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As cunhadas em Cabo Frio II
Autor: Big Boy
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9.1

Como contei antes, a semana em Cabo Frio prometia ser maravilhosa. E foi. Praias lindas, muito sol e uma cunhada gostosinha pra trepar comigo. Ficamos sozinhos na casa até quarta-feira e dormimos juntos todos os dias. Comi minha cunhada a toda hora, uma verdadeira tara. Fodemos na piscina, na sauna, na cozinha, na sala... As crianças mal caíam no sono e a sacanagem rolava solta. No meio da semana buscamos a Rita, empregada da Renata, no caminho da rodoviária. No caminho comentei que a nossa moleza ia acabar, mas ela me olhou com cara de safada e disse que as coisas iriam ficar cada vez melhores.

No dia seguinte o tempo não ajudou e ficamos em casa, pois estava frio. Renata e eu ficamos nos desejando sem poder fazer nada, pois havia muita gente na casa. Foi quando ela pediu para a empregada olhar as crianças e perguntou se eu me importava em acompanhá-la até a oficina, pois o carro não estava legal. Fiquei sem entender mas respondi que iria junto. Ao sair de casa, Renata me disse que estava louca de tesão e me mandou colocar os óculos escuros. Chegamos numa oficina e ela desceu do carro. Pude reparar que a safada estava com uma micro-saia que era pura sacanagem, pois mostrava um pouco da bunda.

Minha cunhada pediu pra o mecânico verificar um barulho embaixo do carro e o cara atendeu na hora. Ele me olhou, ficou meio sem jeito e continuou. Renata veio até a minha porta e fingiu me ajudar, dizendo que eu era cego. Então pediu uma cadeira para eu me acomodar. O cara não tirava os olhos das coxas dela. Isso foi me dando um tesão danado, mas eu tinha que fingir que não estava vendo nada. Depois de alguns minutos apareceu outro homem. Já sabendo que eu era “cego”, o sujeito se abaixou sem nenhuma cerimônia e ficou olhando a bunda da minha cunhada.

O mecânico ficou um bom tempo embaixo do carro, olhando por baixo da saia dela. Dava para ver que o pau dele estava duro, denunciado pelo volume no short. O mecânico confirmou que não tinha nada solto e pegou um jornal pra disfarçar a ereção. Renata olhava pra mim e abaixava a cabeça escondendo o sorriso. Até eu fiquei de pau duro nessa hora. Ela agradeceu pela vistoria e veio me ajudar a entrar no carro. O outro homem veio ajudá-la e ela esbarrou no pau dele “sem querer” fazendo o cara ficar completamente vermelho. Saímos da oficina e tive vontade de rir, mas o tesão estava grande demais e ficamos nos beijando.

Então paramos perto de um lava jato e alisei a xoxotinha da minha cunhada. A danada estava sem calcinha e muito melada. Ela não me deixou comê-la ali e disse que precisava abastecer o carro. E lá fui eu pro meu papel de ceguinho. O frentista perguntou pra mim se era álcool ou gasolina e eu nem respondi, Renata tomou a frente e falou: - Moço, é gasolina mesmo! Desculpe-me... é que meu marido é cego. Tive vontade de rir. O homem ficou louco ao ver aquela mulher gostosa, com a bunda praticamente aparecendo e sem calcinha. E ela tinha uma bucetinha inchada, com poucos pelos, uma loucura!

Renata saiu do carro e foi comprar uma cerveja na loja do posto. Nessa hora o frentista chamou um colega e contou que “a mulher do ceguinho tá com a buceta de fora”. Eles ficaram esperando a minha cunhada voltar e isso me deu mais tesão ainda. Quando Renata voltou o outro rapaz perguntou se não estávamos precisando de um extintor de incêndio. Imediatamente ela pediu para o frentista olhar a validade, mostrando o extintor que estava embaixo do banco do motorista.

Não conseguia acreditar na cena. O homem quase meteu a cara dentro da buceta dela. Ele ficou olhando pasmo durante muito tempo e nem se preocupou em esconder o volume na calça. Então gaguejou, dizendo que estava tudo no prazo. Renata agradeceu e fomos embora. Eu já estava com o saco doendo e falei que precisava transar ali mesmo, no meio da rua. Ela negou e disse que queria tomar uma cerveja. Paramos em um bar que tinha mesa de sinuca, nos sentamos e o garçom quase caiu ao ver minha cunhada cruzando as pernas.

O cara enlouqueceu e a rapaziada da sinuca simplesmente parou tudo para ficar olhando a cachorra sentada, de perna aberta e sem calcinha. Já tinha gente dando a tradicional ajeitada na calça para disfarçar o pau duro. Renata fingiu que eu era surdo e ficou perguntando alto qual marca de cerveja eu queria. Pronto. Vi que a brincadeira estava só começando. Ela se levantou pra atender o celular e pude ouvir os comentários "puta que pariu, que mulher gostosa!", "o surdinho se deu bem...", "caralho, ela tá sem calcinha mesmo. Eu vi o maior bucetão!”.

Renata voltou, bebemos a cerveja e fomos embora. Na saída eu falei sobre os comentários e ela adorou. Quando estávamos entrando no carro um jovem ficou nos olhando. Minha cunhada o chamou e perguntou se aquele volume na calça era por causa dela. O garoto ficou mudo e a safada levantou a saia, arregaçando a buceta. Depois subiu a blusa e mostrou os seios, dizendo que ia pensar nele quando tivesse levando pica. Ela pediu para ele tocar uma punheta pra ela e enfiou o dedo inteiro na buceta, colocando depois na boca do moleque “para ele lembrar como é o cheiro de uma fêmea”.

Saímos dali e voltamos pra casa. Não conseguia ver a hora de foder muito com ela. Logo que chegamos vimos um bilhete da Rita, dizendo que tinha ido à praia com as crianças. Então subimos e nos trancamos no quarto. Caí de boca naquela buceta e fiquei com o rosto todo melado. Aí recebi meu maior presente: - Alessandro, você se controlou direitinho e fez seu papel na minha fantasia. Agora já pode comer o meu cuzinho. Nossa... e ela ainda fez questão de dizer que só tinha dado o rabo pro marido umas três vezes.

Coloquei a gata de quatro, deixei aquele cuzinho bem melado e meti. Ela rebolava no meu pau como uma louca e eu já estava alucinado de prazer. Dei estocadas fortes, intensas e ouvi a safada gemer como nunca. Esperei ela gozar e jorrei muito leite dentro dela. Minha porra escorria entre as pernas da cadelinha. Então ficamos nos beijando e prometemos que iríamos acabar com essa loucura. Bem que tentamos. Desde janeiro não transamos, mas volta e meia a gente se esbarra em alguma festa e rolam uns beijos deliciosos. Pena que minha mulher não topa umas sacanagens dessas...

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