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O troco da traição
Autor: Beth
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8.6

Tudo o que aconteceu comigo foi pela minha falta de juízo. Começou numa festa da empresa, em homenagem a um diretor que estava se aposentando. O evento foi num hotel, no Rio de Janeiro, numa noite quente regada a champanhe e uísque. Eu havia convidado o meu namorado, Paulo, para ir comigo. Contudo, ele preferiu assistir a um jogo de futebol e depois esticar na cervejada com a turma. Meu nome é Maria Elizabeth, mas todo mundo me chama pelo apelido convencional: Beth.

Tenho 32 anos, sou secretaria sênior da companhia e sou formada em direito. As pessoas me acham bonita, embora eu me ache muito alta – com cerca de 1,75m. Tenho cabelos castanhos, um corpo malhado e a bundinha empinada. Coloquei alguns mililitros de silicone nos seios há alguns meses, nada muito exagerado, mas para dar um certo tchan. Sabe como é, a lei da gravidade é cruel. Assim fiquei bem mais atraente e vi como os homens adoram peito.

Mas voltando à festa, eu não tinha como deixar de ir. Afinal de contas o Dr. Lenine era o meu chefe imediato, além de ser considerado um dos mais competentes executivos do país. Eu estava puta da vida com o Paulo, pois acreditava que dessa vez ele iria compreender e me acompanhar à festa, embora eu saiba que ele não gosta de se misturar com o pessoal do meu serviço. Nós, na verdade, estávamos nos atritando por qualquer bobagem, ultimamente. Mas, vida que segue, estava me divertindo muito e bebendo muito também.

Sei que a mistura da bebida com a raiva que eu estava sentindo não era uma boa. Mas a festa rolou solta, com direito a samba no final. Quando eu estava me preparando para ir embora, um dos gerentes da companhia, o Wander, começou a me assediar. Ele não é um cara de se jogar fora, mas não faz muito o meu tipo. Levei a conversa numa boa e começamos a rir. Então chegou o Renato, um assistente sênior, e continuamos a bater papo. O clima estava bom e achei que poderia esticar um pouquinho de nada com os dois no bar do hotel.

Como eu me garanto e sou bem resolvida sexualmente com o Paulo, não estava nem aí para as brincadeiras dos dois. Mas o álcool é uma droga. Já passava da meia-noite e eu queria ir embora. Foi quando pensei em me levantar e Renato botou a mão na minha coxa, falando para eu ficar mais um pouco. A libido subiu até meu último fio de cabelo e senti um tesão incrível. O pior é que não deu para disfarçar. Wander, muito espertamente, sentiu a situação e segurou a minha mão, na tentativa de me fazer subir para o quarto com ele.

A essa altura eu já estava com a calcinha toda molhada. Combinamos, então, uma subida rápida. Íamos fazer só uma sacanagem, daquelas que os homens gostam. Pegamos o elevador e fiquei pensando em dar pro Wander rapidinho e ir embora. O que eu não sabia é que no outro elevador estava o Renato. Os dois cretinos haviam combinado. E não teve jeito; eu estava com tesão, Wander e Renato juraram manter segredo e estávamos todos bêbados. Mas nesse ponto eu fui ingênua, acreditando que eles iriam se contentar, cada um, em me comer separadamente.

Mal entramos no quarto e a coisa foi animal. Wander e Renato me ensanduicharam e foram me bolinando, se esfregando em mim. Meu tesão ficou incontrolável e me entreguei àquela orgia maluca. Quando dei por mim já estava semi-nua. Eles continuaram me agarrando e pude sentir que teria que ser competente. Os instrumentos dos rapazes estavam encostando em mim, um pela frente e outro na minha bundinha. Wander me pegou por trás, Renato segurou minhas pernas e eles me carregaram até o sofá. Mal consegui me acomodar e Renato caiu de boca na minha xana.

Wander encostou a piroca na minha boca, uma pirocona de uns vinte centímetros, e falou para eu chupar. Lembro que rapidinho gozei na boca do Renato, tamanho era meu tesão. A partir daí me perdi totalmente e os dois me comeram de tudo quanto foi maneira. Foi praticamente um estupro consentido. Eles meteram tanto na minha bocetinha que eu fiquei toda inchada. E os dois custavam a gozar. Não satisfeitos, me enrabaram com maestria, primeiro o Renato e depois o Wander.

A essa altura do campeonato eu já estava enlouquecida e não resisti. A insistência deles foi grande, o tesão estava incontrolável e acabei deixando os dois preencherem meus dois buracos ao mesmo tempo. Gozei até quase desfalecer. Isso sem contar toda a porra que tive que engolir. No final eu estava arrasada, ardida, suja e toda melada. Os rapazes prometeram segredo e todos nós sabíamos que isso não ia acontecer novamente, afinal, fazemos parte do alto escalão da companhia. Coisas desse tipo são até normais, embora essa fosse a minha primeira vez.

Eu só não contava com o fato do meu encontro com os dois, no bar do hotel, ter sido observado por uma ex-namorada do Paulo, chamada Rebeca. Infelizmente eu não a conhecia e nem sabia que o Paulo tinha trocado ela por mim. A conseqüência vocês nem imaginam. No dia seguinte a safada ligou para ele e contou que tinha me visto subir para o apartamento de um cara, que eu parecia muito feliz e que um outro homem também estava conosco, mas ele seguiu num outro elevador. Paulo me ligou imediatamente e soltou os bichos em cima de mim.

Ele me chamou de puta, safada, galinha. Como já estava tudo perdido mesmo, acabei confessando a traição, mas sem falar da suruba. Respondi que o culpado era ele... enfim, aquelas coisas que a gente fala na hora da raiva. Bati o telefone.No dia seguinte Paulo me ligou. Achei estranho. Ele perguntou se eu ainda gostava dele. Meio desconsertada, falei que sim. Então ele explicou que estava disposto a me perdoar, mas que queria uma prova de amor da minha parte. Fiquei feliz, mesmo sem saber qual seria a prova.

Paulo já tinha me comido de tudo quanto era jeito. A gente não morava junto apenas porque ainda não era hora, mas transávamos praticamente todos os dias, no meu apartamento ou na casa dele. Marcamos, então, um encontro na casa dele. Ele disse que iria preparar um jantar com um cardápio muito especial, que não quis me revelar. Saí do serviço, fui em casa tomar um banho, botei um vestidinho leve, uma sandalinha baixa, escolhi um vinho chileno na minha pequena adega, peguei o carro e fui para o condomínio dele.

Paulo me recebeu na porta de casa e me deu um beijo muito gostoso. O ambiente estava para lá de romântico, com a sala a meia luz. Sem cerimônia ele meteu a mão dentro da minha calcinha e tocou na minha xana. Quase gozei. Eu sou meio “ninfo”. Não conversei, botei o pau dele para fora e comecei a mamar, brincar com os bagos dele. A pica cresceu rapidamente e comecei a preparar aquele caralho para entrar bem gostoso em mim. Estava me sentido uma felizarda, afinal de contas, as coisas estavam ficando boas para o meu lado. Mesmo tendo chifrado o pobrezinho.

De repente a luz da sala acendeu. Eu me assustei e tirei a piroca dele da boca. Fiquei apavorada. Ao nosso redor estavam os melhores amigos do Paulo. Todos com seus respectivos instrumentos apontados na minha direção. Paulo então me olhou e disse: - O jantar de hoje é você. Se quiser ficar comigo vai ter que dar para todo mundo aqui. Afinal, todos já estão sabendo que eu sou chifrudo. Eu não estava acreditando. Senti um ódio tremendo do Paulo e comecei a chorar. Ele me abraçou e sussurrou no meu ouvido: - Se você me ama, tem que fazer isso por mim.

Enxuguei as lágrimas e comecei a relaxar.... eu não tinha saída. Resolvi me entregar e tentar tirar proveito. Olhei nos olhos de cada um daqueles caras. Eu conhecia todos eles. Deixei a vergonha de lado e pensei “vai ser mais uma noite de orgia.” E lá estavam Edu, um loiro, magrinho, de pica grossa; o Zeca, que é moreno e tem um pau de 18cm com a cabeça roxa; Dr. Morais, tio do Paulo, que é branco, gordo, com um pau grande de assustar e João Motoboy, que é novinho e tem uma pica fina de uns 20cm.

Então tomei coragem e perguntei: - Qual é o primeiro? Paulo deu uma gargalhada e falou: - Você não vai decidir nada hoje! Senti um negócio por dentro, uma raiva louca e resolvi desafiá-lo: - Então, caiam dentro! Fui na direção do Dr. Morais e abocanhei aquela jeba. Passei a punhetar a vara grossa enquanto pagava um boquete caprichado. Dr Morais ficou louco e começou movimentar o quadril, como se estivesse comendo a minha boca. Paulo imediatamente veio por trás, abriu minhas pernas e me rasgou todinha.

Enquanto isso os outros rapazes começaram a me bolinar. Foi uma loucura! Paulo tirou o pau da minha boceta e meteu forte no meu cuzinho, rasgando o pobrezinho sem piedade como um filho da puta. A dor era insuportável, mas eu estava entalada com a pica do Dr. Morais na boca. Paulo foi sacana, começou a bombar como nunca o deixei fazer antes e a dor foi se transformando em prazer. Comecei, então a minha série de gozadas. O caralho do Paulo parecia ter crescido e percebi que ele iria gozar.

Ele inundou o meu cuzinho de porra enquanto gritava: - Toma, piranha! O rapazes me levaram para o sofá e me deitaram de frente. Zeca foi o primeiro amigo do Paulo a sentir minha boceta. Fiz questão de mexer muito, para deixá-lo louco. Não demorou quase nada e ele tirou o pau de dentro, esporrando na minha cara. Depois veio o motoboy, meio sem jeito, e também gozou rapidinho na minha cara. Já o Edu inovou... ele me botou de quatro e me comeu que nem um cachorro vira-latas. Então finalizou esporrando nas minhas costas.

Dr. Morais foi o último dessa série. O caralho do velho não era tão duro, mas era muito grosso e me fez gozar mais uma vez. O velho foi sacana e gozou dentro. Aí falou baixinho no meu ouvido que sempre teve tesão em mim. Como é que eu ia olhar na cara dele depois disso? Quando pensei que estavam todos satisfeitos o Zeca falou: - Piranha, vamos te deixar sem prega nenhuma. Na hora pensei “foda-se. Sou mesmo uma piranha”. Eu sabia que estava deixando todos eles loucos com as minhas mexidas e gritos.

Zeca sentou no sofá e me mandou descer na vara até ela sumir dentro do mim. Devagarzinho fui sentando e comecei a gostar. Apoiei meus pés nas coxas dele e comecei a rebolar. Paulo chegou perto de mim e me deu um tapa no rosto. Levei um susto. Ele meteu a piroca na minha boca com força e me deixou tensa. Cheguei a engasgar. Então ficou metendo a pica bem fundo, intercalando com fortes tapas no meu rosto. Fez isso umas vezes e eu pedi: - Come minha boceta, safado!

Percebi que tinha deixado meu namorado enlouquecido, afinal de contas o Zeca estava entalado no meu cuzinho. Paulo riu, levou a pica na entrada da minha xota e foi metendo tudo. Os dois começaram a mexer. João e Edu deram um jeito de chupar meus peitos, enquanto o Dr. Morais batia com aquele cacete enorme na minha bochecha. Delirei de prazer e gozei como nunca tinha gozado. Eu estava totalmente entregue nas mãos daqueles safados. Paulo esporrou mais uma vez, só que agora na minha boceta. Zeca inundou meu cu.

Quando pensei que tinha acabado, Edu sentou no sofá e ordenou que eu cavalgasse na pica dele olhando em seus olhos. E o pau dele realmente era uma delícia... Eu já estava quase sem forcas, mas o Dr. Morais veio por trás e terminou de arrombar o meu cuzinho sem piedade. Edu custou a gozar e eu fui ficando desesperada, pois minha xana estava pegando fogo. Graças a deus Dr. Morais gozou rápido. O velho é um tarado e esporrou meu cu todo. Depois saiu rindo. Nisso chegou o João, que meteu aquela piroca fina no meu cuzinho. Vi estrelas. Mas depois ficou gostoso.

Finalmente os últimos rapazes gozaram quase juntos. Eu não tinha mais o que gozar e queria apenas descansar. Afinal, tinha que trabalhar daqui a algumas horas. Então após ser literalmente estuprada, fiquei prostrada no sofá. Os homens foram saindo um por um, mas antes se despediram de mim e juraram sigilo. João era o único constrangido com a situação. Depois Paulo confessou que o amigo não queria participar da orgia e foi meio forçado. Já Dr. Morais estava mais que satisfeito. Eta velho safado! Assim que me recuperei, peguei minhas coisas e fui embora.

Estava arrasada, cansada, desmoralizada e com porra em todos os buracos. Precisava dormir. Deitei na cama e fiquei pensando naquilo tudo, pois nunca imaginei que uma loucura dessas pudesse acontecer comigo. Decidi não procurar mais o Paulo. Ele tem me ligado bastante, mas estou dando um tempo. Apesar da situação ter sido muito agressiva, nunca senti tanto prazer. Como gosto dele, acho que a gente pode rediscutir a relação mais pra frente. E quem sabe não fazemos uma brincadeirinha a três... eu, ele e o motoboy?

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