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Um verdadeiro treinador
Autor: Mãe de jogador
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9.3

Sou nissei, 36 anos, casada há 14 e tenho dois filhos. Amo o meu marido e sempre fui fiel. Não sou exatamente uma mulher gostosa, mas tenho seios grandes e uma bunda grande. Sou gordinha mas nada fora do normal. Temos uma vida sexual boa, às vezes apimentada pela nossa imaginação. Meu marido adora me excitar e curte falar coisas diferentes durante o sexo, mas nunca saímos da rotina. Sou quietinha, mas quando mexem comigo e sinto tesão, perco o controle!

Moro no Japão há dez anos e vivemos uma vida monótona, procurando fazer o possível pra não cair no estresse. Meu marido tem uma cabeça ótima e já fez várias propostas para nos “aventurarmos”, mas sempre tive um certo receio. Mas vamos ao que interessa. Meu filho pratica futebol com um treinador brasileiro, um moreno cheio de charme daqueles que nos deixam sem ação. Então, num dia chuvoso, resolvi verificar se haveria treino e aproveitei para cuidar de algumas questões burocráticos da escola.

Quando cheguei no local a chuva tinha deixado tudo deserto. Apenas o carro do treinador continuava no estacionamento. Saí correndo do meu carro e fui até o escritório. Encontrei o treinador sozinho, lendo um livro. Cumprimentei-o e expliquei que estava querendo saber se haveria treino. Ele respondeu, sempre muito educado, que a aula tinha sido cancelada por causa da chuva. Não sei o que aconteceu, mas notei que o homem não tirava os olhos da minha buceta. Eu estava com um short meio justo, mas nada que chamasse a atenção.

Continuamos conversando sobre as aulas e ele começou a falar do meu filho, dizendo que o garoto tinha um ótimo desempenho. Sentei-me numa cadeira e notei que agora ele não tirava os olhos dos meus peitos. Fiquei muito sem jeito, pois lembrei que estava sem sutiã e o pouco de chuva que tomei tinha molhado a minha blusa branca. Confesso que os biquinhos estavam duros. O treinador estava com uma camiseta regata que deixava seu peitoral forte e peludo exposto. Falamos um pouco mais sobre o menino e acabamos entrando em detalhes pessoais.

Após falarmos futilidades, entramos no assunto “sexo”. Nem sei porque começamos a falar disso, mas de repente estávamos numa ardente conversa sobre fantasias e desejos. Tomei a iniciativa e perguntei se ele já tinha transado com alguma mãe de aluno. Ele respondeu que não, então perguntei se isso lhe passava pela cabeça. A resposta dele me deixou gelada. O treinador olhou pra mim e disse: - Eu não perco uma chance de te olhar. Morro de tesão por você mas nunca tive uma oportunidade para lhe dizer isso. Se era verdade ou mentira eu não sei, mas fiquei excitada.

Ele colocou a mão na minha coxa e senti um fogo subir pela coluna. Já estava com a buceta molhada e os bicos durinhos. Não resisti e confessei que poderia até rolar algo entre nós. Essa foi a deixa para ele se aproximar e me dar um beijo de perder o fôlego. Suas mãos atacaram meus peitos e num segundo ele já estava mamando gostoso em mim. Fui ao delírio, que boca aquele homem tinha! Quanta experiência e carinho... Deixei rolar e ele me conduziu a um sofá. Meu short já estava na altura do joelho. Senti os dedos do treinador explorarem minha buceta por cima da calcinha empapada.

Ele foi tirando minha calcinha com uma habilidade que dava gosto. Em segundos eu estava nua e bastante acanhada, pois era a primeira vez que ficava pelada na frente de outro homem. Mas ele me acalmou com um “você e linda” cheio de carinho. Então me deitou no sofá e começou a percorrer meu corpo com a língua. Nossa... como é bom ser explorada por um homem maduro! Ele sabia direitinho onde passar a língua, onde morder e onde chupar. Quando chegou na minha bucetinha inundada eu já estava quase gozando. Sentir sua língua entrando em mim foi o suficiente para gozar com uma intensidade que nunca senti.

Fiquei até tonta na hora. Ele percebeu e continuou o trabalho com perfeição, às vezes lambendo, outras vezes penetrando com a língua ou com os dedos. E assim gozei pela segunda vez na boca dele. Eu estava até meio desacostumada com isso... dois orgasmos seguidos e ainda nem tinha sido penetrada. Ele parou de me chupar, se levantou e tirou o calção. Diante de mim surgiu um pau lindo e duríssimo. O treinador segurou minha cabeça e carinhosamente a pica na minha cara. Nem pensei duas vezes. Abocanhei o cacete e comecei a chupar da melhor maneira que pude.

Chupei e lambi com vontade, subindo e descendo até o saco. Ele me pedia pra babar no pau e deixar a saliva escorrer. Então eu chupava e espalhava a saliva por todo o mastro. Deixei o cacete bem melado e quando ia implorar pra ser penetrada ele me pegou com carinho e foi me virando devagarinho. Entendi o que ele queria e fiquei de quatro, encostada no sofá. O treinador afastou meus pés e se posicionou atrás de mim. Nessa hora eu me dei conta de que ele ia me rasgar todinha bem gostoso. Mas ao invés disso ele ficou pincelando a cabeça do cacete na entrada da minha buceta.

Eu já estava vendo estrelas, então olhei nos olhos dele e entendi o que queria: me ver implorar por pica. Não perdi tempo: - Mete, treinador! Enfia esse pau em mim! Quero sentir sua vara dentro de mim... Foi o suficiente. Ele foi metendo devagarinho e senti a cabeça entrar. Então senti cada centímetro daquele pau maravilhoso. Como entrou gostoso! Quando senti a primeira estocada gemi alto e gozei. Nunca tinha gozado desse jeito. Ele bombava cada vez mais forte, cada vez mais sacana, fazendo movimentos circulares, tirando e metendo tudo...

Às vezes ele dava uma parada. Era para segurar o gozo e não acabar com a foda. Depois de alguns segundos metia novamente e continuava a me arregaçar. Não demorou e gozei de novo. As mãos do gostosão apertavam os meus seios e sua boca mordia minha nuca. Ele aproveitava para lamber minhas orelhas e depois voltava a estocar minha xoxota. Que tesão de homem... eu não queria que isso acabasse. Ele deu uma parada e senti um dedo penetrando meu cu. Fiquei preocupada, pois não agüentaria aquilo tudo atrás de jeito nenhum.

O treinador ficou brincando com o dedo, falando que adorava a minha bunda e que tinha muito desejo por ela. Então perguntou se podia comer o meu cuzinho. Eu estava morrendo de medo, mas como o tesão sempre fala mais alto, virei pra ele com a cara mais safada que sabia fazer e disse: - Come, mas come gostoso! O dedo dele estava melado pelo meu próprio gozo e foi lubrificando o local. Fechei os olhos pra me concentrar e imaginei que ia doer um pouco, até porque meu marido e eu não fazemos muito anal, só raramente. Mas antes de qualquer coisa ele penetrou meu cuzinho com a língua macia.

O safado foi chupando meu cuzinho, metendo a língua e alternando com os dedos. Que sensação deliciosa... eu estava adorando, que homem tesudo! Quando percebeu que eu já estava pronta, ele levantou e colocou a cabecinha na entrada do meu rabo. Confesso que a excitação era tanta que nem me preocupei mais. Ele forçou um pouco e a cabeça entrou. Doeu sim, mas o tesão era bem maior. E ele tinha paciência, por isso foi colocando bem devagar, sempre parando para não doer demais. Quando metade já tinha entrado, empurrei o corpo pra trás e fiz a vara entrar todinha em mim.

Foi demais... senti um raio percorrer minhas pernas. O treinador ficou parado alguns segundos e quando viu que eu estava gostando começou a bombar. No início foi bem devagarinho, aumentando o ritmo aos poucos. A mão dele achou minha bucetinha e o gostosão ficou brincando com o meu grelo, enquanto socava a vara no meu rabinho. Era bom demais e não demorei pra gozar de novo. Ele bombou mais um pouco e anunciou que ia gozar. Pedi que gozasse bem gostoso em mim, então senti vários jatos fortíssimos e quentes inundando o meu cuzinho. Que gozada fantástica!

Foi tanta porra que eu gozei mais uma vez sentindo aqueles jatos, numa sensação sem explicação. Eu já tinha sentido o gozo do meu marido atrás, mas desse jeito foi tudo totalmente novo, diferente. Caí meio desacordada no sofá e levei alguns minutos para me refazer. Ele ficou do meu lado, alisando meu corpo e mexendo nos meus cabelos. Esperei o ar voltar e quando me senti recomposta de novo fui ao banheiro lavar o rosto e me ajeitar. Ele me ajudou e saí com aquela cara de que nada tinha acontecido. Dei-lhe um beijo e saí, mas antes fiz questão de dizer que tinha sido maravilhoso.

Ele não respondeu nada, apenas ficou me olhando ir embora. Cheguei no carro e percebi que estava toda ardida. Também estava bastante melada, ainda com o esperma dele escorrendo em mim. Mas estava feliz. Nunca tinha gozado tanto, que transa fantástica! Desde então quando nos encontramos somos bem discretos. Ele me trata com carinho sem exagerar, sempre com respeito e mantendo a distância necessária. Mas nossos olhos... quando se cruzam falam por nós. Quem sabe acontece outra vez...

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