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No escritório de advocacia
Autor: Simone V.
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7.4

Tenho 28 anos, sou loira, olhos azuis, 1.72m de altura, 59kg, seios médios e uma bundinha empinada. Sou muito feminina, apesar da minha preferência sexual assumida por mulheres. Pois bem... lembro-me dessa história como se fosse ontem. Eu tinha 18 anos e namorava uma garota linda, de descendência argentina, chamada Andréa. Na época eu morava sozinha em um quitinete alugado, trabalhava num escritório de advocacia durante o dia e ia para a faculdade à noite.

Eram duas da tarde de uma quinta-feira nublada que indicava chuva à vista. Todo dia neste mesmo horário eu aguardava minha chefa render meu serviço para depois ir almoçar. As horas que antecediam este momento me deixavam louca de desejo, pois a Drª Juliana sabia se vestir de forma elegante e sensual ao mesmo tempo. Chegava a imaginar com que roupa ela viria no dia seguinte... Sei lá, maluquices da minha cabecinha fértil.

Só que nessa tarde ela veio sem o indefectível batom, apenas com uma maquiagem leve, uma camiseta de malha e uma saia justinha, fazendo o estilo intelectual. O perfume eu já conhecia à distância... por isso notei que ela estava se aproximando da minha mesa. Subi os olhos e vi a alça do sutiã escapar pelo decote da blusa. Nossa... minha imaginação começou a fabricar as mais insanas fantasias. Respirei e tratei de me controlar, o que não foi fácil. Senti que minha calcinha já estava encharcada de tanto tesão. Ela sorriu e se sentou numa mesa próxima à minha, onde ficou usando o computador.

Por mais que pensasse em fazer as mais depravadas sacanagens com ela, nunca perdi a compostura. Também porque eu era extremamente fiel à Andréa, minha namorada. Sempre que podia, fingia estar trabalhando e ficava olhando a Juliana por um tempão, quase devorando sua presença naquela sala pequena. Então minha chefa perguntou se eu já havia almoçado, senão poderia trazer algo para mim. Agradeci a gentileza e falei que estava pensando em ir ao refeitório para tomar um suco. Juliana achou a idéia e resolveu me acompanhar.

O restaurante tinha uma mesinha afastada e foi para lá que eu a guiei. Juliana perguntou se eu realmente não ia almoçar. A essa altura já tinha perdido completamente a fome e respondi que não, “pois quando amo alguém, vivo apenas de amor e brisa!”. Não sei o que me deu para dizer isso, mas ela me olhou de um jeito diferente. Então sorriu ironicamente e disse que achava engraçado o fato deu não sentir fome e ela estar de regime. Naquele instante não entendi mais nada e perguntei qual das duas estava louca. Quase dei um beijo naquela boca gostosa.

Conversamos mais um pouco e voltamos para o escritório. Enquanto examinávamos atas, processos e outras coisas absurdamente chatas, nossas pernas se tocavam debaixo da mesa. Calor e frio se alternavam dentro de mim. E foi ali mesmo que começamos o joguinho. Agora a minha mão acariciava a coxa da Juliana Ah, que pele macia... Enquanto fazíamos a leitura ela guiava minha mão até o alto de suas coxas. Fui subindo e deslizando pela meia-calça até encontrar o que desejava. Ela estava sem calcinha, lógico!

Quando cheguei lá percebi que minha chefa estava muito molhada... deliciosa. Ai, que loucura! Passei os dedinhos de leve sobre os pêlos e vi que a respiração dela passou a ficar acelerada, levemente ofegante. Juliana mantinha a postura e me advertia, lembrando que estávamos no trabalho. Até que ela pediu para eu me concentrar mais. Foi aí que entendi a ordem e passei a focar no que estava fazendo. Abaixei a meia-calça dela e explorei a xotinha macia. Ela suspirava baixinho.

Enfiei um dedinho devagar e Juliana começou a se mexer na cadeira. O cheiro estava muito forte agora, tentador como um molho agridoce. Eu parecia uma torneira aberta de tão empapada que estava. Era simplesmente divino! Desejava me abaixar e cair de boca naquela bucetinha mas não podia. Juliana virou o monitor para mais perto de si e abriu as pernas. Entendi o que ela estava fazendo e enfiei mais um dedinho com extrema delicadeza, sentindo todos os músculos latejaram.

Enquanto isso minha língua explorava cada centímetro da boca macia da minha chefa. Ah, que beijo delicioso... que mulher fantástica! Senti Juliana deslizar sobre meus dedos. Sua respiração estava cada vez mais rápida e percebi que um orgasmo intenso se aproximava. Penetrei Juliana com mais pressão e ela acompanhou o ritmo retesando o bumbum. Quando não agüentou mais, se entregou a uma explosão de gozo e prazer, colando a boca na minha, ambas entregues num beijo intenso e profundo.

Tratamos de nos recompor rapidamente, antes que os outros advogados chegassem do almoço. Eu ainda estava fervendo por dentro. Então fui ao banheiro e descarreguei meu desejo numa masturbação frenética. Ah, como gozei gostoso... Esperei alguns segundos e ao voltei para a sala. Quando entrei Juliana sorriu de um jeito sacana e ajeitou os óculos no rosto. Então manteve o sorriso maroto e agradeceu a ajuda, pois há dias estava precisando de uma “mãozinha”.

Voltei ao trabalho e notei que havia um e-mail dela na minha caixa de entrada. Era seu endereço, seguido de um breve recado que dizia: “Sei que você é comprometida e tem alguém que a ama, mas... que tal terminarmos o que começamos num outro dia?” Hesitei por um instante e respondi pedindo minhas sinceras desculpas, pois o que havia acontecido não fazia jus à minha personalidade. À noite, na faculdade, contei à minha namorada o que havia acontecido. Ela sorriu, me deu um selinho, e nessa hora compreendi que a sinceridade seria capaz de manter o nosso amor cada dia mais forte.

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