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Amiga quase inocente
Autor: Rafaela Del
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8.9

Oi! Meu nome é Rafaela, tenho 18 anos e sempre gostei de ler esses contos, até que hoje resolvi escrever uma história que vivi. Sou branca, tenho cabelos castanhos e compridos, olhos castanhos, 1,58m de altura e um bumbum grande, redondinho. Tenho uma grande amiga chamada Ju, que é mais ou menos da minha altura, tem cabelos lisos, um corpo muito bonito, seios avantajados e carinha de menina. Ela sempre foi desse tipo de garota bobinha, que tem medo de quase tudo, mas sempre me contava o que fazia.

A Ju já tinha ficado com outras garotas, mas foram só uns beijinhos, nada além disso. Uma vez a gente até se beijou. Bem, certo dia ela me chamou pra ir a uma festa. Falei que sim na hora pois não tinha nada pra fazer, não queria ficar em casa e tinha brigado com a minha namorada um dia antes. Chegamos na festa, pegamos uma bebida e ficamos sentadas conversando. Cerveja vai, cerveja vem e ela começou a ficar alegre. Então me chamou para acompanhá-la até o banheiro.

No início pensei que a Ju só queria que eu ficasse esperando na porta, mas ela me puxou para dentro da cabine e começou a me beijar. Nossa, o beijo dela era muito bom... não tive como fugir. Ela me olhou, deu uma risadinha e me beijou de novo. Ficamos nos agarrando por um tempo e decidimos sair do banheiro para evitar que alguém desconfiasse de algo. Continuamos na festa como se nada tivesse acontecido. Horas depois acabou a cerveja e fomos embora. Antes da festa tínhamos arrumado nossas camas na casa da Ju, pois eu ia passar a noite lá.

Fui tomar um banho e quando voltei vi minha amiga deitada no colchão onde eu ia dormir. Falei para a Ju ir para a cama dela pois eu queria dormir, mas ela disse que não ia e ficou rindo. Então respondi que iria deitar em cima dela, pois estava com sono. Minha amiga não saiu do lugar e eu deitei mesmo. Juro que deitei sem maldade, pois estava só brincando, mas na hora em que encostei nela fiquei com um tesão louco. Comecei a beijá-la na boca e minhas mãos foram direto para os seios, por fora da blusa, apalpando cada centímetro daquelas delícias.

Como ela não rejeitou minha investida não perdi tempo. Passeei com a mão pelo corpo da minha amiga e fui descendo, dando beijinhos. Coloquei a mão por dentro da blusa dela e toquei no biquinho, que já estava duro, arrepiado. Fiquei com medo dela tirar o corpo e colei bem rápido a boca em um dos seios da Ju. Passei a roçar os lábios de leve nos biquinhos, alternando com umas mordidinhas. Tentei ir com o máximo de calma pois não queria assustá-la. Fui beijando a barriga e me demorei na cintura enquanto desabotoava a calça dela. Tirei a calcinha da Ju e passei a mão naquela bucetinha.

Percebi que a minha amiga não ia mais desistir da nossa aventura sexual... ela já estava bem molhadinha e gemendo com os meus toques. Nossa, eu tinha que provar aquela bucetinha. Abri as pernas da Ju e comecei a lamber o grelo dela. A safada segurou minha cabeça com força, esfregando a xoxota na minha boca. Chupei e mordisquei o grelinho enquanto olhava nos olhos dela. Segurei minha amiga pelo bumbum e a levantei um pouco. Desse jeito ficou mais fácil enfiar a língua dentro da xaninha. Ela soltou um gemido baixinho e levantou o quadril, o que me deixou ainda mais louca.

Eu não conseguia acreditar que estava com a língua enfiada na buceta apertadinha da minha amiga, sentindo aquele gostinho que me deixava maluca. Fico molhada só de lembrar... Subi o rosto e dei um beijo bem demorado na boca da Ju, enquanto brincava com o grelinho dela. Voltei a chupar os seios e fui enfiando bem devagar um dedo na xaninha. Como ela estava toda melada entrou fácil, aí já fui colocando outro dedo enquanto acompanhava as reações dela. Era muito bom ver a cara de tesão no rosto da minha amiga. Ela tentava se esconder e ficava gemendo baixinho, toda tímida.

Parei de chupar os seios dela e encostei a boca no ouvidinho. Perguntei se estava gostando, e toda tímida Ju fez que sim com a cabeça. - Que isso, tá com vergonha de mim? Pode gemer, geme pra mim vai!, falei. Minha amiga passou a rebolar gostoso, por isso coloquei mais um dedo na bucetinha dela, que soltou um gritinho meio baixo e depois voltou a gemer gostoso. Não agüentei e comecei a chamar a Ju de gostosa. Queria que ela gozasse pra mim, pois a bucetinha dela era um delícia. Aumentei o ritmo dos dedos e passei a meter bem rápido, fazendo força lá dentro.

Minha amiga foi gemendo mais e mais alto, se contorcendo com as minhas estocadas, até que mordeu os lábios e gozou. Meus dedos estavam bem molhados quando tirei de dentro dela, uma delícia. Coloquei cada dedinho na boca e chupei, sentindo o gosto da minha amiga. Ju ficou abraçadinha em mim enquanto eu mexia nos cabelos dela. Ficamos nos beijando por um tempão, sentindo nossas bocas, nossas línguas e a excitação voltou. Voltei pra cima dela e caí de boca naqueles seios redondos. Fui brincando com o grelinho dela até minha amiga ficar molhadinha de novo. Aí espalhei o caldinho por toda a xoxota e pelo cuzinho.

Quando consegui deixar o rabinho dela bem melado, enfiei um dedinho de leve e esperei alguma reação. – Não, Rafa, aí não!, ela respondeu. Comecei a rir e continuei forçando a entrada, enquanto a Ju continuava dizendo que não queria: - Relaxa... eu sei que você vai gostar. – respondi. Fui enfiando o dedo no rabinho dela e chupando a bucetinha ao mesmo tempo. Ju já estava mais safadinha e arreganhou as pernas pra mim. Meti a língua com vontade e ela começou a rebolar. Aproveitei e enfiei todo o dedo no cuzinho dela, ignorando as reclamações. Minha amiga falava que estava doendo mas continuava rebolando sem parar.

Enfiei mais um dedinho no cu dela e chupei a bucetinha como uma louca. Não demorou muito e Ju gozou na minha boca, com dois dedos enfiados no rabo. Eu estava realizada. Nos beijamos, ela chupou os meus seios, mordeu meus biquinhos e depois dormimos bem agarradinhas. No outro dia fingimos que nada aconteceu. Era melhor desse jeito, para evitar que alguém desconfiasse de algo. Minha amiga é muito gata, muito cheirosa e eu adoro passar a noite chupando a bucetinha rosada dela. Nunca pensei que uma amizade pudesse ser tão gostosa...

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