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Um amante no meu condomínio
Autor: Patrícia
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8.1

Tudo aconteceu na passagem do ano de 2000 para 2001. Ouvi um barulho danado na escada e fui verificar o que era. Ao abrir a porta dei de cara com um homem moreno, lindo, que me cumprimentou cheio de sorrisos e foi logo puxando papo. Então me contou que era do interior e que estava de mudança. Sua esposa estava grávida e como ele viajava muito a trabalho, achou interessante morar próximo à sogra, que poderia cuidar de qualquer imprevisto.

Em seguida conheci a mulher dele, Teresa, que foi muito simpática. Em pouco tempo ficamos amigas e passei a visitá-la todos os dias. Certa vez ela comentou que uma das melhores coisas que o marido fez foi ter se mudado para um lugar tão bom e encontrado uma pessoa tão legal como eu. Nesse momento acendeu uma luz no fim do túnel da malícia, rs. Dias depois recebi novos elogios, a ponto de parar meu vizinho no corredor e falar para ele: - Olha, rapaz, para com estes elogios senão eu vou te levar a sério e você não vai dar conta de duas mulheres.

Ele deu uma risadinha safada e disse: - Não duvide disso não. A partir daí ficamos mais íntimos nas brincadeiras, mas nada aconteceu. Então, numa manhã qualquer, fui ver como a Teresa estava. Toquei a campainha e fui recebida pelo Mauro, que estava muito perfumado e me deu um baita beijão. Assustada, empurrei meu vizinho e perguntei: - Você está louco? Sua mulher pode ver! Ele deu mais uma daquelas risadinha sacanas e falou: - Ela saiu cedinho, foi fazer o exame pré-natal.

O safado veio na minha direção, segurou minha cabeça e começou a me beijar. Desta vez não me fiz de rogada e o beijei loucamente. Que boca maravilhosa! Lambi a orelha dele e fui descendo pelo peito, mordiscando os mamilos. Mauro fechou os olhos e sussurrou baixinho: - Você é exatamente como eu imaginava, minha morena... Então foi empurrando minha cabeça para baixo. Logo entendi o recado, me ajoelhei aos pés dele e abocanhei aquela vara grossa.

Mauro não tinha um pau muito grande, mas era enorme de grosso. Fiz um boquete caprichado e senti que minha buceta já esta toda babada, louca para ser comida. Meu vizinho agarrou meus cabelos e foi me conduzindo até a cama. Lá me jogou e caiu de boca na minha buceta ensopada. Ele chupou tão gostoso que meu corpo inteiro ficou arrepiado. Não agüentei e pedi: - Meu amor, vem logo me comer porque não agüento mais de tanto tesão. Mauro sorriu e abriu minhas pernas, enquanto eu via aquela vara dura encostar no meu buraquinho.

Ele meteu bem devagar e sussurrou: - Abre bem esta buceta porque eu quero te sentir inteira. Ao ouvir isto gozei imediatamente. Ele meteu tudo sem desviar os olhos dos meus e quase chorei de tanto tesão. Mauro foi aumentando o ritmo e passou a me foder com tanta força que parecia um animal. Eu gritava e agarrava os lençóis, completamente tomada de prazer. Ele me deu um beijo bem gostoso e me mandou ficar de quatro na borda da cama. Então segurou meu quadril e meteu tão fundo que senti a vara no útero.

Eu sentia dor e prazer enquanto ele delirava dentro de mim. Depois de me fuder muito, Mauro segurou minha mão e disse: - Vamos terminar com chave de ouro. Aí me colocou nos braços e me levou até o banheiro, onde tinha uma bancada enorme. O safado me sentou lá, levantou minhas pernas, colocou meus pés nos ombros e meteu com vontade. Dava para sentir a pica me rasgando, me deixando toda ardida. Ele metia a vara e falava: - Toma, puta gostosa! Sente essa pica lá no fundo, cadelinha... amanhã você vai ficar toda esfolada e vai lembrar do seu macho!

E era verdade. Meu buraquinho já estava todo vermelho, inchado de tanto levar pica. Entramos numa sintonia maravilhosa, nossos corpos suados se encostando e em uma só voz gritamos “eu estou goozaandoooo!” Depois nos beijamos por alguns minutos eu voltei para casa, aflita com o horário pois Teresa podia chegar a qualquer minuto. Desde então passamos a nos encontrar com freqüência para trepar. Fizemos até algumas viagens a dois numa verdadeira lua de mel.

Mas a esposa dele começou a desconfiar. A essa altura do campeonato eu já não conseguia mais manter uma amizade tão forte com a Teresa e ela notou que havia algo estranho. Então percebi o que eu estava fazendo e decidi que realmente precisava abrir o jogo. Tomei coragem, contei tudo para a Teresa e literalmente saí de cena. Mas até hoje lembro das fodas alucinantes com o Mauro e fico molhadinha só de pensar nas loucuras que fizemos...

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