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Meu primeiro amor
Autor: Simone V.
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7.6

Dizem que o primeiro amor a gente nunca esquece. Por isso vou contar como foi que me apaixonei de verdade por outra mulher. Eu tinha acabado de completar 18 anos e atingido minha tão sonhada maioridade. Sempre morei com os meus pais e vivia dizendo que a partir dessa idade moraria sozinha. Minha mãe sempre soube da minha preferência sexual por mulheres e me apoiava em todos os aspectos, ao contrário do meu pai, que sonhava me ver vestida de noiva no altar.

Por várias vezes tivemos brigas homéricas por causa disso, mas eu sabia que no fundo ele me amava e se preocupava muito comigo, embora não demonstrasse. Era época de vestibular e eu estava prestando para arquitetura e decoração. Fui aprovada e nessa época conheci a Andréa, minha colega de turma. Ela era uma linda garota de descendência argentina, de cabelos pretos, compridos até a cintura, olhos azuis, sorriso cativante e dona de um corpo que arrancava elogios por onde passava. Nessa época eu morava de aluguel em um apartamento tipo estúdio e trabalhava num escritório de advocacia. À noite ia para a faculdade.

Com o passar do tempo nos tornamos grandes e inseparáveis amigas. Então nas férias de julho a família da Andréa me convidou para ir para Bariloche com eles. Os pais dela me adoravam e depois de pensar um pouco aceitei o convite. Chegando lá fomos até um “pueblo” onde se alugavam cabanas para famílias. Ficamos num chalé com lareira, cozinha, sala e dois quartos. Como estava fazendo muito frio Juan, irmão da Andréa, sugeriu uma partida de canastra regada a um bom vinho. Lá pelas tantas eu já estava alta e não conseguia tirar os olhos da Andréa, que estava sentada diante da lareira, cantarolando uma melodia.

Aquela menina mexia comigo a tal ponto que comecei a fantasiar coisas incríveis. Nisso percebi que já estava toda melada. Fiquei com uma vontade louca de me masturbar, então dei boa noite para todos e subi para o quarto. Estava tão excitada que mal percebi que a minha amiga tinha subido atrás de mim. Estava tirando o que faltava da minha roupa, primeiro o sutiã e depois a calcinha, quando Andréa entrou no quarto. Antes que ela comentasse qualquer coisa expliquei que tinha o costume de dormir nua. Andréa me olhou de cima abaixo e disse que não tinha problema.

Deitei na cama e ela continuou de pé, me olhando com um sorriso cativante. Notei que Andréia não parava de contemplar meus seios e me espantei quando ela disse: - Puxa amiga, como eu gostaria de ter um corpo como o seu! Na mesma hora respondi que ela não precisava quere isso pois também tinha um corpo lindo. Minha amiga se aproximou e me cobriu com o lençol. Comecei a achar aquela garota cada vez mais maravilhosa, mesmo sabendo que isso tudo parecia loucura. Quando ela me deu boa noite eu perguntei se não ganharia um beijo. Então Andréia me olhou por um instante e em seguida fez um afago na minha cabeça.

Fechei os olhos e senti um beijo suave na testa. Fiquei arrepiada, mas continuei de olhos fechados. Andréa ficou me acariciando, deslizando suavemente a mão pelos meus cabelos e pelo meu rosto sem dizer nada. Depois de alguns segundos me deu um novo beijo, um pouco mais demorado que o anterior, dessa vez na bochecha. O carinho continuou até eu quebrar o silêncio e perguntar a ela se não queria deitar ao meu lado. Andréia desconversou, dizendo que já estava tarde. Eu insisti e comentei que o carinho estava muito gostoso.

Ela sorriu mais uma vez e disse com uma voz calma: - Tá bom, chega pra lá. Fui um pouco mais para o lado e ela se acomodou juntinho, encostando de leve o corpo no meu. Deitamos uma de frente para a outra, embaixo de todas aquelas cobertas. Ficamos um bom tempo sem falar nada, só nos observando, sob o efeito mais que relaxante das várias taças de vinho. Os pais dela já deviam estar no décimo sono, assim como o irmão e a noiva dele. Enquanto o sono não vinha ela levou a mão até o meu rosto e começou a deslizar com delicadeza, dizendo que eu era muito bonita. Fiquei quieta e fechei os olhos, com um pequeno sorriso no rosto.

Senti um calafrio percorrer meu corpo e me aproximei mais ainda, reclamando do frio. Uns poucos centímetros nos separavam e nossas pernas já estavam enroscadas. Nesse momento senti a mão dela passear pela minha barriga: - Você vai sentir frio dormindo sem roupa. Respondi que isso não aconteceria se eu tivesse alguém pra me esquentar. A mão dela continuou deslizando e fazendo movimentos circulares, me deixando toda arrepiada e excitada. Continuamos assim por um bom tempo, sentindo o calor uma da outra. Aos poucos Andréa começou a descer a mão, acariciando meu corpo de uma maneira muito delicada.

Ela passou pelo umbigo e continuou descendo lentamente, enquanto os olhos continuavam fixos nos meus. Andréia encostou o corpo bem na minha bocetinha e ficou um tempo por ali. Permaneci imóvel, sem arriscar nenhum movimento. Então senti a mão explorar minha xaninha, molhada pela excitação. Abri os olhos e ela continuava me olhando fixamente. Saí daquele transe hipnótico e coloquei a minha mão na cintura dela, por baixo das cobertas. Deslizei suavemente pelo quadril e cheguei até a bundinha dura, macia e muito gostosinha. Acariciei o bumbum dela com a mesma delicadeza que ela acariciava a minha bocetinha.

Permanecemos mais alguns minutos nessa deliciosa troca de carinhos. Então nossos rostos se aproximaram e nossos lábios se tocaram. Nos entregamos a um beijo ardente, longo e apaixonado. Apertei minha amiga com força, pois desejava Andréa mais do que qualquer coisa no mundo. A gente continuou misturando nossas línguas e buscando sentir o gosto uma da outra. Ah... que delícia! Não há nada melhor do que ouvir os gemidos de outra mulher. Andréa tirou a camisola e voltou a me beijar. Senti seus seios tocarem os meus e apertei o corpo dela com força. Já estava completamente apaixonada por aquela menina.

Alcancei a calcinha dela e puxei para baixo, até os joelhos, trazendo o corpo da minha amiga mais uma vez de encontro ao meu. Senti a bocetinha roçar na minha. Afastei minhas pernas e ofereci totalmente minha bocetinha a ela, que veio com vontade, se esfregando com força. Procurei os seios dela com a boca e os chupei com prazer, enquanto continuávamos num vai-e-vem gostoso. E no calor da situação ela dizia baixinho: - Você é muito gostosa! Minha boceta tá pegando fogo... Fui ficando cada vez mais alucinada e me entreguei totalmente. Tiramos todas as cobertas e ficamos nuas, uma em cima da outra.

Andréia se levantou, ficou de pé na cama e sentou no meu rosto, esfregando a bocetinha toda depilada na minha cara, dizendo entre gemidos e sussurros: - Me chupa... ai... me chupa! E estava delirando com o gosto e o cheiro daquela bocetinha linda. Fiquei com a cara toda melada. Andréia se deitou de bruços e eu fui pra cima dela, esfregando a boceta na bundinha da minha amiga. Já estava quase explodindo de tanto tesão, então peguei uma escova de cabelo com o cabo roliço e comecei a enfiar na bocetinha dela. Foi difícil controlar, mas Andréa fez o possível para não gemer muito alto, falando baixinho pra mim: - Ai, que tesão... me fode bem gostoso, Simone!

O cabo da escova entrava e saía completamente encharcado daquela bocetinha. Aproveitei para colocá-lo na boca e sentir um pouco mais o gosto dela. Andréa não parava de gemer e implorava para eu enfiar com mais força. Tirei a escova da bocetinha e empurrei com carinho para dentro daquele cuzinho rosado e lindo. Depois enfiei mais uma vez na bucetinha e voltei para o cuzinho. Era difícil dizer qual de nós duas estava mais excitada. Continuamos nessa sacanagem até as duas gozares. Eu com a boquinha dela e Andréia com o cabo da escova enfiado no rabo.

Ficamos tanto tempo transando que senti vontade de ir ao banheiro. Disse que estava apertada e Andréa pediu para eu não sair dali. Perguntei como é que eu faria então e ela me respondeu: - Vem aqui que eu te mostro! E me puxou, encostando a minha bocetinha na dela: - Pronto. Pode fazer... Não entendi e perguntei: - Mas aqui na cama? Andréia ficou me olhando e falou: - Aqui mesmo, em cima de mim. Essa cama está toda molhada mesmo. Gente... ela era mais doida do que eu pensava! Não me fiz de rogada e atendi ao pedido. Comecei a fazer xixi ali mesmo, deixando o líquido escorrer pela minha xoxota e pela xoxota dela, roçando nossas bocetas.

Assim terminou a nossa intensa noite de prazer e descobertas. Quanto ao resto das férias, posso dizer que nenhuma de nós se arrependeu e que ninguém jamais desconfiou. Sempre que ficávamos a sós aproveitávamos para trocar carícias, depois abaixava a minha calcinha e começava a chupar minha bocetinha. Passamos os dois primeiros anos na faculdade juntas. Depois Andréa e seus pais se mudaram para Buenos Aires, onde vivem até hoje. Infelizmente perdemos o contato, mas morro de tesão ao lembrar que jamais amei tanto uma mulher em toda minha vida. Afinal, o primeiro amor a gente nunca esquece...

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