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Fidelidade por trás
Autor: Zé Adão
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9.0

Quando eu estava com uns vinte e poucos anos tive uma namorada chamada Mônica. Era incrível a nossa afinidade sexual, um tesão sem fim. Transávamos em tudo quanto é lugar, no carro, em elevadores... e ela pagava boquetes irresistíveis nos restaurantes, uma loucura! Nosso relacionamento durou cerca de três anos e a única coisa que nunca rolou foi o cuzinho, pois ela dizia que não era bom. Infelizmente a vida nos separou e poucos anos depois recebi a notícia que ela havia se casado.

O tempo passou, me apaixonei de novo e quando fiz 32 anos decidi me casar. Faltavam dois meses para o casório quando recebi uma ligação da Mônica. Só de ouvir a voz dela fiquei de pau duro. Depois de uma breve conversa minha ex perguntou se eu ia casar e respondi que sim. Sem cerimônia, ela quis saber se eu ia fazer uma despedida de solteiro e disse que não havia programado nada. Aproveitei para saber o que ela sugeria. Mônica falou que tinha um presente para me dar e que ia me ligar. Quase gozei nas calças.

Depois que desliguei tive que tocar uma bronha para tirar a dor do saco. Duas semanas depois toca o telefone e era ela. Mônica marcou de encontrar comigo dali a duas horas num local reservado. Abandonei tudo o que estava fazendo e saí correndo. Quando a encontrei vi que estava ainda mais linda e tesuda. Ela entrou no carro e pareceu que a gente nunca tinha terminado o relacionamento. Sem falar praticamente nada, a gata tirou meu pau para fora e caiu de boca, num boquete incrível que durou uns dez minutos.

Desesperado para não gozar ali, pedi para ela parar e fomos para um motel. Mônica vestia uma saia longa e colocou minha mão na buceta, mostrando o quanto estava molhada. Já na garagem a loucura começou. Entramos no quarto metendo muito, de tudo quanto era jeito, como animais. Peguei a gostosa de jeito e fodemos como dois amantes gulosos. Nossa... como era bom ouvir aqueles gemidos e sentir o gosto da buceta melada de prazer. Meti tanto que a safada ficou inchadinha, rindo e falando que ia ficar toda ardida no dia seguinte.

Depois gozar duas vezes e meter mais um pouco, fomos para a hidro e ficamos lá relaxando. A gata falou que queria me chupar mais um pouco e meu pau endureceu na hora. Então ela veio no meu ouvido e disse que tinha chegado a hora do presente. Não entendi nada, pois achava que o presente já estava sendo dado. A safada me pegou pela mão e me levou de volta para a cama. Lá se deitou, abriu as pernas e me mostrou aquele bucetão lindo. Aí falou: - Hoje quero te dar o meu cuzinho e quero que você me coma bem gostoso. Eu quase morri.

Segurei as pernas dela e levantei o cu lindo bem pro alto. Lambi muito, chupei o que pude e deixei o buraquinho no ponto. Lentamente encostei a cabeça e fui empurrando, parecia um sonho. A rola começou a entrar e ela me pediu para ir mais devagar, pois estava doendo. Parei onde estava e disse: - Agora é com você. Com incrível maestria ela segurou meu pau e foi metendo, empurrando devagarinho até que a pica entrou inteira. Cheguei a sentir minhas bolas encostarem na bunda da gata.

A partir daí fiquei uns 50 minutos socando sem parar, uma coisa incrível... que cu apertadinho, parecia que eu estava tirando uma virgindade. Depois de gozar mais duas vezes, só no cu, ela disse que tinha uma última surpresa. Então veio no meu ouvido e falou que jamais tinha dado o cuzinho para o marido e que jamais o daria, pois o cuzinho dela é só meu e seria a prova da nossa paixão. Não preciso nem dizer que me casei, mas periodicamente compareço para comer o que é meu, só meu, o cuzinho da Mônica. Que delícia...

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