Autor: Wilian
8.5
Bem, essa garota já trabalha há três meses na empresa e nunca deu abertura para ninguém. Até que numa sexta-feira, após o expediente, o pessoal combinou de sair para tomar uma cerveja e chamou a Heloísa. O único problema era que o marido dela estudava à noite e ela não tinha como voltar para casa, pois mora longe. Eu não perdi a chance e falei que a levava para casa assim que quisesse ir embora. Minha colega então se animou e foi com a gente para o barzinho.
Chegamos, escolhemos a mesa e Heloísa se sentou bem perto de mim. Percebi que ela não era de beber muito, mas o papo estava agradável e a gata resolveu entrar na onda e beber com a turma. Nisso comecei a soltar uns olhares maldosos de quem queria algo mais, só que ela percebeu e ficou desviando o olhar. Com o passar das horas começamos a ficar mais próximos e Heloísa resolveu falar sobre sua vida, explicando que o marido ultimamente andava muito cansado por causa da jornada dupla de trabalho e estudos.
Não falei nada a respeito disso e continuei bebendo minha cerveja. Lá pela 21:30h ela levantou e falou que ia embora. Como havia dito que a levaria, me levantei e fui embora com ela. No caminho abri o jogo e disse que eu estava louco para ficar com ela, mas Heloísa respondeu que não podia pois era casada. Insisti dizendo que não queria atrapalhar o casamento de ninguém, que simplesmente queria ficar com ela aquela noite. Nessa hora a gata abaixou a cabeça, pensou um pouco e falou: - Jura que é só isso mesmo?
Eu não estava acreditando... e respondi que sim. No mesmo instante ela me deu um beijo e disse: - Me leva para onde você quiser. Não esperei um segundo sequer e fui para um motel. Chegando lá ela me surpreendeu mais uma vez, dizendo para eu não perder tempo. Não pensei duas vezes e comecei a tirar a roupa dela, beijando cada centímetro daquele corpinho lindo. Não demorou nada e eu já estava chupando sua linda buceta depilada. Ela tinha um gosto muito bom, então chupei aquele grelo até a safada gozar na minha boca.
Na hora do orgasmo, Heloísa agarrou minha cabeça com força e gemeu alto feito uma gata. Que delícia... Então ela se ajoelhou ao pé da cama e caiu de boca no meu pau. A putinha pagou um boquete caprichado, engolindo a vara inteira, apertando a cabeça da minha pica nos lábios e me olhando nos olhos. Eu estava quase gozando e pedi para ela parar. Então a puxei de volta para a cama e fizemos o famoso 69, que foi bom demais. Gozamos um na boca do outro e ela me pediu baixinho: - Come minha buceta... não estou mais agüentando.
Antes mesmo dela terminar a frase enfiei o cacete com vontade. Ela gemeu alto, dizendo que estava muito gostoso. Continuei bombando sem parar, às vezes com muita força, outras vezes sem meter tão fundo. A gata falou que nunca tinha sentido um tesão assim. Mantive o ritmo das estocadas sem parar até que ela gozou como uma louca. Aí ficamos deitados por um tempo, descansando um pouco, e senti que estava pronto pra outra. Olhei para Heloísa, fiquei alisando a bundinha dela e disse: - Posso comer esse cuzinho maravilhoso? Prometo que não vai doer nada...
Ela olhou pra mim, sorriu com uma cara de safada e disse: - Eu estou aqui para o que você quiser. Nessa hora comecei a beijar aquele traseiro fantástico e fui passando a língua no cuzinho dela, até deixar bem molhadinho. Lentamente fui enfiando o dedo enquanto chupava a buceta babada. Quando a gata ficou muito louca de tesão, enfiei meu pau bem devagar no rabinho. Ela disse que estava doendo um pouco, mas era para continuar. Não demorou muito eu minha vara entrou inteira dentro da safada.
Aumentei pressão das estocadas e entramos num vai-e-vem frenético, até que gozamos umas três vezes direto, sem parar. Já não tínhamos forças para mais nada e ficamos abraçados. Então tomamos um belo banho juntos, nos beijamos muito e rimos, falando que o que tínhamos feito era uma loucura. Mas uma loucura que com certeza iria se repetir outras vezes, pois estes momentos que passamos juntos foram os melhores de nossas vidas. E caso isso aconteça, vou voltar aqui para contar para vocês. Até breve.