Autor: Desconhecido
7.1
Quando ela vê que não estou mais agüentando, senta no meu pau e me faz gozar ou então me punheta e diz que corno tem que gozar na mão. E sou muito feliz assim. Atualmente ela tem saído com um amigo meu da faculdade, o Rodrigo. Também já saiu com o Ricardo, com o meu tio e com o caseiro dele. Ela geralmente dá para dois deles por semana, quando não dá para os quatro. Sábado passado ela quis ir ao clube para ver os meus amigos. A putinha apareceu com um biquíni enfiadinho mas não muito chamativo.
É claro que fez sucesso, mas se comportou. À tardinha se vestiu e pensei que fôssemos voltar pra casa, mas a safadinha me respondeu assim: - Ir embora? Claro que não, amor, pelo menos não sem antes chupar uma piroca, ou quem sabe ter um macho entre as pernas? Ela falou daquela forma debochada que faz quando está excitada, então ficamos lá à espera do pagode. Quando a música começou a rolar, Renata me deixou num canto e foi dançar. Então saiu de mãos dadas com um cara até a parte mais escura do estacionamento.
A putinha demorou bastante. Ansioso, fui procurá-la, mas ela não estava mais no estacionamento. Dei uma volta, já de pau duro, e pensei que ela podia estar fudendo em algum canto. Resolvi ir até as churrasqueiras e não deu outra. Minha esposa estava sentada de pernas abertas numa mesa enquanto um cara enfiava a rola nela. Fiquei ali assistindo e apertando meu pau por cima da roupa. Ele estava metendo com gosto, até que tirou a pica de dentro dela, arrancou a camisinha e gozou na cara da cadela.
Após sujar todo o rosto da vagaba enfiou a pica bem fundo na boquinha dela. Renata riu alto, eles se ajeitaram e saíram. Fiquei ali escondido e depois fui atrás dela. Louco de tesão a beijei na boca, um beijo quente de língua. Minha mulher riu e perguntou se a boquinha dela estava do jeito que eu gostava. Apenas sorri e pedi baixinho para irmos pra casa, pois não agüentava mais e precisava gozar. Renata fez carinho nos meus cabelos e falou: - Tá, corninho, mas eu quero te dar um presentinho. Quero fazer amor contigo toda gozada....
Aquilo me deixou louco e ela continuou: - Eu sei que você adora, então vai lá e faça como um bom corno. Fale com o Rodrigo. Tenho certeza que ele vem correndo para me comer na sua frente e te fazer delirar! Chamei o meu amigo e ele veio. A safada estava encostada no carro, então me puxou e nos beijamos. Ela olhou para o Rodrigo com cara de tarada. Levantei a sainha dela para que ele visse o rabo da Renata engolindo o biquíni. Entre um beijo e outro via me amigo apalpar o bumbum dela.
O cara foi ficando louco e agarrou minha mulher por trás, fazendo dela o recheio do sanduíche: - Quero comer o seu cu, sua puta! Ela riu e falou pra mim: - Corninho, posso dar o bumbum pro seu amigo? Respondi que sim, mas só para me provocar ela disse que não seria hoje: – Quero levar na buceta. Mete agora que o meu corno quer ver você fudendo a esposinha dele. Mete essa pica grossa... Fiquei chupando os peitinhos dela enquanto Rodrigo batia uma punheta. Arriei o biquíni da Renata e beijei a xoxota. Minha mulher se virou, colocou as mãos no carro e Rodrigo passou a esfregar o caralho na xotinha dela.
Ele era um filho da puta, pois estava fazendo isso só pra ouvir a safada pedir vara: - Vai, Rodrigo! Bota logo, safado. Eu quero rola... Isso era uma tortura para mim, pois eu queria que ele a comesse logo pra poder comê-la também. Eu estava louco para amar a minha mulher e comecei a pedir pra ele meter. Caralho, foi demais! Ele meteu sem parar durante uns dez minutos e ela ficou gemendo baixinho. Depois de gozar o sujeito ainda esfregou a pica no bumbum dela.
Renata chamou o meu amigo de gostoso e subiu o biquíni, que estava nas coxas. Ele deu um tapa na bunda dela e disse que da próxima vez ia traçar o cu. Ela, completamente vadia, sorriu e disse: - Só se for pro meu cu virar uma flor. Eles se beijaram, então entramos no carro e saímos. Eu estava louco de tesão. Minha esposinha disse que estava com muita fome e pediu para jantar. Fomos até um restaurante aqui perto e comemos naquele clima de tesão. Finalmente fomos pra casa. Já no elevador ela tirou a sainha e puxou o biquíni todo pro lado.
Como a Renata era gostosa... Entramos e já fui agarrando minha mulher. Ela fugia e ria, perguntando o que eu queria. Quando eu falava que ia meter a noite toda ela desconversava, dizendo que estava cansada e com a xota ardida. Tirei a parte de cima do biquíni e fui chupando os peitinhos. Ela ficou doidinha, tirou minha sunga e pegou no meu pau. Renata me puxou até o sofá, se sentou, me mandou ficar de joelhos e disse: - Vai, corno, faz o que você está com vontade. Dá beijinhos nela.
Tirei o biquíni dela e vi aquela bucetona toda aberta, bem vermelha, com os pêlos grudados e aquele esbranquiçado na entradinha: - Sabe o que é isso? É o esperma do seu amigo. Mete a língua aí dentro e mostra que você é corno de verdade. Se fizer gostoso quem sabe eu até deixo você meter um pouco... Meti a língua lá e chupei tudo. Passei a porra que estava grudada na entrada da xereca e fiquei dando beijinhos. A putinha adorou e disse para eu chupar tudinho, para não deixar nem um pouco de leite lá dentro. Obedeci como um corninho apaixonado e depois ela me cavalgou até eu esporrar dentro. Foi maravilhoso.