Autor: Perito
9.2
Uma vez, num sábado, resolvemos fazer um ménage, coisa que ela nunca tinha feito mas estava louca para experimentar. Fomos a um bar em Ipanema onde só dava lésbicas e resolvemos fingir uma briga, pra ver se alguma garota viria consolá-la. Dito e feito. Fingi que brigamos e saí do bar, mas não sem antes combinar que em duas horas a gente se encontraria de novo na casa dela. Fiquei na maior aflição e parecia que o tempo não passava. Entrei na casa dela no maior silêncio e fui na ponta dos pés até o quarto.
No caminho ouvi alguns gemidos, percebi que a porta estava encostada e resolvi espiar pela fresta. Nesse momento tive uma surpresa... minha Célia estava amarrada pelos pulsos, na cabeceira da cama, de pernas abertas, com aquela buceta enorme e peluda sendo lambida por uma ruivinha. De vez em quando a lesbiquinha tirava a boca do grelo e pressionava o bico do seio lá. As duas gemiam demais e a ruiva empurrava as pernas da Célia pra trás, enfiando o linguão no cu da minha cadela, que gemia alto e sem parar.
Então a ruiva passou por cima dela e sentou aquela bucetinha vermelha na boca da Célia. A moça fez isso sem pedir licença e as duas partiram para um 69 maravilhoso. Eu já tinha tirado a roupa há muito tempo e entrei no quarto. A ruivinha, que se chamava Mara, gritou: - O que é isso? Homem não! Aí eu tratei de explicar que só queria ver. Antes que ela respondesse qualquer coisa me abaixei e comecei a mamar na buceta da Célia, coisa que a ruiva resolveu imitar. Ficamos os dois mamando na mesma buceta, cada um chupando um ladinho.
De vez em quando nossas línguas se encontravam... e Mara acabou me beijando. Depois disse que beijar boca de homem com gosto de buceta era muito gostoso. Nessa hora resolvemos desamarrar a Célia e ela caiu de boca no meu pau, que estava pra explodir de tanto tesão. A cachorrinha se agachou e ficou pagando um boquete fenomenal, enquanto Mara se deitou na cama. Depois de dar atenção ao meu pau, Célia olhou para a ruivinha e sentou o cu na cara dela, que passou a chupá-lo desesperadamente. Resolvi enfiar o pau na minha gata.
Mara se deitou por cima da Célia e ficou chupando a safada, mas sem encostar no meu pau. Eu bombava, bombava e Célia gemia sem parar, já que estava levando pau no útero e tinha com uma gata lambendo seu grelinho. Mara passou a dar mordidas no bico da cadelinha, que gritava de dor e de tesão. Eu precisava gozar, então pedi pra Mara sentar na boca da minha gata e só observar. De repente tirei o pau de dentro daquela bucetinha que eu conhecia tão bem e deixei meus jatos de porra se espalharem pela barriguinha da minha gata.
Mara recuou com medo de ser atingida, mas Célia falou com jeitinho: - Lambe minha barriga, lambe! Mesmo com um pouco de nojo, a lesbiquinha resolveu cooperar e começou a recolher minha porra com a boca. Depois de lamber tudo, enfiou a cara na buceta da Célia e cuspiu a porra lá dentro. Mara partiu pra boca da minha gata e as duas se beijaram com muito tesão. Os restos de porra enfeitavam a cena. Resolvemos descansar um pouco e fiquei pensando se conseguiria traçar a ruiva.
Célia veio por cima de mim, enfiou meu pau na boca e chupou até ficar duro de novo. Aí ficou de costas e veio sentando, deixando a pica entrar inteira na bucetinha. A safada pediu pra Mara ficar ali embaixo, bem pertinho, e com as mãos foi arreganhando a buceta: - Mara, mama meu grelo... me faz gozar! A ruiva não quis nem saber e começou a mamar tudo o que estava ali, encostando às vezes a língua no meu saco. Que delícia! Eu não consegui mais me controlar e fui pra cima da ruiva.
Segurei a mulher pelos pulsos e tentei enfiar o pau. Célia ficou dando beijos nela e segurou as pernas da ruiva bem abertas. Depois de um tempo a lesbiquinha relaxou e quando vimos eu já estava enfiando com vontade até o saco. Célia sentou na buceta da ruiva pra impedi-la de se levantar e começou a me beijar. Mara entrou na brincadeira e mamou desesperadamente aquele grelo. Prometi que ia gozar fora, então avisei para a Célia que já estava quase no ponto.
Minha putinha voou pra cima do meu pau, tirou de dentro da ruivinha e o colocou na frente do rostinho. Os jatos de porra voaram bem na carinha dela, sujando até o cabelo. Eu gritava de tesão e as duas gemiam alto, Célia sendo chupada e Mara com alguns dedos enfiados na buceta e no cu. Depois do delicioso mènage nós relaxamos e dormirmos. As duas se aconchegaram e eu me deitei juntinho daquela bunda que já comi tantas vezes. E assim ficamos até o dia seguinte, exaustos e sem forças...