Autor: Duende
3.7
Ela já estava toda molhadinha só dos meus beijos, então aluguei um pedalinho que tinha o formato de um cisne, pesado pra caralho para pedalar. Quando ela entrou reparei que estava sem calcinha e doida para gozar. Então nos distanciamos da beira e a gata logo colocou meu pau pra fora, caindo de boca na pica. Começava a escurecer e eu fiquei louco vendo a cidade maravilhosa acender suas luzes e o Cristo Redentor todo iluminado, a coisa mais linda do mundo. Além disso estava com aquela deusa numa blusa tomara-que-caia e os peitinhos já de fora. Molhei os dedos e comecei a excitar a xaninha rosada da cadelinha.
Meu pau parecia um hidrante a ponto de explodir e quase esporrei na hora quando ela disse que queria sentir todo o meu instrumento na bundinha. A gata tinha uma bunda escultural e gozava feito uma vadia quando tomava no cu, a ponto de molhar o meu saco. Coloquei a loira debruçada no pedalinho, com as pernas abertas e abri bem aquela bunda. Aí umedeci o cuzinho dela com cuspe e coloquei os meus 28cm de pica. Ela deu um grito tão alto que pensei que todos no Rio de Janeiro tivessem escutado, mas agüentou firme e pediu para eu meter com força.
Passei a estocar no rabo da safada enquanto ela segurava o pescoço do cisne e gritava que ia gozar. Os nossos movimentos balançavam o pedalinho para frente e para trás, o que podia chamar a atenção de alguém. Neste momento levamos um susto pois um helicóptero se aproximou do cisne. Na lagoa existe um heliponto da Policia Militar e um helicóptero se aproximou de nós. Paramos tudo e ela se sentou no meu cacete, ajeitando a blusa e cobrindo os seios. O helicóptero apontou um holofote para a gente e senti meu instrumento amolecer dentro daquela bundinha.
A sensação era que todos sabiam o que estávamos fazendo, mas mesmo assim a gata implorou para eu não parar, pois quanto maior o perigo mais a filha da puta gosta. Os policiais ficaram só observando, mas ela estava toda vestida e parecia que não estávamos fazendo mais nada. Ninguém via a minha rola enterrada no cu dela. Eles deram um tempinho e foram embora. Pensei que ela já estivesse saciada e me preparei para esporrá-la todinha, mas a cadelinha conseguiu virar de frente para mim sem desenterrar o pau do cu e me beijou, subindo e descendo no meu mastro.
A gostosa começou a gozar tanto que senti escorrer na minha virilha. Após se saciar me pediu para não gozar dentro do cuzinho. Fiz a vontade dela e tirei a pica da bunda. A loira começou a me chupar e tentou engolir a pica inteira, mas se engasgou e deixou lágrimas escorrerem pelos olhinhos verdes. Quando senti que ia gozar, falei para ela prender a respiração e enterrei a vara na garganta da safada. Ela engoliu a pica até o saco e eu comecei a esporrar praticamente direto no estômago da vadia. Ela ficou sem respirar por uns dez segundos enquanto as lágrimas caíam. Quase afoguei a gata com tanta porra.
Este foi um dos melhores orgasmos que já tive. A gostosa até hoje é minha amiga e nós sempre lembramos das emoções e orgasmos que tivemos naquela tarde de sábado. Por causa dessa experiência virei cliente dos pedalinhos da Lagoa. Hoje tenho várias outras aventuras muito engraçadas para contar para vocês. Aguardem.