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O namorado da minha irmã
Autor: Alice
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8.8

Olá, meu nome é Alice e tenho 24 anos. Sou morena, 1,85m de altura, cabelos lisos, longos e pretos. Moro com a Andréa, minha irmã mais nova, que ao contrário de mim é loira, um pouco mais baixa e tem cabelos cacheados. Andréa sempre foi uma menina séria que se dedicava muito aos estudos, mas não chegava a ser uma nerd. Ela me acompanhava a todos os lugares e conhecia todos os meus amigos. Mas Andréa nunca apoiou essa história de ficar. E dizia que queria alguém pra vida toda, por isso só teve três namorados - dois na escola e o atual, Roberto.

Eu fazia mais aquele tipo de garota popular e safadinha, que já ficou com vários caras e não pensa em namorar. Nós sempre fomos muito unidas e decidimos morar juntas pois estávamos longe da segurança da nossa família. O namorado da minha irmã era surfista, loiro bem claro, de cabelos longos, olhos azuis e um corpo definido... um tesão! Eu tentava esconder, mas ficava enlouquecida sempre que ele vinha visitar a Andréa. Era muito difícil segurar o que sentia. Quando o Roberto aparecia eu colocava uma roupa bem provocante para ver se ele me notava, afinal, o que um homem daqueles viu numa garota sem sal como a minha irmã?

Eu vivia pensando isso e ao mesmo tempo ficava me culpando... era muito errado querer transar com o namorado da irmã. Mas enfim, eu enlouquecia cada vez que via aquele homem. Então, numa semana de prova, Andréa ficou se matando de tanto estudar. Era véspera do aniversário dela e Roberto me ligou, pedindo ajuda para comprar um presente: - Você poderia dar uma passadinha aqui na praia? É que eu preciso conversar com sobre o aniversário da Andréa. Não pensei duas vezes e fui. Só conseguia imaginar aquele homem molhado, sem camisa, sorrindo... e só de pensar fiquei toda molhada.

Quando vi aquele deus correndo na minha direção e balançando os cabelos molhados quase desmaiei. Roberto logo começou a falar: - É o seguinte, eu queria fazer uma festa surpresa lá em casa para comemorar o aniversário da Andréa. Eu vou cuidar de tudo mas precisava de uma ajuda sua. Respondi que ajudaria no que fosse preciso. Então chegou a tão esperada sexta-feira. Estava tudo arrumado e Andréa chegou às 17h. A festa rolou animada, mas dava para ver a cara de cansada e a exaustão física da minha irmã. É que ela tinha virado as noites estudando.

Algumas horas e muitas bebidas depois Andréa resolveu dormir. A festa continuou até que os convidados começaram a ir embora. No final ficamos só o Roberto e eu. Resolvemos continuar bebendo e fomos assistir tevê. Ficamos vendo um filme de suspense mas eu mal conseguia prestar atenção, pois estava louca para agarrar aquele gostosão. E assim ficamos cada vez mais bêbados. Seguimos nessa enrolarão até que ele colocou a mão por trás de mim, no sofá. Esqueci totalmente a união com a minha irmã e comecei a curtir aquilo.

Roberto passou a me abraçar e encostei a cabeça no peito dele. Percebi a mão boba na minha bunda umas três vezes, então vi que eu tinha chance. Foi quando a cerveja acabou. Ele se levantou para pegar outra latinha e falei para deixar que eu ia lá. Aproveitei pra rebolar bastante na mini-saia vermelha e percebi que ele estava olhando. Quando voltei o tesão tomou conta de mim, então entreguei a cerveja e fiquei parada na frente do Roberto. Comecei a me aproximar e nos beijamos. Eu estava encharcada e ele aproveitou o beijo pra passar a mão por cima da minha calcinha.

Senti aqueles dedos entrarem e saírem da minha boceta, ao mesmo tempo em que a língua tomava conta da minha boca. Nossa... Roberto me fez gozar com os dedos enterrados na minha xota e a boca colada no meu grelo. Aí me ajoelhei, tirei a calça dele e comecei a chupar seu pau. Lambi com carinho, enquanto acariciava as bolas dele. Gemendo bem baixinho, o gostosão mexia na minha boceta e me fazia delirar. Foi quando ele me virou bruscamente e se ajoelhou, enfiando a língua na minha xota, passeando pelas minhas coxas e deslizando até a virilha.

Eu já não agüentava mais e só conseguia gemer. Então Roberto se levantou e disse: - Vou te arreganhar, sua puta! Você vai ficar toda arrombada! Abri as pernas e ele começou a meter com força, sem parar. Eu gemia muito, pois o tesão que estava sentido era surreal. Fora que minha irmã podia acordar a qualquer momento e nos ver ali... o que deixava a situação ainda mais sacana. Mas isso era o que menos me importava naquele momento. Não agüentei essa meteção por muito tempo e gozei. Foi um orgasmo bárbaro, extremo.

Depois de gozar eu o empurrei, dei um beijo bem selvagem e senti o bonitão apalpar minha bunda com vontade. Segurei o pau dele, me virei e fiquei de quatro: - Fode meu cu, vai! Roberto deu um sorriso cheio de satisfação e se revelou o homem dos meus sonhos. Ele me comeu com brutalidade, mostrando que era forte. Que tesão! Eu só conseguia gemer e gemer... foi aí que senti Roberto gozar dentro de mim. O leite começou a escorrer até chegar na minha boceta, onde eu passava os dedos e depois chupava como se fosse chocolate.

Eu estava adorando tudo aquilo mas vi que era hora de parar. O medo tomou conta de mim e dessa vez resolvi respeitar esta sensação. Falei que ia tomar banho e Roberto não respondeu nada. Ele apenas sentou no sofá e continuou a ver o filme. No banho bati uma siririca fantástica, lembrando aqueles momentos insanos. Saí do banheiro enrolada na toalha e vi o gostosão falando com a irmã no quarto: - Vamos descansar um pouco, meu amor, pois estamos muito cansados...

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