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Boquete de veterana
Autor: Silvinha
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9.0

Eu já tinha feito 18 anos mas ainda me sentia uma menina do interior recém-chegada na capital gaúcha. Era alta e tinha seios maiores que os das minhas colegas de segundo grau. Meu corpo magro sempre foi considerado gostosinho pelos amigos. Ainda era virgem, mas ficava com os rapazes e dava bons amassos nas festinhas. Às vezes rolava algo mais forte, uma mão aqui, outra ali. Um dos meus colegas, o Leonardo, sabia me conduzir muito bem. Ele era audacioso, pegava bem e me fazia morrer de tesão.

Certa vez nós passamos dos limites. Nos agarramos tanto e rolou algo tão forte que não consegui me segurar. Ou melhor, segurei a pica dele. Enquanto o garoto me emparedava num canto da festa, tudo bem escuro, coloquei a mão por dentro da calça e senti a ferramenta do gato. Enquanto isso ele apalpava os meus seios e me enlouquecia. Eu já estava toda molhada. Lá pelas tantas, vi que o pau do Leo soltou uma meleca enquanto ele me abraçava forte. Pronto. Foi a primeira vez que fiz um homem gozar. E foi ótimo, embora eu tenha corrido para o banheiro para lavar a mão.

Ao longo das pegações nós fomos nos envolvendo intensamente. Em alguns meses já estávamos íntimos e nossas carícias eram mais fortes. Enquanto isso eu conversava e aprendia muito com as minhas amigas de Porto (Alegre). Fui descobrindo o que precisava fazer para agradar. Numa das oportunidades, nos agarramos no carro do pai dele, dentro da garagem. Estávamos num clima sensacional.... Leo com um braço enfiado na minha bunda, roçando os dedos na minha bucetinha e chupando os meus peitinhos. Enquanto o beijava, passava a mão por cima da cueca, fazendo o pau ficar bem duro. Vi que ele queria mais.

Leonardo fez uns carinhos na minha nunca, empurrando levemente minha cabeça para baixo: - Eu tô desesperado por isso. Faz pra mim. - pediu, gentilmente. Afundei no meio das pernas dele e fiquei roçando a mão sobre a cueca. Então segurei a pica e a coloquei pra fora. Comecei a bater uma punheta e dei lambidas na ponta, fazendo meu gato estremecer todo. Olhei para cima e vi a cara de prazer dele. Lambi a extensão toda da vara e descobri o saco lá embaixo. Acariciei as bolinhas com a mão e então passei a chupar a região. Subi e engoli o pau inteiro.

Fiz isso de novo e enfiei o máximo que pude. Repeti esse movimento várias vezes. Meus lábios estavam colados no pau dele. Quando eu engolia a pica, volta e meia deixava a língua encostando no pau. Depois decidi me concentrar na cabeçorra. Beijei, lambi e engoli a cabeça vermelha. Passei a língua bem naquela fendinha e cheirei para ver se tinha cheiro de porra. Olhei para o Leo e passei a bater com a pica na minha cara. Ele delirava e sorria de tanto prazer. Vê meu gato desse jeito me excitava. Seu pau pulsava, estava vermelho e a ponta quase roxa.

Leonardo apertava minha cabeça e às vezes me empurrava para baixo. Eu aceitava aquilo com felicidade e engolia o pau, quase me sufocando. Cheguei a engasgar um pouco. Uma, duas, três vezes. Ele gostava das minhas dificuldades. Mas era só respirar um pouco e voltar ao boquete. Decidi, então, que queria fazê-lo gozar. Olhei bem nos olhos dele e soltei: - Goza agora, solta tudo aqui pra mim! Bati com ritmo, dei umas engolidas, lambi muito e acelerei o movimento. Seu braço direito estava estendido, a mão embaixo da minha bunda e um dos dedos roçando meu cuzinho.

Engoli a cabeça da vara e passei o pau pelo meu rosto. Então pedi: - Vem, me dá sua porrinha, seu leitinho. Quero teu esperma. E senti os jatos. Durante a primeira golfada, Leo soltou um gemido forte. O primeiro jato sujou minha boca. Era um líquido quente e pouco espesso. Aí senti outro jato. Dessa vez veio um leite grosso e com cheiro forte, que melecou meu rosto de cima a baixo. Eu tinha porra até no cabelo. Leo apertou meu bumbum com força e os últimos jatos foram depositados na minha língua. Engoli tudo sem desviar o olhar dos olhos dele.

Eu continuei punhetando o gato num ritmo mais lento. Sentia o pau pulsar. Saiu mais uma porrinha que puxei com a língua e engoli também. Leo desmontou no banco do carro e relaxou completamente. Seu pau logo amoleceu, ainda soltando esperma, só que agora em gotas. Gotas grossas e bem espessas, com cheiro bem forte. Estas últimas eu deixei ele esfregar na minha bochecha. Esse momento mágico jamais sairá da minha memória. Foi o primeiro de todos meus boquetes, talvez o melhor de todos... e o início de uma relação de muito carinho.

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