

Quando Patrícia tirou a canga e soltou o cabelo eu senti um tesão tão incontrolável que ela até percebeu o volume que surgiu na minha sunga. Mas a gata fingiu que não tinha visto nada e mergulhou. Joguei a toalha em cima da minha cintura e fiquei paralisado, esperando meu pau ficar mais calmo, coisa praticamente impossível naquele momento. Após algumas braçadas na piscina a bela voltou com um sorriso nos lábios, deitou na espreguiçadeira e me pediu a toalha. Mal a entreguei e me joguei na piscina, tentando esfriar a coisa.

Após alguns minutos tentei puxar conversa, mas ela levantou levemente a cabeça e falou: - Eu vi! Na mesma hora respondi: - O quê? E a gata continuou: - Eu vi o seu estado. Antes que eu pudesse me desculpar ela complementou: - E adorei... pensei que você não tivesse me notado. Confesso que eu estava completamente confuso. Por isso resolvi entrar no jogo: - Mas você é um espetáculo! Eu só não queria que o que aconteceu fosse comentado com os seus pais...

Patrícia ficou quieta, me olhou de um jeito diferente e disse: - Tudo bem, mas eu quero transar contigo. Minha mãe me contou umas histórias sobre quando vocês eram adolescentes e eu fiquei doida pra te conhecer. Isso sem falar que eu senti um tesão enorme quando te vi. Nossa, como eu poderia recusar essa proposta? Então pensei, tomei coragem e saí da piscina: - Estou indo para o chalé, não demore. Fui caminhando firme, mas tremendo da cabeça aos pés, pois meus pensamentos estavam totalmente descoordenados.

Não demorou muito e Patrícia entrou. Ela trancou a porta do chalé e nos atracamos num beijo molhado, enquanto tiramos nossa roupa. Que tesão! Joguei a ninfeta na cama e desci até a xaninha dela, que estava totalmente ensopada. Chupei muito aquele grelinho, beijei a virilha, lambi as coxas e fui subido até o ventre, sem parar de beijar um segundo sequer. Caí de boca naqueles peitos redondos e comecei a mamar. A sacanagem já estava rolando solta, então montei nela e enfiei o pau entre os melões.

Minha pica tem cerca de 20cm e é bem grossa. A safada adorou e fez uma espanhola de gente grande, botando a lingüinha na ponta do pau. Fiquei louco quando ela me empurrou e tomou conta da situação. Deitei de barriga para cima e a putinha começou a mamar e punhetar minha rola com maestria. Ela ia fundo e sufocava toda vez que a vara chegava na garganta. Então cuspia no pau e voltava a meter fundo na garganta. Quase fui à loucura com isso.

Nessa hora Patrícia largou minha pica, ficou de quatro e falou: - Quero que você coma o meu cuzinho igual como você fez com a minha mãe. Quero que meta até me deixar sem prega. Fiquei mais louco ainda e quando comecei a meter percebi que mais gente havia visitado aquele rabo. Mas que bunda bonita! Meti centímetro por centímetro bem devagar, enquanto a vadia urrava. Fui até o talo e fiz a gata me xingar de tudo quanto é nome. Peguei o cabelo dela, puxei para trás e comecei a bombar.

A gazela gritava muito a cada gozada e depois de um tempo já estava ficando sem forças. Vi que era a hora de mudar de posição: - Quero a sua boceta. Mas a gata falou: - Eu sou virgem. Não me agüentei e insisti: - Então você estava me esperando... Ela ficou séria e repetiu que não daria a boceta de jeito nenhum. Tirei o pau de dentro, virei a vadia de frente e a encarei. Olhei bem nos olhos dela e falei: - Deixa?! Ela pensou, pensou e consentiu: - Devagar, tá? Respondi que sim. Há muito tempo eu não tirava um cabaço.

Comecei a brincar com a bocetinha. Dei mais um banho de língua e ajustei a cabeça do pau na porta de entrada. Fui sentindo que ela estava muito excitada e comecei a beijá-la com sofreguidão, enquanto apertava os bicos dos seios. Levei quase dez minutos nessa brincadeira, até que ela me pediu: - Mete, mete esse caralho em mim... me rasga toda, safado! Fiquei esfregando a pica na boceta dela, que a essa altura estava toda molhada. Começamos a rebolar juntos e enterrei a vara sem piedade.

Enfiei até a metade e Patrícia deu um grito. Percebi umas lágrimas de dor. Então fiquei um pouco parado e quando ela se acalmou enfiei o resto até encostar no fundo. A gata quase desmaiou... aí fechou os olhinhos, agarrou o lençol e pediu gemendo: - Me come! Me mata, seu safado... Comecei a bombar muito e percebi que ela estava gostando, rebolando junto comigo. Senti que a safada gozou duas ou três vezes, pois tremeu muito. Continuei bombando e aproveitando aquela xana virgem.

Quando já estava quase gozando, tirei o pau e apontei para a barriga dela. Minha porra saiu com força e Patrícia pediu: - Deixa eu sentir o seu gosto. Levei o pau até sua boca e ela mamou o resto de leite, engolindo tudo. Então ficamos abraçados por muito tempo, até que Patrícia se levantou lentamente e colocou o biquíni. Fiquei olhando, ainda tonto, aquele monumento deixar o chalé. A ninfeta virou para trás com uma cara de safada, sorrisinho nos lábios, e falou: - Segredo garantido! Fechou a porta e foi embora. Mas a história não terminou aqui...

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