Autor: Fabiana
8.7
Eu queria conhecer pessoas novas, então passei a entrar em salas de bate-papo para saciar a vontade de transar, pois há algum tempo estava sentindo um tesão louco. Sempre me masturbava lendo contos eróticos ou então vendo fotos de homens e mulheres bonitos. O ano chegou ao fim e começou aquele desespero dos alunos que estavam mal na minha matéria. Alguns ainda tinham chance de passar e outros já estavam em recuperação. Faltavam uns 15 dias para a prova final e o stress estava no ar. Terminei a aula e fiquei ajudando os meus alunos, resolvendo exercícios e tirando dúvidas.
Acabou que apenas uma aluna restou na sala. Sandra não estava muito bem na matéria e ficou resolvendo exercícios. Conversamos a respeito e ela me perguntou como seria a prova. Eu ri, dizendo que ela precisava estudar. Nessa hora minha aluna me olhou com uma carinha de triste e disse: - Professora, faço qualquer coisa pra passar! Tomada por um impulso, respondi: - Qualquer coisa mesmo? Na hora o meu coração disparou. Não sei por que, mas a verdade é que aquela declaração mexeu comigo. Imaginei como seria ficar agarrada com a Sandra e lhe dar um delicioso beijo na boca.
Fiquei nervosa e disse que já tinha dado a minha hora. Mas quando estava saindo, ela insistiu: - Professora, pense com carinho. Depois desse dia não parei de pensar no acontecido. Ficava me imaginando com ela numa cama e me culpando por ter esses pensamentos. Foi uma semana difícil, pois fiquei evitando a garota no colégio e sempre que chegava em casa passava horas batendo siririca. Li muitos contos de lesbianismo e me masturbei muito, mas sempre caía no arrependimento. Sandra era branca, tinha cabelos pretos, bem lisos e era muito linda, com uma bunda grande, pernas grossas e um busto avantajado, na medida exata.
Ela chamava a atenção no colégio e muitos meninos eram apaixonados por ela. Sandra era popular. Pois bem, o tempo foi passando e eu me interessei cada vez mais por ela. Quando faltavam três dias para a prova final, minha aluna chegou de surpresa na hora do intervalo e perguntou se tinha pensado em algo que ela pudesse fazer. Expliquei que achava aquilo errado e que o certo seria estudar. Depois da aula fui até o mercado. Quando terminei as compras dei de cara com ela. Sandra estava num vestidinho colado e logo se ofereceu pra me ajudar.
Ela estava muito gata e aceitei a ajuda. Fomos conversando até a minha casa, então a convidei para entrar. Sei que o que fiz é errado, total falta de ética e que se for pega estou ferrada, mas meu tesão por ela era bem maior do que os riscos. Fomos para a sala e ficamos conversando amenidades. Ela estava linda... Depois de um tempo Sandra tocou no assunto: - E aí, professora, o que você quer de mim? Meu coração quase saiu pela boca. E se ela não gostasse da idéia e saísse correndo? Não dava mais para voltar atrás.
- Sandra, quero que você comece fazendo uma massagem nos meus pés. Ela fez uma cara meio esquisita, de quem não tinha entendido, mas topou sem problemas. Me ajeitei no sofá, ela se ajoelhou no carpete, coloquei meus pés perto dela e minha aluna começou a massageá-los. Hummm, que delícia! Como é bom ganhar uma massagem nos pés. Senti que já estava com a buceta toda melada. Olhei para Sandra e disse: - Se você está mesmo disposta a fazer qualquer coisa, dá um beijinho no meu pé. Ela me olhou com a cara fechada, como se eu tivesse pedindo um absurdo.
Não falei nada, fechei os olhos e fiquei esperando. Sandra deu um beijinho bem de leve e rápido, quase nem senti. Falei então: - Quero mais, chupa meu pé! Minha aluna parou indignada e disse: - Professora? E ficou olhando pra mim esperando uma resposta. Eu falei: - Você não disse que fazia qualquer coisa? Aí ela retrucou: - Mas isso não! Não perdi a chance e respondi: - Você é quem sabe, não quero te forçar a fazer nada. Pode ir embora se quiser. Ela abaixou a cabeça toda triste e voltou a sentar. Começou a beijar o meu pé, no início timidamente, mas depois foi dando beijos cada vez mais longos, sempre em cima.
Falei para Sandra chupar os meus dedos enquanto a guiava: - Isso, minha linda, faz assim... chupa os meus dedinhos. Já estava ficando louca com aquela ninfetinha chupando meu pé e pedi: - Quero ver sua língua. Ela botou a língua pra fora e era enorme, o que me deu mais tesão ainda. Foi quando virei o pé e falei: - Lambe a sola todinha. Ela demorou um pouquinho, fechou os olhos e começou a lamber a sola do meu pé. Ia do calcanhar até a ponta, lambendo direitinho. Eu já estava super excitada e comecei a abrir o roupão, tudo muito lentamente para não assustar a garota.
Ela percebeu que eu estava sem calcinha mas não disse nada. Simplesmente continuou a lamber os meus pés. Então falei: - Deita no sofá e continua lambendo as minhas pernas. Agora me dá esse seu pezinho lindo porque eu quero beijá-lo todinho. Meio contrariada minha aluna fez o que eu pedi. Tirou a sandália, se deitou e colocou o pé na minha boca. Antes de beijá-lo, parei para sentir o aroma. Hummm... que delícia. “Perfeito”, pensei. Comecei a beijar e a lamber o pezinho que nem uma louca esfomeada. Passei a língua pela sola, pelos dedos e por todo o pé.
Ela também continuava beijando os meus pés. Mandei Sandra vir subindo pelas minhas pernas dando beijos e lambidas. Ela me obedeceu e eu abri totalmente o hobbie. Já estava com a xana exposta, as pernas bem abertas quando ela levantou a cabeça e levou um susto: - Professora??? Apenas respondi: - Cai de boca na minha buceta, sua pirralha, que eu tô morrendo de tesão! Ela disse não, se levantou e tentou correr, mas consegui segurá-la pelo braço e falei: - Você não quer passar? Então faz tudinho que eu mandar.
Sandra disse que não e quase implorou para eu mandá-la fazer outra coisa. Aí fiquei de pé e comecei a abraçar a minha aluna, aproveitando para passar a mão na bunda, nos peitos e na barriguinha dela. A ninfeta tentou se afastar quando coloquei a mão entre suas pernas, no meio delas. Tentei beijá-la em seguida, mas ela virou o rosto. Foi então que cheguei com a mão na buceta dela, afastei a calcinha pro lado e enfiei dois dedos. A safada estava encharcada... Não me contive e falei: - Você está adorando... Olha só, tá toda molhadinha! Ela tentou me empurrar mas a segurei com força, enquanto passava os dedos pela buceta.
Notei que Sandra começou a se entregar. Então a levei pro sofá, abri as pernas dela, tirei a calcinha e vi uma bucetinha muito bem aparada e bem meladinha. Não resisti e caí de boca na buceta da minha aluna, que já estava com os olhos fechados. Chupei bem forte seu clitóris e ela só conseguia gemer e gemer. Em pouco tempo já estava gritando e com três dedos na entradinha da buceta. Eo segurava o cabelo dela e falava: - Vai putinha, goza no dedo da professora! Ela começou a rebolar nos meus dedos enquanto eu chupava o grelinho, que loucura... aquela buceta novinha, molhada e cheirosa só pra mim.
Em pouco tempo a safada estava gozando forte e gritando: - Ahhhhhhhhhhhhhh!!! Depois ficou mole e desfaleceu na cama. Fui pra cima dela e comecei a beijar seu corpo todo, que menina mais linda e perfeita. Fiquei admirando aquele corpinho, os delicados pezinhos, que tesão. Foi quando ela abriu os olhos e deu um sorriso: - Professora, o que foi isso? Sorri de volta e disse: - Você gozou divinamente, minha querida, foi bom? Ela falou que tinha sido maravilhoso, mas depois pensou um pouco e me respondeu: - Mas ainda acho errado entre duas mulheres. Falei que não havia nada de errado em ter prazer e a abracei, beijando o pescoço dela.
Enfiei a língua na orelhinha da minha aluna e ouvi um suspiro. Ela voltou a gemer baixinho e começou a entrar no clima da coisa. Tentei beijá-la e Sandra permitiu. No começo não correspondeu muito, mas depois até me surpreendi, pois ela colocou aquela língua enorme dentro da minha boca. Que delícia... Ajudei minha ninfetinha a se levantar e fomos para a cama. Chegando lá falei que ainda estava morrendo de tesão e queria gozar também. Ela começou a me beijar e passeou por todo o meu corpo... lambeu meus pés e foi subindo até chegar na minha buceta. Aí parou, olhou, sorriu para mim e ficou me torturando, até que não agüentei mais e puxei a cabeça dela de encontro à minha buceta encharcada.
Sandra foi lambendo tudo, chupando tudo o que podia e enfiando aquela língua dentro da minha buceta. Foi melhor do que qualquer pica que já experimentei. Eu só gemia alto: - Vai, Sandrinha, vaaaai... Mete essa língua toda na minha xana, me fode, safada, mete! Meteeeeeee! Vou gozar na sua cara safada, piranha. Até que não resisti e gozei. – Ahhhhhhhhhh! Como você é tesuda! Quase que desmaiei de prazer. Foi uma das melhores fodas da minha vida. Quando abri os olhos e vi aquela coisa linda entre as minhas pernas me senti a mulher mais feliz do mundo. Estava totalmente realizada.
Depois de tudo tomamos um bom banho, nos beijamos apaixonadamente e trocamos deliciosas carícias debaixo d’água. Só que ficou tarde e ela teve que ir embora, prometendo voltar. Na escola passei a ficar envergonhada com a maneira que a Sandra me olhava. Numa dessas vezes o tesão foi tanto que nos pegamos no banheiro feminino, mas tivemos que parar logo em seguida pois umas meninas entraram. É claro que ela passou de ano com uma nota excelente na minha matéria...