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Louca por sexo
Autor: Neuma
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8.6

Sempre tive uma fraqueza muito grande por sexo e quando era adolescente adorava punhetar meus coleguinhas de colégio. Fazia isso o dia todo depois das aulas. Então cresci e nada mudou. Para evitar que eu engravidasse cedo, meus pais me colocaram num convento. Foram os piores anos da minha vida, pois a madre vivia me surpreendendo com o dedo na buceta e logo me colocava de castigo. Um dia ela me pegou alisando os peitinhos da minha colega de quarto e fomos as duas para a clausura.

O que ninguém sabe é que este castigo foi a única coisa boa que me aconteceu durante os quatro anos que passei lá. Ficamos praticamente dois dias inteiros numa lua de mel intensa, metendo vários dedos em nossas bucetinhas e nos beijando muito. Foram gozadas deliciosas, uma sacanagem louca... até que chegou o dia da tal liberdade. A madre mandou chamar meu pai para uma conversa e eles falaram da minha vocação para ser freira.

Depois fomos para casa e percebi que meu pai estava decepcionado, pois eu sempre dava mais trabalho que os filhos homens. Do convento fui para um colégio a dois quarteirões de casa. Dessa forma eles teriam controle de onde eu estava. Mas logo fiz amizade com meu professor de Física. Ele era bem alto, magro e super inteligente, o que me fazia imaginar o quanto devia ser criativo. Resolvi partir pro ataque e comecei a investir com uns bilhetinhos picantes do tipo: “ainda sou virgem, mas não me importo em ser rasgada só pra sentir você dentro de mim”.

Uma manhã cheguei no colégio e o vi. Nem era dia de aula de Física, por isso perguntei se havia acontecido alguma coisa. Mas meu professor falou que tinha vindo somente para falar comigo. Fomos para trás do colégio, onde havia umas árvores e uns banquinhos. Sentamos ali e ficamos conversando por um bom tempo, pois ele queria saber o máximo de informações minhas. Ele perguntou algumas vezes se eu estava de brincadeira e insistiu, dizendo que o que eu estava fazendo era errado.

Respondi que não estava brincando, muito pelo contrário. Estava realmente apaixonada e louca para ser dele. Nessa hora meu professor se aproximou de mim e me deu um beijos gostoso. Como eu me conheço, falei para sairmos dali, pois queria ir para um lugar mais reservado. Ele me colocou no carro e me levou para um local distante da cidade. Logo que o carro parou abracei aquele homem cheiroso e senti, pela primeira vez, o corpo de um homem. Acariciei as coxas dele e senti o pau crescer rapidinho.

Continuei acariciando aquele homem carente e mordisquei os mamilos dele, deixando meu professor todo arrepiado. Puxei a mão dele para o meio das minhas coxas e pedi para enfiar um dedinho na minha buceta. Só que ele não quis: - Você é virgem... não vou fazer nada além disso. Respondi furiosa que sabia disto melhor que ninguém e que não estava guardando minha buceta para a terra comer. Então meu professor foi metendo o dedo bem devagar, sentindo minha xota molhada de tesão.

Eu me contorcia no banco do carro e gemia no ouvido dele, falando que estava muito ,muito gostoso e que eu queria sentir a pica dele no meu buraquinho. Meu professor segurou minha cabeça e me chamou de maluquinha. Aí colocou a geba para fora da cueca e levou minha mão até lá. Nossa, foi muito excitante! Agarrei aquela pica e coloquei inteira na boca, mamando enquanto ele acariciava meus cabelos e empurrava a vara mais fundo na minha garganta.

Daí olhei para ele, juntei meu cabelo e disse: - Agora me come porque não estou mais agüentando! Meu professor abaixou a poltrona do carro e foi beijando meu pescoço, descendo pela barriga enquanto abria minhas pernas. Ele chupou gostoso minha buceta e eu fiquei eufórica, sem acreditar que estava sentindo a boca daquele homem no meu grelinho. Depois de um tempinho eu gozei e fiquei toda babada. Ele abriu a porta do carro, colocou minhas pernas para fora, tirou meus sapatos, minha calcinha e me chupou mais um pouco.

Então encostou a boca no meu ouvido e disse: - Se prepara porque eu vou arrombar essa bucetinha virgem... Ai, que nervoso! Pedi para ele meter devagar, pois queria ver o cacete entrando. Meu professor segurou o cacetão e foi metendo lentamente, para que eu me acostumasse com o tamanho. Eu gemia e rebolava, tentando colocar a vara toda dentro de mim. Depois de um ponto começou a doer e pedi para parar. Ele me deu um beijo e falou: - Que bucetinha apertadinha... está gostando, meu amor? Falei eu estava doendo, mas ele prometeu que depois eu acostumava.

Ele foi metendo mais rápido e a dor aumentou. Eu já não estava agüentando mais, agarrada na poltrona do carro com força. Comecei a gritar e ele continuou bombando. Eu berrava muito alto e ele metia feito um louco, ignorando meus pedidos para parar. Estava quase chorando, mas aos poucos a dor passou. Vi um pouco de sangue no pau do meu professor e percebi que tinha deixado de ser virgem. Ele me abraçou e disse: - Minha putinha, agora a coisa vai ficar boa. Você vai adorar.

Ele levantou minhas pernas e apoiou meus pés em seus ombros. Então encaixou a vara e saiu metendo com vontade. Nossa... dava para sentir a pica lá no fundo, me arrebentando e causando as sensações mais loucas que já senti: - Mete mais! Me faz morrer de dor! Por favor, mete com força! Ele aumentou os movimentos e senti um prazer enorme, junto com uma dor lancinante. Gritei tão alto que ele colocou a mão na minha boca, pedindo para ter calma.

Ele continuou metendo, bombando e apertando meus peitinhos com força. Eu estava louca de tesão e só conseguia gritar. Minha pernas começaram a tremer e senti que estava gozando. Meu professor me esperou terminar de gozar e esporrou gostoso dentro de mim. Minha xana apertou o pau dele com tanta força que ficamos presos por um bom tempo, até meu corpo relaxar por completo. Então nos beijamos e ficamos nos curtindo um pouco.

Depois que fui iniciada não consegui mais passar um só dia sem sexo. E como meu professor não agüentava me comer todas as vezes, tive que arrumar alguns namorados. Hoje estou casada pela quarta vez e só está durando porque ele me fode todos os dias. Mesmo assim tenho dois amantes. Gostaria de um dia encontrar um homem louco por sexo como eu, que veja sexo em tudo, até num cardápio de restaurante. Mas aí é outra história...

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