Autor: Salvador
7.1
Ana falou que toparia, mas teria que ser uma pessoa estranha e de inteira confiança. Isso foi fácil. A minha única exigência era ser bem-dotado. O cara tinha que ter uma rola bem grande, grossa e pesada, destruidora. Depois de responder a alguns anúncios apareceu o nosso privilegiado, um senhor de 45 anos, 1,85m de altura e muito reservado. Conversamos durante horas e expliquei tudo como tinha que ser para que não houvesse frustração. Mas o que me chamou atenção mesmo foi quando ele descreveu a rola: 22x6 cm, muito parecida com uma garrafa de refrigerante.
Não consegui acreditar, mas como não via a hora de assistir minha linda esposinha entalada numa pica como essa, marquei o dia. No horário combinado nos encontramos em um shopping. Conversa vai, conversa vem, ele foi ao banheiro e aproveitei para saber se estava tudo bem com minha mulher: - E aí? Ela respondeu que eu é que tinha que decidir. Ótimo! O homem retornou e pedimos a conta. Fomos direto para o motel. Ana e eu entramos no banho e poucos minutos depois chegou o Carlos.
Ele estava de cueca, por isso falei: - Tá com medo da água? Vem pra cá. Nossa, quando Carlos tirou a cueca e botou aquele pauzão pra fora minha esposa quase teve um troço: - Jorge, você é louco! O pau dele é enorme, o dobro do seu! O sujeito tratou de acalmá-la e disse que eu tinha contado tudo, inclusive que Ana só tinha tido um homem na vida. Por isso ele a trataria com muito carinho. Minha esposa relutou, mas no fim aceitou pelo menos pagar um boquete.
Ela segurou o pau com as duas mãos e ainda sobrou pica. Ana caiu de boca e chupou com maestria, como se dissesse “tô cuidando bem do seu pau, então vê se não esfola a minha boceta”. Fomos para cama. Eu já estava morrendo de tesão e não via a hora de ter meu sonho realizado. Carlos começou chupando minha mulher dos pés a cabeça, fazendo ela enlouquecer. Era a primeira vez que sentia as carícias de outro macho. Depois de preparar a ninfeta finalmente chegou a hora da verdade.
Todo o carinho que Carlos demonstrou nas preliminares foi embora. Ele colocou Ana deitada e arregaçou as pernas dela. Ela me olhou meio em dúvida e eu disse para fechar os olhos. Só que a tensão era tanta que ela não conseguiu. Carlos passou a meter e o pau dele teve dificuldade no início. Ana segurava os lençóis com força, tentando controlar alguma coisa. A pica foi entrando lentamente, centímetro após centímetro a cada estocada. Minha esposinha urrava em um misto de dor e prazer. Carlos a elogiava todo o tempo, dizendo que a buceta dela era pequena e apertada.
Ana começou a gritar e o garanhão passou a estocar com bastante força, dizendo que “a partir de agora ela teria uma buceta de verdade, toda arrombada”. Minha mulher foi muito corajosa e recebeu os 22cm de pica até os culhões sem reclamar. Ela tentava segurar a barriga do Carlos, mas o cara estava alucinado e não parava, não dava descanso. Acho que nunca tinha enfiado a jeba numa mulher tão bonita. Ana berrava e agarrava os travesseiros, já sem forças. Logo em seguida Carlos a virou e colocou a ninfeta de quatro. Ele passou a meter enlouquecidamente, sem controlar as estocadas.
O jeito foi receber a pica até o talo. Meia hora depois o garanhão me chamou e disse: - Vem ver como está a bucetinha da sua mulher. Quando vi o estrago gozei na hora. O cara voltou a meter e parecia uma máquina. Foram duas horas que pareceram uma eternidade para a Ana, que já tinha gozado uma seis vezes e não tinha mais energia. Finalmente Carlos gozou e cobriu as costas da minha mulher de porra. Era muito leite. Hoje somos amigos e toda sexta-feira ele passa lá em casa para arrombar a minha mulher.