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Comi a faxineira do prédio
Autor: Rogério R.
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7.9

Bom, eu relutei em escrever essa história pois sabe como é, né... alguns podem acreditar e outros podem não dar crédito. A grande questão é que aconteceu. Meu nome é Rogério, sou um empresário carioca, sarado e moro em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. Tenho 32 anos, 1,78m de altura, peso 81kg, sou moreno, toco bateria e violão e sou maluco por mulheres mais velhas. No meu prédio havia uma faxineira muito bonita. Ela é uns nove anos mais velha do que eu, branca, cabelos longos, uma bunda redondinha e seios médios, bem simpática.

Sempre que passava a dona Neuza me cumprimentava e eu retribuía o cumprimento. Certa vez estava chovendo muito e vi dona Neuza toda molhada no ponto de ônibus. Ela estava indo embora para casa, então parei o carro e lhe ofereci uma carona. Ela me agradeceu e aceitou, pois estava sem guarda-chuva. Chegando lá, Neuza gentilmente me convidou para entrar. Fiquei apreensivo por causa da família dela, que não entenderia nada, mas na verdade eu estava com muita vontade de ajudá-la a se secar! Nossa, só de pensar naqueles peitinhos e na bundinha redonda...

Ela me disse que morava sozinha, pois era viúva há quatro anos e os filhos estavam casados. Ao saber disso decidi entrar e ver o que poderia acontecer. Neuza me deu uma toalha e me pediu licença para se secar. Quando ela entrou no banheiro não me agüentei e fui espiar pela fechadura da porta. Mas como ela morava só, não fechava a porta do banheiro. Pude vê-la de costas, toda peladinha, e fiquei estático ali. De repente ela olhou pra trás e me viu. Fiquei gelado. Neuza perguntou se eu tinha perdido alguma coisa e prontamente respondi que não, mas que não conseguia tirar aquela cena tão linda da cabeça.

Ela riu e me chamou pra perto. Então me deu um beijo e pude sentir que seus mamilos já estavam durinhos. Quando toquei na bundinha cobiçada pude notar que além de roliça, também era durinha. Comecei a beijá-la e a mamar gostoso nos seios. Estávamos num frenesi louco! Neuza falou para irmos para o quarto dela, onde teríamos mais espaço: - Vem, traz esse negócio duro aqui pra cama pois quero saboreá-lo! Fiquei maluco quando ouvi isso. Não estava acreditando que ia comer a faxineira do meu prédio. E Neuza ainda me disse que não trepava há quatro anos, desde que o marido morreu.

Ela só usava alguns brinquedinhos quando estava excitada, mas não era a mesma coisa. A tarada colocou meu pau pra fora e começou a chupar a cabeça da rola com muita vontade. Depois lambeu meu saco e comecei a bater a rola na cara dela. Coloquei dona Neuza de quatro e passei a chupar a bocetinha dela, que já estava encharcada. Às vezes passava a língua no cuzinho, o que deixava a gata arrepiada. Outras vezes enfiava um dedo na xota e outro no cu. Dona Neuza estava se deliciando com as minhas carícias!

Meti a cabeça da rola na xota, no cu, na xota, no cu... e de repente enterrei a rola inteira na buceta da safada. Ela foi ao delírio e começou a gemer: - Mete gostoso, Rogério! Que rola gostosa! Mete que agüento! Aquilo foi o máximo pra mim. Estoquei fundo e não quis saber de mais nada. Fiquei bombando com pressão enquanto ela pedia para eu não parar, pois há muito tempo precisava dar pra alguém. Ela estava de quatro e eu vendo aquela bundinha rebolando na minha frente, que tesão! Neuza anunciou que ia gozar e me mandou bombar mais rápido.

Comecei a dar estocadas violentas e fui metendo cada vez mais forte, até que a faxineira gozou na minha rola. Ainda com o pau em riste, falei pra ela: - Agora quero comer o seu cuzinho... Dona Neuza explicou que o marido nunca tinha feito isso e que ela só tinha dado o rabo quando era jovem. O sortudo foi um primo que veio de viagem para a festa de aniversário dela. Ele a levou pro quarto e meteu o pau na boca da safada. Então deu uma linguadinha no traseiro dela e colocou a cabeça bem na entradinha. Durante três dias o garanhão ficou traçando o cuzinho da prima. Desde então ninguém mais meteu lá.

Besuntei o cuzinho dela - um cuzinho lindo, diga-se de passagem - e comecei a forçar a entrada. Minha rola escorregou para dentro daquele rabo tão desejado sem qualquer impedimento. Dona Neuza começou a mexer o quadril e a gemer: - Que gostoso! Sua rola é deliciosa! Eu fui aumentando o ritmo aos poucos e passei a bombar cada vez mais forte. A cadela segurava a pressão numa boa e pedia mais. Quanto mais rápido eu metia mais ela gostava. E para aumentar o prazer a safada ainda se masturbava.

Depois de muitas estocadas esporrei dentro daquele buraco gostoso. Ela olhou pra trás com ar de felicidade e nos beijamos. Aí ficamos nos abraçando e deitamos pra descansar. Eu já estava relaxado quando dona Neuza quis mamar. Que mulher perfeita! Deixei a faxineira fazer os trabalhos orais e em pouco tempo minha pica ficou dura de novo. Ela queria levar na xoxota, pois já estava com saudade da minha rola. Por isso comi aquela buceta carente mais uma vez e fiz a gostosa gozar de novo. Depois fui eu.

Entramos no banho, brincamos mais um pouco debaixo d'água e nos ensaboamos. Dona Neuza vestiu uma calcinha pequena e uma camisola transparente. Fiquei de pau duro. Infelizmente nesse momento eu estava fora de jogo, pois minha pica doía dentro da cueca. A partir daí faxineira do prédio passou a me olhar com cara de quem quer mais. E foi isso o que aconteceu. Viramos amantes num caso que ninguém pode desconfiar, senão ela corre o risco de perder o emprego e eu a namorada. Desde então eu tô sempre lá, mandando ver naquela xota rosadinha e naquele cu fenomenal!

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