Autor: Big Boy
9.2
À noite, desci pra beber água e vi que tinha alguém na cozinha. Era a Carla, de baby doll, tentando matar a sede do álcool. Ela me perguntou o que era bom para ressaca e respondi que costumava beber refrigerante, pois no dia seguinte acordava melhor. Ainda bêbada, Carla riu alto e comentou que preferia dar uma trepada. A resposta caiu como uma bomba na minha cabeça... fiquei zonzo. Minha única reação foi me atracar nela e beijar minha cunhada ali mesmo, correndo um risco enorme.
Alisei todo aquele corpo, coloquei os seios pra fora e caí de boca, chupando e mordendo os bicos. Ela gemia baixinho no meu ouvido e apertava a minha bunda com força. Resolvi levar minha cunhada para a área de serviço, onde não apareceria ninguém. Puxei a calcinha dela pro lado e deixei a xoxotinha à mostra, uma delícia! Coloquei a cara entre as coxas da gata e chupei o grelinho por alguns minutos, enfiando a língua na racha molhada. Já estava cheio de tesão e não pude resistir, então abri bem as pernas dela e meti gostoso.
Carla rebolava e me chamava de canalha. Meti com força durante um tempo, depois passei a alternar o ritmo e vi que ela ficou derretendo de prazer. As pernas da safada tremiam e ela se agarrava onde podia para não cair. Estoquei a gata por mais alguns minutos e decidi gozar. Carla ficava falando baixinho que eu não podia gozar dentro. Pedido negado. Gozei muito dentro da minha cunhadinha e saí fora na mesma hora. Senti que tinha colocado o meu casamento em risco, mas deu certo.
Dia seguinte, domingo, todo mundo reunido no café da manhã e Carlinha reclamando de dor de cabeça. Ela olhava pra mim e ria, mas ninguém notou. Uma hora depois minha mulher, minha sogra e a Carla foram comprar comida pro churrasco. Meu outro cunhado e meu sogro também saíram para comprar carvão. Eu fiquei em casa com as crianças e a cunhada do meio, a Renata. Bem, essa mulher sempre me falou ao pau, mas por ela eu tinha mais respeito ainda – afinal, ela tinha um casamento firme e dois filhos.
Renata não sabia o quanto ela era deliciosa, no auge de seus 32 anos. E como eu não tinha nada para fazer, fiquei lendo jornal. Aí ela chegou do meu lado e disse que precisava conversar comigo. Achei estranho e perguntei sobre o que era... Ela mandou, sem rodeios: - Por que você gozou dentro da minha irmã? Não entendi nada e ela continuou: - Eu vi vocês dois ontem. Isso não vai ficar assim! Pedi perdão e falei que tinha sido uma loucura, que a gente tinha que esquecer tudo. Voltei pra sala e Renata veio atrás, dizendo que não dava para esquecer nada, afinal ela já tinha tocado duas siriricas lembrando da cena.
Pronto, fiquei de pau duro. A safada passou a mão na minha vara e disse que queria sentir minha potência, senão iria contar pra todo mundo. Obviamente não pude reagir, ainda mais que ela estava com um vestido curtinho de algodão e calcinha preta. Passei o dedo no grelo dela, por cima da calcinha, e vi que a safada já estava ensopada. Arranquei a calcinha com tanta força que cheguei a machucar minha cunhada, então a carreguei pra cama dos meus sogros. Ela relutou, mas quando vi aquela xoxotinha pequena, com um fiapinho de pentelhos e cheirosinha, caí de boca e beijei muito.
Renata rebolava, gemia, apertava minha cabeça contra a bucetinha... uma coisa de louco! Como não tínhamos muito tempo, tratei logo de penetrar a minha cunhada, que não fez de rogada e me pediu para meter com ela de quatro. Então abri bem as pernas da vadiazinha e soquei forte lá no fundo. Estoquei, estoquei, estoquei e meti com bastante força, pois ela gosta de pressão. Então jorrei meu leite pra dentro daquela xoxota apertada. Saímos do quarto e fomos cada um para um canto. Passei o dia sem acreditar que tinha comido minhas duas cunhadas no mesmo final de semana...
A partir deste dia fiquei mais íntimo da família. Passamos a nos ver mais e de vez em quando até viajamos todos juntos. Sempre que dá rolam umas sacanagens escondidas, umas passadas de mão quando ninguém está olhando e uns beijos na boca. Consegui sair ileso desta brincadeira, mas valeu a pena. Minha mulher nem imagina que eu tracei a Carlinha e a Renata dentro da casa do sogrão.