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Passeio planejado
Autor: Wellpers
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8.4

Este conto é verídico. Uma amiga e eu estávamos nos preparando para um passeio com alguns casais de amigos dela. Nós viajaríamos de ônibus aqui mesmo na nossa região. Um dos casais era muito íntimo de Claudia e pude perceber isso pelo modo como a tratavam. Eles ficaram nos observando de longe e falando algo. Enquanto aguardávamos a partida ficamos a uma certa distância do grupo, encostados numa pedra, olhando o movimento e jogando conversa fora. Há muito tempo sentia muito tesão pela Claudia, mas nunca havia me insinuado.

Ela tinha um corpo quase perfeito, coxas mediana, um quadril meio largo, cintura que mais parecia um violão... e nesta hora usava uma saia de malha que insistia em entrar na rachinha da bunda, destacando a calcinha minúscula que estava sob a roupa, cravada no reguinho. Uma visão tentadora, excitante demais. Papo vai, papo vem e ela pergunta se eu estou namorando. Respondo que não e estranhamente sinto algo no ar. Em tom de brincadeira Claudia passa a língua nos lábios como se estivesse saboreando algo. Depois de fazer isso ela olha bem no fundo nos meus olhos.

Fiquei de pau duro na hora e ela percebeu isso, dizendo: - Calma, cocada. Então riu. Mil coisas passaram pela minha cabeça nessa hora, mas o local não era muito apropriado para toda essa situação. Fiquei esperançoso com a atitude dela e senti que algo iria acontecer entre nós. Já era de tardinha e começava a escurecer. O ônibus continuava parado. De repente Claudia me puxou para trás da pedra e me deu um beijo delicioso na boca. Foi molhado, indecente, não pude evitar... me excitei na hora e quase esqueci das pessoas à nossa volta.

Começamos a nos abraçar num fogo louco. Claudia ficou em pé na minha frente e levou minha cabeça de encontro ao seu corpo. Beijei aquele pescocinho lindo, passei pelo queixo e fui descendo até o decote da blusa. Beijei um dos seios por cima da roupa e ela o colocou à mostra, levando o biquinho até a minha boca. Ela me apertava contra seu corpo e eu podia sentir toda a excitação. Estávamos quase fazendo uma sacanagem ainda mais forte quando ouvimos o chamado: - Hora de partir! Uma voz bem alta avisou que o ônibus tinha chegado e interrompeu o nosso êxtase.

Nos olhamos e demos um sorriso cheio de cumplicidade. Demos outro beijo e embarcamos. O ônibus estava quase vazio e nos sentamos em uma das últimas poltronas. O casal de amigos dela sentou mais à frente e logo dormiu. A viagem começou e ela me perguntou: - Gostou do que fizemos lá fora? Resondi que sim, que tinha amado e que quase perdi o controle. Claudia me olhou em um tom desafiador e disse: - Você não é homem pra fazer amor comigo aqui dentro! Fiquei sem resposta e olhei pra ela maliciosamente.

Ela mordeu os lábios e me encarou. Nisso olhei para o restante do pessoal que estava nas poltronas mais adiante e comecei a entender que a escolha da última poltrona não tinha sido por acaso. As luzes internas do ônibus se apagaram e meu tesão aumentou. Ela se virou pra mim e falou de um jeito insinuante: - Me beija gostoso... vou realizar uma fantasia aqui e agora. Não resisti e comecei a beijá-la. Claudia começou a passar a mão no meu pau, que já estava duríssimo, e começamos a sacanagem. Coloquei a safada sentada e fiquei de joelhos.

As mãos dela me puxaram de novo em direção aos seios, que segurei com vontade. Passei a chupar os biquinhos, mordendo de leve e apalpando bastante. Ela parecia querer gritar, mas se controlava gemendo baixinho. Às vezes eu precisava tapar sua boca com um beijo demorado. Comecei a descer pela barriga, levantei sua saia e deixei a calcinha exposta. Passei a língua nela e senti o corpo da gata estremecer. Puxei a calcinha pro lado e pude ver a xaninha. Aquela visão quase me fez gozar. Era linda demais, pequeninha, com poucos pêlos e cheirosa, deliciosa.

Não esperei mais e caí de boca. Chupei pelos lados por um tempo e logo comecei a chupar o grelinho com sofreguidão. Claudia me apertava contra ela cada vez mais forte e percebi que estava querendo gozar. Continuei chupando, chupando, chupando cada vez mais gostoso, até que ela me apertou com muita força, quase me afogando, e começou a tremer em espasmos. Senti que ela estava gozando na minha boca e não parei, continuei chupando. A cada chupada eu tirava suas forças e deixava a safada molinha, trêmula, ofegante.

Claudia me interrompeu e me colocou sentado, invertendo nossas posições. Ela abriu meu zíper com pressa, como se quisesse retribuir o prazer que sentiu. Então colocou meu pau pra fora e o segurou com as duas mãos. Fechei os olhos para relaxar e ouvi um sussurro: - Fique olhando pra mim... Aquilo era o céu! Mesmo no escuro obedeci e ela começou a me chupar. Ohhh... que boca quentinha e molhada. Ela foi me chupando devagarinho, colocando a cabecinha na boca e passando a língua em volta. Depois de deixar meu pau bem úmido, começou a chupá-lo com mais voracidade.

Claudia engolia minha pica enquanto segurava a base com força, batendo uma punheta fantástica. Ela estava me fazendo delirar, quase gritar com os movimentos cadenciados e perfeitos. Fiquei fazendo carinho em seus cabelos, e ela sem tirar meu pau da boca. Então começamos a nos beijar e ela chupou minha língua, tudo isso sem parar de me punhetar deliciosamente. A gostosa repetiu todos os passos e ficou chupando só a cabecinha, deixando minha pica mais dura ainda. Senti outra boca no meu pau e abri os olhos. Levei um susto! Era a amiga da Claudia.

Meu pau quase amoleceu, mas ela me explicou que era essa a fantasia sexual. O amigo dela queria ver sua mulher sendo fodida por outro homem e Claudia tinha me indicado. Por isso inventaram aquele passeio. Foi aí que percebi que o casal estava assistindo a tudo... de camarote! A mulher também estava de saia e sem calcinha, ainda meio assustada. Deixei a coisa prosseguir e o clima ficou mais gostoso ainda. As duas me chupavam e minha pica ora estava na boca de uma, ora estava na boca de outra. Claudia se aproximou do meu ouvido e disse: - Amor, agora mete na buceta dela, vai!

A amiga afastou um pouco as pernas e se sentou no meu colo sem colocar o pau dentro. Para judiar ainda mais de mim, encostou minha vara na bucetinha e ficou roçando o grelinho quente, deixando meu pau todo meladinho. Enquanto isso o marido observava e tomava cuidado para que ninguém nos pegasse desprevenidos. A essa altura eu me senti no céu, me senti um rei. Precisava foder logo, não agüentava mais aquilo. Claudia percebeu a situação e pegou no meu cacete, direcionando-o até a grutinha molhada da amiga.

Como era deliciosa e quente... Coloquei a cabeça na entradinha e comecei a forçar pra dentro. Ah, meu deus, que delícia, como era apertadinha! A mulher deu uma reboladinha e forçou mais um pouco. Senti entrar até a metade até que ela sentou de uma só vez. Nossa! Tive que segurá-la pela cintura e quase gozei. Como estava molhadinha... Meu pau entrou bem gostoso e ela tentou abafar o gemido colocando a mão na boca. Puxei o corpo dela contra o meu fazendo a pica entrar mais fundo. A gata continuou rebolando nele e fudendo deliciosamente.

Vi meu pau sumir dentro daquela buceta e fui ficando cada vez mais excitado. A amiga da Claudia continuou cavalgando em mim até que senti a xotinha dela ficar mais molhada. Nesse momento ouvi um “ahhhhhhhh!”... ela tinha acabado de gozar. Senti a bucetinha mastigar o meu cacete. Agora era a vez da Claudia. Ela me chupou de novo e sentiu o gosto da buceta da amiga. Aí sentou no meu pau, que já entrou rasgando de tão duro. Ela não parava de rebolar, levantando até a altura da cabeça e depois colocando a pica dentro de novo, repetindo os movimentos várias vezes.

Claudia começou a tremer, virou a cabeça pra mim, me beijou e gaguejou: - Amoor... vou gozaaaaaar! Acelerei os movimentos e ela forçou o corpo para baixo. Percebi quando o orgasmo começou. Nos olhamos nos olhos isso enquanto ela mordia os lábios e tremia. Então chegou perto do meu ouvido e pedir: - Goza comigo, goza dentro dessa buceta melada, me enche de porra! Comecei a gozar também. Minhas golfadas de porra inundaram a buceta da Claudia, deixando a gata toda lambuzada. Logo que terminei, a amiga dela segurou o meu pau e o colocou na boca.

A safada chupou todo o leite que rodeava o meu cacete e depois limpou a buceta da Claudia com a língua. Com essa brincadeira meu pau não chegou nem a amolecer por completo, então a amiga continuou me chupando até me deixar no ponto. Ela trocou de posição com a Claudia e ficou de frente pra mim. Meu pau ficou entrando e saindo daquela buceta apertadinha e nosso tesão aumentou. Pedi pra ela me fuder gostoso pois já queria gozar de novo. A gata obedeceu e mexeu majestosamente num rebolado como eu nunca vi. Não resisti muito e avisei, gaguejando: - Vouuu goz-a-rrr!

Ela deu mais um rebolado e se levantou. Então pediu para Claudia acompanhá-la e foi andando em direção ao marido sem deixar uma só gota de leite cair. O cara a esperava com o pau na mão, duas poltronas a nossa frente. A safada segurou o pau dele e meteu na buceta. Os dois fuderam por um tempo até que ele também esporrou dentro dela, deixando a esposinha entupida de leite. E assim realizaram a fantasia sexual. Fizemos essas loucuras muitas outras vezes. Hoje sou mais experiente em satisfazer casais, graças à minha deliciosa amiga Claudia!

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