Autor: não creditado
8.8
Acontece que algum tempo depois, comecei a notar o sumiço de algumas coisas dentro de casa. Sumiam pequenas quantias dos bolsos das minhas calças, xampu, sabonete, perfumes, etc. Talvez fosse apenas uma coincidência ou simplesmente uma implicância minha com a menina. O fato é que minha esposa parecia me ignorar. As coisas continuaram a sumir e dessa vez foram os meus cds. Pronto. Tinha que dar um jeito de provar que Melissa era a responsável por tudo.
Sou dono de numa loja que fica em frente à minha casa. Certo dia precisei pegar uns papéis, e ao passar pelo corredor do quarto vi Melissa usando o computador. Ela perguntou se eu precisava de alguma coisa. Respondi que sim, que queria a minha maleta que estava no quarto. Ela se ofereceu para ir buscar e eu aceitei. Aproveitei e entrei no quarto para espiar o computador. Melissa estava usando o MSN, conversando com algumas amigas. Ela voltou, me entregou a maleta e eu voltei para a loja.
Voltei a trabalhar normalmente quando tive uma idéia. Criar um MSN e fingir que sou uma adolescente da idade dela. Assim ganharia sua confiança e tentaria descobrir se era ela mesma que dava sumiço nas minhas coisas. No dia seguinte, praticamente no mesmo horário, voltei em casa e pedi a mesma coisa. Enquanto Melissa ia pegar a maleta, gravei o endereço do MSN dela para poder adicionar no meu computador. Voltei para a loja, criei um MSN, adicionei o endereço dela e não demorou nadinha para que eu fosse aceito.
O nome da pessoa que criei era Thaís. Mesma idade, vivendo em uma cidade bem distante, porém na mesma situação - morando com os tios. Minutos depois ela me abordou perguntando como eu tinha conseguido seu MSN. Disse que consegui com um amigo e consegui enrolá-la. Agradeci, disse que precisava sair e desconectei. Decidi ganhar a confiança aos poucos, pois assim conseguiria descobrir tudo que quisesse. No outro dia tive que voltar em casa para verificar uns papéis e ao passar pelo corredor vi Melissa deitada na cama, lendo.
Pela primeira vez notei seu corpinho. Era bem desenvolvido, com umas coxas grossas e seios fartos. E ela estava usando um short bem apertadinho. Fiquei excitado. Curioso é que não senti remorso por me excitar com a minha sobrinha, afinal, ela era sobrinha da minha esposa. Voltei para a loja e fiquei esperando ela entrar no MSN. Não demorou muito. Perguntei o que estava fazendo, do que gostava e fui ficando amigo, ou melhor “amiga” da Melissa. Todo dia conversávamos um pouco e a cada dia que passava eu ganhava mais e mais a confiança dela.
Dias depois precisei voltar em casa no horário do trabalho para fazer umas ligações. Quando estava saindo resolvi passar pelo corredor do quarto para - quem sabe - ter a sorte de ver minha sobrinha com aquele shortinho. E foi o que aconteceu. Lá estava ela deitadinha de bunda para cima com o mesmo short. Fui até o fim do corredor, despistei e voltei. Dei mais uma olhadinha e fui trabalhar. Chegando na loja, entrei no MSN e esperei Melissa entrar. Ela demorou um pouco, mas logo se conectou. Perguntei a razão da demora e ela respondeu que o tio estava em casa. Então me explicou que tinha medo dele ficar bravo se não a visse estudando.
Na verdade eu nunca tinha cobrado isso dela e achei que fosse uma mentirinha de adolescente. Aproveitei a oportunidade e perguntei como era o tio dela. Esperava que respondesse que eu era quieto, rígido, bravo ou sei lá, mas o que a minha sobrinha disse mudou totalmente o rumo dos meus planos. Melissa confessou que me achava bonito e gostoso, que eu era um coroa de tirar o fôlego. Pela primeira vez tive certeza que os oito anos de academia foram úteis. Despertar o interesse de uma adolescente não é pra qualquer um. Meu pau ficou duro só de imaginar o que aconteceria a partir de agora.
Continuei fingindo ser a Thaís e disse que o meu tio também era bonito, por isso passei a fazer umas coisas com ele. Melissa ficou curiosa e quis saber o que era. Expliquei que no dia seguinte lhe contaria, pois precisava sair. Ela respondeu que eu devia essa para ela e que ia me cobrar. Saí do MSN muito excitado. Vi a possibilidade real de faturar minha sobrinha. Já não conseguia pensar em mais nada. Então fui ao banheiro da loja e toquei uma punheta daquelas. Só assim pude trabalhar. Passei o resto do dia evitando encontrá-la.
Quando cheguei em casa ela já tinha saído. Passei a noite quase em claro, tenso, ansioso e acordei apreensivo. Fiquei bolando o que iria falar para a Melissa, pois não podia correr o risco de estragar tudo. Não podia assustá-la. Durante o almoço a olhei de relance, disfarçadamente. Senti meu pau ficar duro várias vezes só imaginando o estrago que faria nela, caso topasse transar comigo. À tarde, antes de entrar no computador, dei aquela passeada em casa só para ver a roupa que Melissa vestia. Era o mesmo shortinho. Fui logo pra loja e entrei no MSN.
Ela já estava online, só me esperando entrar. Eu disse “Oi” e Melissa nem respondeu, já cobrando a resposta. Ela perguntou o que eu estava fazendo e respondi que estava com o meu tio. Ela quis saber se eu estava fazendo aquilo que fiquei de contar. Fui seco, ou melhor “seca”. Disse que transava com meu tio e que assim conseguia alguns presentinhos, uma mesada... Melissa disse que já imaginava que fosse isso e explicou que para ela seria impossível. Perguntei o por quê. Ela respondeu que jamais teria coragem de se oferecer. Como uma boa amiga, falei que ela não precisava se oferecer. Bastava fazer as coisas certas e tudo aconteceria normalmente.
Nessa hora me ofereci para ajudar e perguntei se ela realmente queria fazer aquilo. Melissa falou que sim, pois precisava do dinheiro. Tinha muita coisa que ela precisava comprar. Na hora me senti um crápula, mas se não fosse eu seria outro. Perguntei se seu o tio dela era realmente bonito, se essa história não seria sacrifício demais. Ela respondeu que gostava do tio e que o único problema era não ter experiência nenhuma, pois tinha perdido a virgindade para um garoto em cinco minutos e isso foi tudo. Fiquei com mais tesão ainda e falei para ela não se preocupar, pois no dia seguinte lhe daria dicas de como fazer.
No outro dia percebi que Melissa estava me olhando de um jeito diferente. Fiquei apreensivo. Tinha certeza que tudo ia dar certo e já estava preparado para comer minha sobrinha. À tarde comecei a passar as dicas pelo MSN. Perguntei se o tio costumava estar em casa a sós com ela em algum momento da semana. Melissa respondeu que sim, às vezes. Então disse para ela aproveitar essas oportunidades e aparecer sempre com alguma roupa provocante, pois dessa maneira despertaria o desejo e a atenção dele. Minha sobrinha respondeu que ia fazer isso agora e imediatamente saiu do MSN.
Fiquei perplexo. Estava jogando com a garota... e como era fácil. Em 10 minutos o telefone tocou e meu funcionário me passou a ligação. Melissa pediu para eu ir em casa ver uma torneira que estava pingando sem parar. Desliguei e saí na hora. Encontrei Melissa deitada na cama com uma mini-saia branca. Ela estava de bunda para cima, com a sainha levantada até um ponto que me permitia ver parte da calcinha. Ela explicou que era a torneira do banheiro que estava vazando. Verifiquei a torneira, mas como era de se esperar estava tudo ok, sem problemas. Voltei ao quarto e vi que Melissa tinha levantado um pouco mais a saia. Agora dava para ver o inicio do contorno da bundinha.
Falei que o problema da torneira estava resolvido e fiquei ali, olhando um pouco. Então saí.Voltei para a loja e entrei no MSN. Logo ela entrou. Reclamou que não tinha dado certo. Bancando a Thaís, disse para não se preocupar. Com certeza o tio tinha notado. Ela deveria repetir tudo no dia seguinte e insistir até que tivesse uma brecha. Me despedi e saí do MSN. Não queria que nada acontecesse neste dia, pois já era tarde e minha esposa chegava às 17h. No dia seguinte cheguei na loja e liguei para a Melissa. Avisei que ia passar em casa para pegar uns cds. Aguardei uns 15 minutos e fui.
Dei um tempo e apareci no quarto como se tivesse algo pra perguntar. Melissa fingia que dormia. Estava com a saia do dia anterior, deitada de bruços e sem calcinha. Que visão! Chamei por ela e ela não respondeu. Só suspirou. Me sentei na cama e comecei a passar a mão pela bundinha dela. Minha sobrinha ficou imóvel. Estava sem calcinha, pelada. Que maravilha... e que pele lisinha. Não demorou muito para abrir as pernas. Meu pau já estava arrebentando a calça. Deitei por cima dela e comecei a beijar a bundinha, passando o dedo na bucetinha que logo ficou encharcada. Fiquei masturbando a ninfetinha por longos minutos.
Ela gemia e se contorcia sem se preocupar em fingir que estava dormindo. Tentei enfiar um dedo mas ela fez expressão de dor. Continuei assim mesmo. Em breve ela iria enfrentar algo muito maior. Atolei o dedo na bucetinha, virei Melissa de frente e comecei a chupá-la. Ela gemeu alto. Fiz movimentos circulares com a língua enquanto metia o dedo todo nela. Então parei. Fiquei em pé e pedi para ela se sentar na cama. Cheguei bem perto e perguntei se ela sabia o que eu queria. Melissa não disse nada, apenas começou a desabotoar minha calça.
Perto do rosto dela estava apenas aquele volume do meu pau duro, ainda protegido pela cueca. Ela ficou algum tempo olhando e então abaixou minha cueca também. Olhou para mim e reclamou que meu pau era muito grande. Disse para ela não se preocupar pois eu sabia como usá-lo e não iria machucá-la. A safadinha segurou minha pica e começou a lamber. Às vezes tentava abocanhar a vara, mas era nítida a dificuldade. Pedi para ela parar e se deitar. Deitei ao lado da minha sobrinha e levantei uma das pernas dela. Arrumei o pau na bucetinha e comecei a empurrar aos pouquinhos. Melissa estava com uma expressão de dor.
Não parei. Continuei metendo. Quando podia, enfiava mais um pouquinho até perceber que ela não expressava mais dor e sim, prazer. Então aproveitei e enfiei tudo. Atolei. Ela fez cara de prazer. Estava adorando e eu também. Pedi para ela ficar de costas, bem deitadinha, com as pernas abertas. Enfiei tudo e me deitei sobre a ninfeta. Meti, meti, meti, tirei o pau e gozei na bunda dela. Que delícia! Melissa ficou deitada. Pedi para ela tomar banho e disse que depois voltava para conversarmos. Quando voltei ela estava nua no quarto, colocando roupas. Impedi e falei para ela bater uma punheta pra mim.
Botei o pau pra fora e ela começou a me masturbar. Meu pau ficou novamente duro como pedra. Coloquei a cadelinha de quatro na cama e sem pestanejar mandei pau nela outra vez, sempre cuidando para não machucá-la. Foi mais de meia hora socando naquela xota apertada. Dessa vez esporrei nas costas. Tomamos banho juntos e pedi para ela não contar nada a ninguém. Após o banho dei algum dinheiro para minha sobrinha e fui trabalhar. Desde então transamos todos os dias e já ensinei à safadinha como se chupa. Ela é ótima. Ainda finjo ser a amiga do MSN para acompanhar o nosso caso e saber se a minha ninfetinha não está enjoada de mim...