Autor: Socram Izn
7.7
Ela dita o caminho. Avenidas, semáforos, carros, pessoas atravessando na faixa. Parece que todos sabem o que está para acontecer. Desejo e medo correm por seu corpo. Então pensa em tudo o que sonhou, as coisas que comprou, se haverá de dar certo... e ela ali do lado, mais segura do que nuca, ensinando o caminho. Dá para ver que ela sabe o que quer. Parece até que ele é seu novo brinquedo, objeto disponível para uso. Lá chegando, cabe a ele a escolha. Confuso por não conhecer o local, passa os olhos nas opções sem ver preço, buscando conforto. Sem demora escolhe o quarto e toca o carro para escondê-lo.
Abre a porta e ela entra tranqüila. Pronto. Ali se fará um mundo por poucas horas e em nada mais adianta pensar. Ele pede um tempo e ela vai até o banheiro. Aproveita para espalhar velas de tamanhos diversos em torno da cama, ligar o vídeo e colocar um som baixinho. Sente uma vergonha repentinha e olha a tela da tevê, que exibe penetrações intensas. O resto dos brinquedos ficou na cabeceira, junto com a pomada lubrificante, as algemas, a venda e um pênis de silicone nada exagerado (para não se sentir humilhado).
Ele vai para o canto do quarto e tira a roupa, acomodando-a toda certinha no cabideiro para não amassar. Então se deita, sentindo o frio do lençol. O ar condicionado está ligado. Ele desce a mão pela barriga e a enfia dentro da cueca. Os minutos de espera parecem horas e sua cabeça gira, com vozes falando a seus ouvidos. Está na hora de cumprir as fantasias sonhadas, quanto a todas as regras serão quebradas. Ouve o trinco da porta e vê a maçaneta se mexer. Lá vem ela! Está vestida com uma calcinha e um sutiã brancos, daqueles que não são usados no dia a dia.
Ele tenta disfarçar a barriga, querendo parecer macho malhado, e deita o rosto sobre o ventre da deusa, que permanece com uma expressão enigmática no rosto. Ele pensa que deve tomar a iniciativa, mas hesita em atacá-la. Então desliza as mãos pelas costas de sua musa, sentindo cada curva até chegar no bumbum. Aperta-lhe as nádegas e comprime os lábios contra o ventre, dando-lhe um doce beijo. Ele se deita e tenta relaxar. Ela se aproxima, segura seus braços e o algema na cabeceira da cama. O sorriso malicioso e cheio de tesão daquela mulher o deixa um pouco nervoso.
Esta é a última imagem que ele vê, pois a visão é bloqueada pela venda. Quando tenta balbuciar alguma é calado subitamente. Sente em seus lábios uma pele macia, lisa... em suas narinas penetra o odor suave do sexo limpo, perfumado a sabonete. A respiração dispara e ele instintivamente abre a boca. Sente a língua procurar pela sua língua, tateando o mundo que será explorado. Então ela se movimenta, muda de posição e ele sente o líquido ainda imperceptível encontrar seu paladar.
Engole a saliva e começa a lamber suavemente toda a extensão do que se apresenta em sua cara. Nada vê e isso o deixa mais aguçado, buscando explorar os sentidos, perceber o cheiro no ar. Ele aumenta o ritmo e lambe desesperadamente, passando a língua por tudo, entrando e saído, subindo e descendo. Ela passa a cavalgar lentamente esfregando, a buceta pela boca, nariz e queixo do amante. As respirações altas tomam conta do ambiente, seguindo o compasso dos corpos. De repente um gemido penetra por seus ouvidos, revelando o prazer da deusa.
Imediatamente a pressão se intensifica e ela empurra a buceta úmida contra sua boca. As mãos apertam-lhe as coxas e ele tenta desesperadamente pressionar o membro dentro da cueca. Então busca o clitóris e é ajudado pelos movimentos certeiros que ela faz. Ah... ali está ele, inchado e quente. A língua passeia pra lá e pra cá, até que passa a mordiscá-lo, temeroso. Outro gemido invade seus. Ele entende a mensagem e continua a missão. A língua faz movimentos mais rápidos e ele sente as pernas apertarem suas orelhas.
Ele apenas se entrega ao tesão, mordendo o clitóris, os lábios, tudo em busca do prazer. A deusa dá pequenos espamos e aperta as coxas rijas, empurrando a vagina contra a boca do parceiro. Ele quase não consegue respirar e percebe que ela está gozando. Já está sufocando quando sente descer pelos lábios o líquido melado que se mistura à saliva. Ele mexe o corpo em busca de ar, mas as mãos estão amarradas e a boca preenchida. Ela se afasta e deixa uma das pernas sobre seu peito. Como é bom respirar...
Ela o observa e lhe dá um beijo daqueles. Ainda ofegante, sente o membro crescer e pulsar sem controle, pedindo para penetrar onde puder! Ela está feito gato na cama e sussurra no ouvido dele: - Você é meu. Resignado, ele apenas consegue responder que sim. Sente os cabelos compridos tocarem seu peito e a boca encontra seus mamilos. Experiência nova, nunca havia sido beijado no mamilo. Ela se acomoda, abre as pernas dele, se acomoda entre elas e recosta a barriga em seu membro. Então abre a boca e faz a pica sumir lá dentro. Ela mexe a língua, levando-o à loucura, e passa a mamá-lo com intensidade.
Sem muito pensar, ele cruza as pernas nas costas de sua dona e movimenta o quadril como se quisesse penetrar-lhe o ventre. Ela desliza... beija sua barriga, morde suas coxas e brinca com seu membro pulsante. Apenas o provoca, para deixá-lo fora de si. Ele sente um calor em torno do mamilo, primeiro o esquerdo, depois o direito. Um calor intenso que não queima, mas escorre e seca. O que é isso? Então sente a mesma coisa na virilha e nas coxas... Ela ri, dizendo que é a parafina da vela. Ele não pode se mover e espera o próximo movimento dela.
Os lábios agora lhe tocam a virilha e ele solta o primeiro gemido de prazer. A boca passeia pelas coxas, membro, glande e voltam para a virilha, enquanto as mãos fazem uma leve pressão na vara. Ele se surpreende com uma lambida no saco, que logo se transforma numa corrida de língua pelas bolas. Relaxado, deixa tudo acontecer e leva um susto quando percebe que ela enfiou uma de suas bolas na boca e começou a sugar sem dó. A sensação é gostosa e ele abre as pernas, arreganhado pelos carinhos que recebe. Ela firma as mãos e investe no ânus, pressionando maliciosamente o local e lambuzando todo o buraco com saliva.
Instintivamente ele busca fechar as pernas e escapar daquela violação, mas ela agarra o pau e diz carinhosamente para ele ficar quietinho. Aquelas palavras soam como uma ordem e mais uma vez ele se deixa conduzir. Ele sabe que ali está rolando uma relação de exploração erótica, até onde o limite da curiosidade alcança. Quando ela percebe que o dominou, desliza a língua para cima, levando a boca até a glande. Ali abre os lábios e é invadida pelo membro duro de tesão. Ela pega o pau com a mão e coloca suavemente a camisinha.
“Vai ser agora”, pensa ele. A musa chega e segura o membro com firmeza. Então se acomoda em cima da pica e escorrega lentamente, sentindo a vara preencher sua bucetinha. Os corpos buscam o melhor encaixe e ela faz questão de dizer: - Vou te comer com a minha xoxota. Primeiro começa com um movimento leve, compassado, um vai-e-vem gostoso. O ritmo vai ficando mais forte, mais intenso e os gemidos aumentam. As mãos da deusa cravam no peito do amante, apertando os mamilos enquanto ela sobe e desce na vara.
- Enfia, enfia! Mete na minha xoxota. Você é meu... e eu sou sua dona! Ele busca erguer o quadril para penetrá-la o mais fundo possível. Ela trava as pernas na cintura dele, aperta a buceta contra o pau e solta um grito de prazer. Ele sabe que ela está gozando com a pica enterrada, então mete ainda mais fundo, tentando fazer com que o gozo não termine. Relaxada, ela solta o corpo sobre o dele e descansa. Ele ainda não gozou, mas não sabe como pedir. Então sente uma respiração próxima ao ouvido: - Agora é a sua vez... você vai gozar como nunca.
Intrigado, ele abre um sorriso mostrando que está muito excitado. Ela volta a segurar a pica com uma das mãos e vai tirando a camisinha. O pau lateja sem parar... Ele abre as pernas e cai de boca, lambendo o ânus e chupando as bolas. Ela fica de joelhos na cama e se debruça sobre ele, fazendo com que sinta os seios em seu rosto. Aí volta para os trabalhos orais e inicia um boquete alucinante. Ele abre um sorriso e relaxa, gemendo de tesão. Neste momento sente uma mão escorregar pelo saco e encostar na entrada do ânus. Está lambuzada de gel e começa a forçar a entrada.
Delicada, ele mal sente quando é penetrado por um dedo. A musa espera ele se acostumar com a sensação e faz o primeiro movimento interno. Depois tira, passa mais gel e enfia dois dedos para dentro de suas entranhas. Ele tenta fechar as pernas, mas ela coloca a boca na pica e pressiona os lábios, chupando a glande com vontade. Ele quase delira com os dedos enfiados no rabo. Ela sente a respiração do parceiro aumentar e mete com mais força, fodendo o amante. Ele já não sabe mais o que quer e deixa escapar algumas palavras: - Você faz de mim o que bem quer... chupa esse pinto... come minha bunda!
Depois de muito se divertir, ela percebe que ele está prestes a gozar. Imediatamente deixa de chupá-lo, levanta o corpo e aumenta os movimentos no ânus: - Goza que quero ver! Goza, meu macho gostoso... Tomado pelo tesão, ele esporra muito e lambuza toda a mão da deusa. Ela o masturba sem parar, entrando e saindo do rabo. Então deixa os dedos escorregarem para fora do ânus e passa a acariciar o saco. Enquanto ele respira, ela vê o semblante de prazer em seu rosto, por isso dá um beijo carinhoso em seus lábios e pede que descanse um pouquinho.
Esgotado, ele se entrega a um sono profundo. Desperta com um doce beijo na boca, enquanto a venda é retirada dos olhos e as mãos são carinhosamente soltas. Os pulsos estão doloridos. Eles seguem para o banheiro e ele percebe o leite grudado nos pêlos do peito. Ela está nua, que gostosa… A gata vai para a cama, abre as pernas, coloca a venda nos olhos e fala: - Agora é a sua vez. Sem pensar em nada ele sai da banheira e caminha em direção à deusa. Os braços dela estão estendidos, aguardando as algemas. Ele abaixa a venda e recomeça o jogo. Agora ele é o macho que vai dominar sua presa delicada...