Autor: Suelly
8.7
Suzaninha acabou lendo os meus contos e veio me dizer que queria participar de um fim de semana daqueles. Como eu dividia o Marcelo com as minha amigas, nada mais justo do que dividi-lo com a minha irmã, afinal ela sempre teve vontade de dar para ele. Cheguei a ficar com ciúmes na hora, senti até uma pontinha de raiva. Mas depois achei normal, pois sempre fomos irmãs muito íntimas. Perguntei apenas como ficaria o namorado dela nessa história, pois ele não tinha qualquer experiência com swing. Falei que ia conversar com o Marcelo e propor um ménage.
Marcamos um dia e saímos os três juntos. Jantamos e fomos dançar em um barzinho com música ao vivo. Marcelo chamou Suzaninha para dançar e em poucos minutos estavam coladinhos ou no outro. Minha irmã passava os dedos pela orelha do meu marido, provocando meu homem. Ele a trazia para junto de si e eu sabia que aquele pauzão já devia estar bem duro, forçando a bocetinha de Suzaninha sobre o tecido fino do vestido. O tesão era tanto que eles voltaram à mesa, Marcelo pediu a conta e saímos rapidamente, rumo ao motel mais próximo.
Fui no banco de trás do carro. Os safados praticamente me ignoraram, pois a cada parada em farol Marcelo beijava a boca da minha irmã e bolinava seus peitinhos. Então passava a mão entre suas coxas e os dedos molhavam no mel que escorria pelos cantos da minúscula calcinha de Suzaninha. Marcelo brincava lá embaixo e depois punha os dedos na boca, sentindo o gosto da cunhadinha para depois voltar a molhá-los novamente naquela fonte de prazer. Enquanto observava a cena eu enfiava os dedos na minha boceta, deliciada com a sacanagem que estava rolando no banco da frente.
O carro estava tomado por um maravilhoso cheiro de sexo. Graças aos vidros escuros, minha siririca não era vista por mais ninguém, como ninguém via o boquete que Suzaninha estava pagando para o Marcelo. Era demais ver minha irmãzinha com o pau do meu maridão enfiado na boca. E no momento em que vi a pica quase entalar na garganta dela gozei pela primeira vez. Quando chegamos ao motel, entramos no quarto praticamente nus. Suzaninha jogou o meu marido na cama e começou a beijá-lo, abaixando-se rapidamente para abocanhar a pica.
Minha irmã começou uma chupada tão intensa como eu nunca tinha visto nem em filme pornô. Eu estava nua vendo a cena, sentada na beira da poltrona. Uma mão apertava os bicos dos meus peitos e a outra invadia minha boceta. Eu estava gozando compulsivamente, curtindo a obscenidade de ver minha irmãzinha mais nova devorar meu marido. Marcelo também estava surpreso com a voracidade daquela menina que ele conhecia desde pequena, quando ainda brincava de boneca. Agora o único brinquedo que gostava era aquele pau grosso, brilhante e apontando para cima.
Suzaninha falava palavrões e comandava a metida, mandando Marcelo ficar deitado de costas na cama. Ela ajeitou a cabeça da vara na entrada da bocetinha e Marcelo não encontrou resistência, já que a menina tinha lubrificação suficiente para facilitar qualquer penetração. Meu marido prometia prazeres nunca antes sentidos por aquela bocetinha quase sem uso... Fascinada com a cena, fotografei imediatamente cada segundo de putaria. Suzaninha cavalgou por muito tempo o pau de Marcelo. Entre gritos e suspiros, ela decretou: - Agora quero no cuzinho. Quero tomar no rabo igual à Suelly!
E levantando o quadril ela segurou o pau do Marcelo, apontando para seu lindo cuzinho rosado e melado. Minha irmã sentou de uma vez só no meu macho e o pau entrou até a metade do rabinho. Suzaninha deu um berro tão alto que parecia que estava sendo rasgada ao meio. Ela chorava, gritava e rebolava com o pau enterrado na bunda, dizendo pro Marcelo que se ele tirasse a vara ela o matava, pois queria gozar até desfalecer. Fotografei a metida anal e voltei a tocar minha siririca. Marcelo agüentou heroicamente aquela menina que chorava e gritava cavalgando em sua pica.
Ele não ousava esporrar enquanto não percebesse que ela já estava exausta. Por isso esperou a cunhadinha gozar pela enésima vez e cair prostrada ao lado, quase desmaiada. Como sou uma boa esposinha, carinhosamente peguei o cacete do Marcelo e o coloquei inteiro na boca, limpando todo aquele resíduo de amor que estava sobre ele. Apesar de ter ficado com vontade de fazer o mesmo na minha irmãzinha, resisti. Pedi para ela ficar de quatro e fotografei o buracão que antes era o cuzinho dela... Passei a chupar a vara do meu amado com muita vontade, lambendo as bolas, apertando a cabeça com os lábios e fazendo movimentos com as mãos.
Ele estava completamente relaxado, apenas sentindo prazer. Eu subia e descia com a boca, fazendo mais pressão. O gozo se aproximava e ele gemia mais e mais alto. Continuei chupando até que meu maridão esporrou gostoso na minha boca. Passei a língua pelos lábios e engoli tudo. Então olhei para ele e sorri. Ficamos o resto da noite juntos, nos recuperando dessa experiência maravilhosa. Depois tivemos outros encontros, inclusive uma vez em que fiquei sozinha com a minha irmã, mas isso é para contar depois. Aguardem. Beijos da Suelly.