Autor: Menorfjv
6.9
Certo dia telefonei para Marinha e disse que precisávamos conversar sobre coisas do cotidiano. Como eu resido no Rio, peguei um ônibus e passei cerca de 6 horas desejando estar dentro dela. Meu pau latejava na cueca. Ao chegar na rodoviária... lá estava ela, de calça jeans e camiseta. Olhei diretamente para os seios e sem pedir já fui roubando um beijo, encostando a minha vara bem na coxa da Marinha. Conversamos por alguns minutos e foi inevitável. Corremos para um motel. Quando chegamos na porta do quarto ela parou e me disse: - Só entro se me prometeres uma coisa.
Nesse momento eu podia prometer o que ela quisesse e perguntei o que era. A gata respondeu: - Quero que você enterre um dedinho na minha buceta e me faça gozar na sua boca. Era justamente o que eu sempre imaginei... Ela começou a roçar aqueles belos seios em mim e fiquei de pau duro. Marinha mordia os lábios falando e falava que queria me sentir dentro dela. Fiquei sentado enquanto ela tocava uma punhetinha sacana. Estava bom demais. Ela olhava para mim e me provocava: - Vou rebolar em cima da sua cabecinha rosada, amor!
O celular dela começou a tocar. Marinha sorriu, colocando a lingüinha pra fora, e atendeu. Era uma amiga dela querendo saber como estávamos e a gata respondeu que estava se sentindo nas nuvens, que jamais tinha se sentido tão bem. Ao ouvir isso me senti feliz, pois sabia que eu estava completando aquele momento. Enquanto ela conversava cheguei por trás e encostei o pau no meio daquela bunda suculenta, segurando aqueles seios avantajados com vontade. A safada ficou batendo uma bronha deliciosa pra mim e percebeu que eu estava hiper excitado. Então se sentou de frente e abocanhou minha vara.
Marinha começou um boquete esperto e ficou fazendo movimentos circulares em volta da cabeça da rola... isso tudo com a amiga no celular. Sem pedir licença rasguei a camiseta dela e apertei aquele rabo gostoso. Lentamente fui tirando a calça jeans e deixei a gata apenas de calcinha. Que visão era aquela calcinha de renda enfiada no cuzinho... ela passou a lamber o meu saco de uma maneira sagaz. Era impossível resistir a tamanho prazer e larguei meu leitinho quentinho, bem no rosto dela. Marinha ficou meio sem jeito mas não desperdiçou uma só gota de leite.
Ela estava com o rostinho coberto de porra, mas continuou chupando o meu saquinho e pondo a pica toda na boca. Marinha abriu bem as pernas e pude ver aquela delícia de buceta quente, melada e pronta para levar vara. Aos poucos fui metendo dois dedos na safada, enfiando carinhosamente na xaninha e deixando os mamilos durinhos. Marinha apenas falava: - Tigrezinho, me traça como ninguém nunca fez antes! Coloquei a calcinha dela pro lado e afundei ainda mais o dedo na xana. Senti o gostinho de quero mais no olhar dela, aquele saboroso gostinho de sexo.
Marinha suplicou para eu meter na minha bucetinha e falei que seu desejo seria realizado. Meti a cabeça rosada naquela buça ensopada e coloquei ate o último centímetro do meu pauzinho. Senti meu saco encostar na xana. Eu sussurrava bem baixinho no ouvido dela e lambia a orelha até deixar a gata arrepiada. Enquanto isso ia comendo aquela bucetinha linda. Marinha foi ficando cada vez mais excitada até que começou a gozar no meu pau: - Isso, Lindinho, fode essa xana! Quero sentir seu pau! Me soca!
Coloquei a gostosa de quatro e passei a estocar com força, fazendo movimentos circulares no cuzinho dela. Esfreguei o pau naquele anelzinho e senti como era apertado. Ela não reclamou e me deixou meter até o fundo. Estoquei bastante naquele rabo redondo e quentinho... Podia sentir meu pau comprimido ali dentro, era sensacional. Marinha falou que estava quase gozando e me mandou meter com vontade pra gozarmos juntos. Dito e feito. Gozamos juntos e enchi o redondinho dela de leite. Ficamos nos beijando a noite inteira e continuamos incansavelmente até o amanhecer...