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Serviço completo: cinco contra um
Autor: Leandro
Tamanho do texto: DiminuirAumentar

7.5

Aquela primeira experiência homo que tive com o Pedro realmente marcou e mudou minha vida. Desde então, embora eu ainda sentisse prazer com a minha esposa, as coisas mudaram e passei a ver o sexo de uma forma completamente diferente. Eu não virei bicha, mas me tornei mais completo. Até minha esposa admitiu que a minha performance na cama melhorou 100%. De qualquer maneira, meus encontros com Pedro tinham que ser escondidos. Mesmo hoje tenho vergonha de falar com a Ana sobre essas aventuras tão sacanas e boas.

De vez em quando ainda nos divertimos os três lá em casa ou num motel, mas sem interação entre os homens. Como todo machão que se preza, Pedro gosta de aprontar as suas e me colocar em situações inesperadas. Certa vez ele me convidou para ir até sua casa e quando cheguei encontrei cinco de seus melhores amigos. Na verdade, era uma festinha e eu seria a "bola da vez". Eles fizeram uma aposta: aquele que gozasse mais rápido comigo pagaria uma janta para todos. Não me assustei. Caí de boca em cada um deles e paguei boquete para geral.

A cena era exatamente essa: filme pornô rolando na tevê, muita cerveja, alguns belisques, todos de cueca e eu de joelhos, nuzinho, tendo apenas uma toalha para me limpar. Um dos homens sempre ficava com um cronômetro na mão e começava a contar da primeira abocanhada até o primeiro jato. A primazia foi do Pedro. Na poltrona, de pernas abertas, com um copo de cerveja na mão, me xingou à vontade. Afinal, ele estava em casa: - Isso mesmo, seu veadinho. Mama à vontade. Toma pau na cara, toma! Lambe minhas bolas. Tu deve estar com o cominho piscando, né? Ele falava sem parar enquanto eu me dedicava aos seus 18 centímetros.

Pedro estava com tesão e não parava de me xingar: - Vocês sabem que eu também como a mulher deste puto? Ela também chupa, mas gosta mesmo é de dar o fiofó. Eu continuava ajoelhado, mamando as bolas, lambendo o mastro e vendo que ele estava prestes a soltar porra. Acelerei o ritmo, bati forte e fiquei apenas com a língua na pontinha do cabeção, esperando as golfadas. Foram 19 minutos até ele gozar. Tomei meio copo de cerveja, me limpei na toalha e fui pro segundo. Era um cinqüentão bem tratado, grisalho, maduro. Sujeito casado, tinha aliança no dedo e um pau robusto.

Iniciei a mamada e me dediquei especialmente aos bagos. Achei que ia ser difícil fazê-lo "estourar". Fiquei lá embaixo servindo aquele macho um bom tempo, até começar um frenético boquete. Minha cabeça subia e descia e eu não imaginava que ele fosse soltar tão rapidamente. Em 11 minutos o cara tava se esvaindo em porra, dentro da minha boca. Deixei escorrer pelo queixo para que todos vissem a acabada. O sujeito gostou muito e ficou interessadíssimo, pois depois veio conversar comigo: - Tu faz anal? Pedro nem me deixou abrir a boca e respondeu: - Ô se faz! E dos bons. Leandrinho tem um fiofó e tanto.

O terceiro homem se aproximou. Imaginei fosse o mais fácil de todos, um gorducho de 120 quilos com uma barriga e tanto. O pau dele era grande e cheguei a pensar que o cara fosse enfartar de tanto que gemia. Mamei, mamei, mamei muito. Só para endurecer de verdade já foi uma dificuldade. Lambi, passei no rosto, chupei as bolas, engoli, masturbei, fiz de tudo e nada do cara se acabar. Já estávamos pra lá de 25 minutos e pedi que ele ficasse em pé. A pica estava bem dura, feito uma flecha. Então me dediquei ao esporte mesmo.

Chupei todo o saco até lá atrás, lambi a cabeça, passei a língua pelo orifício, esfreguei o pau do gordo no meu rosto e pedi: - Solta tudo, me dá tua porra! Tu deves ter um leite bem gostoso, por isso está segurando. Falei isso tudo olhando para ele, enquanto minhas mãos trabalhavam sem parar. O sujeito estava nas nuvens até que tchulufffff! Veio toda porra do gordo. Era um negócio denso, forte, pegajoso, cheiro forte. Saltou leite pra tudo que é lado. O gordo era forte em termos de gozada e me deixou com tesão. Fiquei todo melecado e ainda tive que engolir, pois na hora de gozar ele apertou meu rosto bruscamente contra o pau.

Mas foi gostoso. O gordinho era bom e me satisfizera. Senti tesão na próstata. O boquete durou 28 minutos e fiquei com vontade de dar para ele. Imaginei como seria interessante vê-lo se acabar no meu fiofó. Tomei uns dois copos de cerveja e tive tempo para me refazer. Enquanto isso o vídeo mostrava o ator americano Peter North descarregando uma dose extraordinária de leite na boca da parceira, deixando a cara da mulher como uma máscara branca. - Que coisa maravilhosa! - dizia um deles. Só tive tempo de dar uma espiada na cena, pois um garotão de 30 anos, todo malhado e com o pau guardado na cueca se aproximou.

O rapaz tinha coxas grossas, braços musculosos, abdôme marcado e já estava de pau duro. Depois de me limpar, ajoelhei e fui ao "trabalho". Eu tinha que fazê-lo gozar em menos de 11 minutos para ele pagar o churrasco na próxima semana. quando vi o pau do gurizão fiquei faceiro. Era o maior de todos, duríssimo, chegando a uns 20cm. Chupei, chupei, chupei e lambi muito cada uma das bolinhas até ficarem inchadas. - Isso aqui tá cheinho, falei. – Pô... tô num atraso federal!, ele respondeu. Então me dispus a tirar aquele atraso todo. Mamei o cabeção, lambi o buraquinho e cheguei a sentir um gostinho do esperma.

Punhetei bem, esfreguei a jeba no meu rosto e bati bastante. Mamei com ritmo, afundando o nariz até bem próximo dos pentelhos do rapazote. Decidi que ele pagaria aquele churrasco. Todos nos olhavam, um deles com o relógio na mão. Quando vi que o guri estava de olhos fechados, percebi que era questão de tempo. O orgasmo estava próximo. Acelerei e passei a lamber a extensão daquele mastro, passando a língua bem lá embaixo no saco, subindo e descendo. Esfreguei a pica no rosto e tasquei meu golpe final: - Solta tua porra toda, meleca meu rosto. Goza aqui na minha carinha. Quero teu esperma. E em seguida engolia a vara toda até o talo.

Ritmei o sobe e desce e senti o garotão se contorcer. De repente o membro dele inchou, a cabeça ficou vermelhona e ele se acabou todo. Aãããhhhhhh!, gemeu alto. E senti aquele esperma todo cobrir meu rosto. Era uma porra quente, em grande quantidade e cobriu até a minha testa. Delírio no ambiente. Pronto: ele pagaria a conta. Me atirei no chão e relaxei. Senti um excelente gosto de porra na boca. Minha língua estava grudenta e minhas bochechas melecadas. Todos me aplaudiram. Pedro prometeu que na próxima semana a molecada ia se divertir com o meu rabicó.

Depois que os amigos foram embora, Pedro ainda quis se divertir um pouco no meu fiofó. Bati uma para ele e fiquei de quatro. Como já estava bem tarde, ele nem me perdoou e foi logo metendo, sem dó: - Toma, seu putinho mamador. E meteu. Meteu bastante. - Pisca e aperta meu pau aqui dentro!, ele provocava. Pedro demorou apenas alguns minutos para despejar porra no meu rabo. Senti as estocadas finais dele e uma cravada forte, com os pentelhos roçando na minha bunda. Generoso, ainda me deixou bater uma punheta sentado no sofá. Na próxima vez conto sobre o churrasco, que foi sensacional.

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