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As cunhadas em Cabo Frio I
Autor: Big Boy
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9.1

Janeiro, férias escolares, um verão maravilhoso... alugamos uma casa muito confortável, com cinco suítes, em Cabo Frio. Como sou autônomo, viajei com minha esposa, minha cunhada Carlinha e o filho dela, Andrezinho. No outro carro foram meus sogros e a Renata, com seus dois filhos. Mal chegamos e a mulherada foi para as compras. Como não sou bobo, fiquei na piscina da casa com a Carla e as crianças. Abri uma cerveja e ofereci, já com segundas intenções. Ela tomou um copo e começou a falar sobre o que aconteceu na casa do sogrão. Apenas respondi que tinha sido um acidente.

Carla abaixou a cabeça e falou que depois da nossa transa a vida dela mudou, pois abriu os olhos pra vida sexual medíocre que vivia com o Zé Carlos, seu marido. Minha cunhadinha estava de biquíni, então pedi pra ver a marquinha. Disse que ela ia ficar linda queimadinha e aproveitei para alisar seu bumbum. Meu pau ficou duro na hora e aproveitei para passar a mão na xoxotinha dela, por cima do biquíni. A safada suspirou e segurou o meu pau. Nessa hora enfiei a mão por dentro e tive duas surpresas: ela estava toda depiladinha e também muito melada. Fiquei louco!

Ela alisou meu pau e chupou de leve a cabeça, sempre atenta para que ninguém nos visse. Quando estávamos em pleno transe sexual, um quase atracando o outro, as crianças nos interromperam pedindo pra beber refrigerante. Carla saiu da água e foi até a cozinha. Eu estava impossibilitado e continuei na piscina. Alguns minutos depois chegou o resto da família. Minha mulher veio logo me abraçando e me levou para a nossa suíte. Fechamos a porta e demos uma rapidinha só pra estrear a cama. À tarde resolvi ir para a sauna e relaxar um pouco mas as três irmãs entraram de repente.

Fiquei olhando as balzacas de biquíni, todas com um corpo legal e muito bonitas de rosto. Me senti orgulhoso ao perceber que havia comido as três. Minha mulher não ficou nem dez minutos na sauna e saiu pra tomar sol. Continuei com a Renata e a Carla, que em seguida também saiu pra tomar uma ducha. Renata abriu um sorrisinho quando a irmã saiu e me olhou com cara de puta, perguntando se eu tinha coragem de comê-la ali mesmo. Sorri e respondi que a semana prometia, já que ficaríamos sozinhos na casa com as crianças. Ela passou a mão no meu pau e percebeu que estava bem duro.

Nesse momento Carla apareceu na sauna e quase nos flagrou. Saí para a ducha e a Rê foi pra piscina. Depois de um mergulho eu voltei pra sauna e vi a Carlinha enrolada na toalha, sem biquíni. Sentei no degrau abaixo dela e caí de boca naquela xoxotinha rosada com grelinho pequeno. Ela gemia e tentava me afastar, mas eu a coloquei sentada no meu colo, com o pau enfiado. Estávamos fazendo uma loucura... Nossa, transamos gostoso ali mesmo e fiz questão de gozar na boca da safada. Ela engoliu uma parte e cuspiu o resto, dizendo que nunca tinha feito isso.

Saí da sauna e fui pra piscina. Rê e a minha esposa estavam brincando com as crianças - aquela brincadeira de passar entre as pernas de alguém, sem encostar, embaixo d'água. Entrei na brincadeira e fiquei em pé, para que todos passassem entre as minhas pernas. A cachorra da Renata passou por baixo de mim e alisou o meu pau. Fiquei igual a uma estátua e minha mulher não percebeu nada. À noite fomos tomar um sorvete no centro e quando voltamos as crianças já estavam desabadas de sono. Resolvemos jogar cartas: Carla e Rê contra Márcia (minha esposa) e eu.

Cervejinha gelada e todos ficaram relaxados. Comecei a alisar a Renata com o pé por baixo da mesa, ao mesmo tempo em que passava os dedinhos na xoxota da minha esposa, para ela não perceber nada. Ficamos assim até as três da manhã, quando subimos pra dormir. Márcia é muito fraca para bebida e apagou no sono. Então saí do meu quarto e fui pro quarto da Renata, que me recebeu com uma camisola transparente, alucinante. Caí de boca nos seios dela mas não sabia por onde começar. Beijei aquele corpo todo e me acabei com a língua na buça gostosa da cunhada. Fiz a gata gozar duas vezes na minha boca.

Ela mordia o lençol pra não acordar as pessoas da casa, reprimindo os gritinhos de prazer. A gostosa retribuiu a chupada e pagou um boquetinho. Ela não era boa pra chupar, mas tinha vontade e era carinhosa. Por isso a coloquei em cima da mesinha do quarto e meti bem fundo na xoxota. Rê tremia e arranhava as minhas costas com as unhas, me chamando de filho da puta. Sussurrei que tinha comido a Márcia e a Carlinha naquele mesmo dia e ela me xingou mais ainda. Aí não agüentei e meti durante mais alguns minutos até jorrar o restinho de leite dentro dela.

Continuamos nos beijando, nos roçando e finalmente desabamos de cansaço, Saí do quarto dela com bastante cuidado e voltei para o meu quarto sem fazer barulho. Tomei um banho rápido para tirar qualquer vestígio e dormi como um anjo. Vivi uma semana de príncipe, comendo a Renata todos os dias. Foi uma loucura... No próximo conto você vai saber o que mais aconteceu nas minhas férias em Cabo Frio. Aguarde!

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